Apaixonado é o meu ser pela RAINHA M. Entregar-me à todos os seus caprichos e desejos, minha sina. Ser seu escravo, seu serviçal, seu súdito pleno, minha meta. Tornar minhas vontades, sentidos e desejos os complementos dos da RAINHA M, meu esforço. Ver RAINHA M plena de felicidade e satisfação é meu prazer.
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segunda-feira, 22 de maio de 2017
Confissão
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sábado, 11 de março de 2017
Dilemas de um Sub - O Filme

O filme que eu mencionei ter assistido e que me fez desejar mais ainda me submeter e vi com a RAINHA M, relatava um casal de Lésbicas (infelizmente, os melhores filmes e imagens não são com homens submissos, mas com mulheres, mas isso é explicável e assunto de outro post futuro), em que uma hipnotizava a outra para fazê-la acatar qualquer comando sem questionar ou mesmo realizar outra coisa que não viesse de sua voz. É meio monótono, pois quase todo o filme mostra o processo (simulado ou não) de hipnotismo e depois todo o condicionamento da hipnotizada, a qual passa a não ouvir ou ver mais nada além da sua nova mestra e a realizar imediatamente suas vontades. Termina com a Hipnotizadora na banheira com a hipnotizada deitada sobre o ombro dela e comunicando que quando ela estalasse os dedos, ela acordaria do transe e não lembraria de absolutamente nada, mas quando ela tocasse a fronte da hipnotizada, imediatamente ela entraria no transe profundo que se encontrava naquele momento, voltando a ser submissa apenas à sua mestra e não percebendo mais nada além dela. A hipnotizadora, a acorda e a mesma olha com estranheza a cena, mas logo é tocada na fronte e cai novamente em transe sobre o ombro da sua dona que diz “Oh isso vai ser divertido...” e acaba.
Nenhuma novidade grande no filme, mas imediatamente ao vê-lo desejei ser a hipnotizada, pois a mente e corpo dela aos poucos foram sendo moldados ao que sua dona desejava para si, abandonando questionamentos e empecilhos pessoal para atender a quem somos submissos. Me excitei não só sexual mas também pessoalmente por esse sentimento e desejo.
Mostrei o filme a Ela, que, após o ver, me perguntou se era isso que eu queria e se queria ser hipnotizado, respondi que não necessariamente hipnotizado, mas que desejava somente enxergar a Ela e seus desejos, nem mesmo se importando comigo mesmo e que Ela não tivesse medo de exigir de mim, seja por eu estar cansado, ou qualquer outra coisa, só me preservasse nas crises de enxaqueca que infelizmente sofro às vezes.
Disse que o hipnotismo, se Ela desejasse, eu estava disposto. Que Ela fizesse gravações de voz, com modos que Ela me deseja como seu servo e o que Ela quiser que eu faça, que eu colocaria para escutar o tempo todo que eu possa (para qualquer coisa que faça, ou que esteja esperando, eu ouço música com fone de ouvido – ouço muita música mesmo – e posso substituir essas músicas pelas gravações Dela, repetindo-as automaticamente), assim tentaríamos fazer que essas mensagens Dela penetrassem em meus pensamentos, facilitando que eu me molde à seus desejos.Agora, pensando bem, deveria ter falado para Ela que sim, que desejava ser hipnotizado e estar sob seu julgo mesmo, pois já sonhei com isso, sempre me deparo com curiosidades a cerca disso, tanto que já postei várias coisas com esse conteúdo explicito ou mais de leve no entendimento. De todo modo, hoje senti que o hipnotismo seria uma espécie de consagração de minha submissão e confiança à minha Dona RAINHA M.
A hipnose levaria, pelo que vi, minha consciência e desejos a se libertarem e poderem realizar sem maiores limitações o que a RAINHA M me sugestionar para atende-la, sem que eu faça algo que realmente não queira fazer, pois minha consciência não permitiria tal, uma vez que sempre eu estarei consciente do que estou fazendo e permitindo que eu o realize. Porém, como o estado de transe é muito profundo, as limitações que normalmente eu me imponho (sociais, físicas e etc), se tornaram mínimas, não interferindo no meu desejo de realiza-las. Mesmo se houver uma ordem p esquecer o que fiz durante o transe, se isso for realmente possível, não lembraria do período se assim realmente eu desejasse, como também não tira realizado nada que eu realmente não desejasse.
Mas isso é decisão da RAINHA M, e me resta desejar que ela aprenda e realize ou ainda me resignar se Ela não quiser fazer.
quinta-feira, 9 de março de 2017
Dilemas de um Sub - Parte 2 / 2
Como disse, essa é a parte 2 de um relato e a considero a mais importante, pois envolve os sentimentos e angústias, bem como as possíveis soluções que estamos testando e que servirão para mim e a RAINHA M, mas poderá ajudar outros subs e Dominadoras a traçar caminhos mais claros e prazerosos.

Após eu ver o filme à tarde (o próximo Post tratará dele e das consequências, sentimentos e pensamentos), veio a noite que passei totalmente submisso à RAINHA M e para a qual pedi desculpas pela vontade de tê-la como minha submissa, voltando a Miau a ser minha posse.
Veio à minha mente, alguns pensamentos e sentimentos sobre esses últimos dias e tudo o mais que me impressionaram e inclusive, no momento em que a RAINHA M nessa noite, perguntou se eu queria dominá-la um pouco, e eu neguei, dizendo que não conseguiria, pois não sentia forças para isso, apenas queria ser guiado por Ela totalmente.
Sinto que o fato de termos trocados as posições de dominação e Submissão por um tempo há meses atrás, e esse período em que hora era submetido à vontade Dela e hora não podíamos realizar nada, por problemas da vida (vamos assim dizer) me fez oscilar muito os desejos e sentimentos. Me trouxe à mente algo que considero muito importante, ao menos para mim.
Os sentimentos envolvidos numa submissão (e consequentemente na Dominação) são intensos e delicados. Como submisso (tanto homem como mulher e qualquer tipo de relação que se tenha) meu desejo é servir à minha Dona e ser usado como e quando Ela desejar.
Esse sentimento e vontade é natural da submissão. Eu me sinto muito mal num período em que não é possível eu ser dominado, pois parece que não sirvo à minha Dona como submisso e como o faço por amor total a Ela, me sinto aos poucos não amado por Ela, ou como se não fizesse importância minha presença e sentimentos para Ela. Então, começo a querer compensar esse sentimento e conflito dentro de mim, buscando algo para preencher tanto a mim, como ao relacionamento para que não esfrie. Como Ela já foi minha gatinha submissa e gozava muito intensamente nessa fase, a conclusão lógica (para mim) era voltar a essa situação, pois assim não esfriaria a relação e ficaríamos satisfeitos sempre.
Mas me enganei, pois não era o que realmente desejava e nem a RAINHA M. O oposto era o desejado. No momento logo após a noite que pedi desculpas para Ela por ter desejado dominá-la, se abriu para mim que eu era realmente submisso a Ela, que o período que fui seu Dominador, eu estava na realidade a satisfazendo buscando outra forma de relacionamento e que esse período havia terminado, ficando apenas uma bela lembrança.
O que se passava era que, quando me sentia não desejado como submisso por Ela, eu tentava, na verdade, chamar sua atenção, mostrando meu desejo por Ela e buscando seu bem-estar. E isso se intensificava a cada momento que me sentia assim. E me deu receio da possibilidade de eu ter conseguido realizar essa inversão de novo. Então o problema estava em realmente entender essa situação e sentimentos envolvidos e achar o que nós realmente queríamos.
Eu ser submisso pleno e Ela ser minha Dona Dominando-me total e incontestavelmente era nossa realidade, só precisava de uns ajustes.
Pedi a Ela que não deixasse de me usar em nenhum momento, que isso era a minha realização máxima e que não deveria ter medo de usar-me ou de passar algum limite meu, pois isso seria meu êxtase pessoal, pois assim me sentiria útil e teria meu objetivo alcançado, uma vez que meu amor à Ela era tão grande que desejava ser totalmente servil a Ela para sua felicidade e conforto. E Ela poderia sempre contar comigo para ter conforto e prazer que desejasse, na hora que quisesse.
Caso houvesse um momento em que não me achasse útil ou mesmo quisesse ficar à sós, que me descartasse e colocasse como um chapéu ou roupa pendurada num canto no cabide à espera para ser útil de novo. Ou como um abajur desligado, aguardando ser ligado novamente. Só teria que respeitar ou me deixar sossegado nos momentos em que estivesse com crise de enxaqueca, um mal que me assola, infelizmente.
E assim ficou combinado.
Mas voltando, a RAINHA M me mandou, prontamente, que , no dia seguinte eu usasse Cinto de Castidade quando estivesse fora de casa e me incumbiu de algumas tarefas. Isso me fez novamente sentir útil e me acalmou. Fiz o que fui designado e vesti com prazer o Cinto.
Durante o dia, o Cinto me fez sentir a mão de minha Dona envolta do meu pinto e saco, apertando-os e beliscando às vezes. Apensar do prazer de sentir isso, minha excitação e , como posso dizer, alma, ficaram serenos, como se submetidos à vontade Dela, sem questionarem. Senti um prazer imenso e contido pois sei que Ela não quer que eu o sinta longe Dela.
À noite, ao chegar em casa, várias vezes pude ser útil a Ela e isso intensificou minha paz, me sentindo cada vez que a servia, mais feliz e completo em minha submissão. Como se meu amor por Ela estivesse sendo acariciado por suas mãos.
Apenas um momento à tarde lembrei e imaginei a RAINHA M como minha miau, mas logo me desviei o pensamento. À noite disse a Ela o ocorrido e estendi o chicote para me punir, pois sabia que o merecia. Mas a RAINHA M disse que não me puniria, pois estava anotando as coisas e a punição viria quando Ela desejasse e não quando eu achasse que deveria. Rsrsrs.
E assim foi o dia seguinte também.
Combinamos de almoçar e a hora do meu almoço passou em muito e apesar disso a fome não veio, pois a cada minuto eu lembrava que valeria a pena esperar. Infelizmente ela não conseguiu sair do trabalho e mesmo assim não desejei me alimentar sem a ordem Dela, o que aconteceu bem depois quando Ela viu que não sairia a tempo e pelo whatsapp me autorizou a comer. Só então senti fome real e fui comer com tristeza um salgado às 16hs.
Esses são meus pensamentos e sentimentos. Vou atualizando mais nos próximos dias. Adeus.

Após eu ver o filme à tarde (o próximo Post tratará dele e das consequências, sentimentos e pensamentos), veio a noite que passei totalmente submisso à RAINHA M e para a qual pedi desculpas pela vontade de tê-la como minha submissa, voltando a Miau a ser minha posse.
Veio à minha mente, alguns pensamentos e sentimentos sobre esses últimos dias e tudo o mais que me impressionaram e inclusive, no momento em que a RAINHA M nessa noite, perguntou se eu queria dominá-la um pouco, e eu neguei, dizendo que não conseguiria, pois não sentia forças para isso, apenas queria ser guiado por Ela totalmente.
Sinto que o fato de termos trocados as posições de dominação e Submissão por um tempo há meses atrás, e esse período em que hora era submetido à vontade Dela e hora não podíamos realizar nada, por problemas da vida (vamos assim dizer) me fez oscilar muito os desejos e sentimentos. Me trouxe à mente algo que considero muito importante, ao menos para mim.

Os sentimentos envolvidos numa submissão (e consequentemente na Dominação) são intensos e delicados. Como submisso (tanto homem como mulher e qualquer tipo de relação que se tenha) meu desejo é servir à minha Dona e ser usado como e quando Ela desejar.
Esse sentimento e vontade é natural da submissão. Eu me sinto muito mal num período em que não é possível eu ser dominado, pois parece que não sirvo à minha Dona como submisso e como o faço por amor total a Ela, me sinto aos poucos não amado por Ela, ou como se não fizesse importância minha presença e sentimentos para Ela. Então, começo a querer compensar esse sentimento e conflito dentro de mim, buscando algo para preencher tanto a mim, como ao relacionamento para que não esfrie. Como Ela já foi minha gatinha submissa e gozava muito intensamente nessa fase, a conclusão lógica (para mim) era voltar a essa situação, pois assim não esfriaria a relação e ficaríamos satisfeitos sempre.

Mas me enganei, pois não era o que realmente desejava e nem a RAINHA M. O oposto era o desejado. No momento logo após a noite que pedi desculpas para Ela por ter desejado dominá-la, se abriu para mim que eu era realmente submisso a Ela, que o período que fui seu Dominador, eu estava na realidade a satisfazendo buscando outra forma de relacionamento e que esse período havia terminado, ficando apenas uma bela lembrança.
O que se passava era que, quando me sentia não desejado como submisso por Ela, eu tentava, na verdade, chamar sua atenção, mostrando meu desejo por Ela e buscando seu bem-estar. E isso se intensificava a cada momento que me sentia assim. E me deu receio da possibilidade de eu ter conseguido realizar essa inversão de novo. Então o problema estava em realmente entender essa situação e sentimentos envolvidos e achar o que nós realmente queríamos.
Eu ser submisso pleno e Ela ser minha Dona Dominando-me total e incontestavelmente era nossa realidade, só precisava de uns ajustes.
Pedi a Ela que não deixasse de me usar em nenhum momento, que isso era a minha realização máxima e que não deveria ter medo de usar-me ou de passar algum limite meu, pois isso seria meu êxtase pessoal, pois assim me sentiria útil e teria meu objetivo alcançado, uma vez que meu amor à Ela era tão grande que desejava ser totalmente servil a Ela para sua felicidade e conforto. E Ela poderia sempre contar comigo para ter conforto e prazer que desejasse, na hora que quisesse.
Caso houvesse um momento em que não me achasse útil ou mesmo quisesse ficar à sós, que me descartasse e colocasse como um chapéu ou roupa pendurada num canto no cabide à espera para ser útil de novo. Ou como um abajur desligado, aguardando ser ligado novamente. Só teria que respeitar ou me deixar sossegado nos momentos em que estivesse com crise de enxaqueca, um mal que me assola, infelizmente.
E assim ficou combinado.
Mas voltando, a RAINHA M me mandou, prontamente, que , no dia seguinte eu usasse Cinto de Castidade quando estivesse fora de casa e me incumbiu de algumas tarefas. Isso me fez novamente sentir útil e me acalmou. Fiz o que fui designado e vesti com prazer o Cinto.
Durante o dia, o Cinto me fez sentir a mão de minha Dona envolta do meu pinto e saco, apertando-os e beliscando às vezes. Apensar do prazer de sentir isso, minha excitação e , como posso dizer, alma, ficaram serenos, como se submetidos à vontade Dela, sem questionarem. Senti um prazer imenso e contido pois sei que Ela não quer que eu o sinta longe Dela.À noite, ao chegar em casa, várias vezes pude ser útil a Ela e isso intensificou minha paz, me sentindo cada vez que a servia, mais feliz e completo em minha submissão. Como se meu amor por Ela estivesse sendo acariciado por suas mãos.
Apenas um momento à tarde lembrei e imaginei a RAINHA M como minha miau, mas logo me desviei o pensamento. À noite disse a Ela o ocorrido e estendi o chicote para me punir, pois sabia que o merecia. Mas a RAINHA M disse que não me puniria, pois estava anotando as coisas e a punição viria quando Ela desejasse e não quando eu achasse que deveria. Rsrsrs.
E assim foi o dia seguinte também.
Combinamos de almoçar e a hora do meu almoço passou em muito e apesar disso a fome não veio, pois a cada minuto eu lembrava que valeria a pena esperar. Infelizmente ela não conseguiu sair do trabalho e mesmo assim não desejei me alimentar sem a ordem Dela, o que aconteceu bem depois quando Ela viu que não sairia a tempo e pelo whatsapp me autorizou a comer. Só então senti fome real e fui comer com tristeza um salgado às 16hs.

Esses são meus pensamentos e sentimentos. Vou atualizando mais nos próximos dias. Adeus.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
ULTRAPASSANDO LIMITES
Bom dia a todos!
Ontem à noite eu não estava bem, estava com uma dor de cabeça desde o meio da tarde e que insistia em não parar de doer. Não sei se já comentei antes, mas tenho enxaqueca, o que afeta todo meu corpo quando estou numa crise, mesmo leve, como era o caso.
Mas, como não era uma crise forte, podia atender às solicitações de minha DONA.
E dito e feito, hoje ELA exigiu serviços meus para atendê-la em suas vontades desde o lanche da tarde, no qual me mandou fazer um lanche conforme ELA desejou, bom como na janta, também solicitou que trouxesse para ELA a comida conforme seu pedido.
Foi um prazer atendê-la e isso me faz sentir útil a ELA, me dando satisfação em ser seu escravo.
Mas a cabeça estava presente, infelizmente.
Depois, me mandou tirar a barba do meu rosto, que estava um pouco mais crescida, mas pela falta de barbear por nem um dia, mas pelo efeito de termos feito amor (com gozo, EBAAAAA!!!!!) na noite anterior e de hoje, quando nos deitamos para cochilar à tarde, ter me excitado com suas mãos e depois parado. Esse tipo de coisa, faz com que meus hormônios acelerem e uma das consequências é que minha barba cresce bem rápido. Como ela é cerrada e farta, tendo que fazê-la normalmente a cada 24hs, quando me excito, muitas vezes tenho que fazê-la mais uma vez à noite.
Quando fomos nos deitar à noite, ELA mandou que eu beijasse suas nádegas e assim o fiz por um bom tempo, enquanto ELA relaxava deitada de bruços. Depois mandou que beijasse a região de sua púbis, aos poucos abrindo as pernas para que eu beijasse envolta de sua vagina.
Era uma delícia fazer isso, mas a excitação não vinha, pois minha cabeça ainda estava presente, e firme me atrapalhando. Porém, como tenho satisfação e prazer em fazê-la feliz e realizada, isso bastava para me satisfazer e me fazer sentir útil novamente e realizado por ser seu submisso e poder atendê-la no que minha DONA precisar.
Ela perguntou se meu pinto já estava duro, mas infelizmente hoje isso não aconteceu. Contei a ELA que ainda estava com dor de cabeça leve, mas estava me incomodando e que poderia continuar a satisfazê-la, mas que infelizmente seria muito difícil ter uma ereção.
Dai continuei a lamber e chupar seu pinguelo (como ELA chama seu clítoris) mas logo pediu que parasse e que me deitasse ao seu lado para que eu pudesse melhorar e atendê-la melhor depois, já curado.
Adoro servi-la, pois ELA é isso! Minha DONA, exigente, pronta para me usar, mas generosa e justa.
Ontem à noite eu não estava bem, estava com uma dor de cabeça desde o meio da tarde e que insistia em não parar de doer. Não sei se já comentei antes, mas tenho enxaqueca, o que afeta todo meu corpo quando estou numa crise, mesmo leve, como era o caso.
Mas, como não era uma crise forte, podia atender às solicitações de minha DONA.
E dito e feito, hoje ELA exigiu serviços meus para atendê-la em suas vontades desde o lanche da tarde, no qual me mandou fazer um lanche conforme ELA desejou, bom como na janta, também solicitou que trouxesse para ELA a comida conforme seu pedido.
Foi um prazer atendê-la e isso me faz sentir útil a ELA, me dando satisfação em ser seu escravo.Mas a cabeça estava presente, infelizmente.
Depois, me mandou tirar a barba do meu rosto, que estava um pouco mais crescida, mas pela falta de barbear por nem um dia, mas pelo efeito de termos feito amor (com gozo, EBAAAAA!!!!!) na noite anterior e de hoje, quando nos deitamos para cochilar à tarde, ter me excitado com suas mãos e depois parado. Esse tipo de coisa, faz com que meus hormônios acelerem e uma das consequências é que minha barba cresce bem rápido. Como ela é cerrada e farta, tendo que fazê-la normalmente a cada 24hs, quando me excito, muitas vezes tenho que fazê-la mais uma vez à noite.
Quando fomos nos deitar à noite, ELA mandou que eu beijasse suas nádegas e assim o fiz por um bom tempo, enquanto ELA relaxava deitada de bruços. Depois mandou que beijasse a região de sua púbis, aos poucos abrindo as pernas para que eu beijasse envolta de sua vagina.Era uma delícia fazer isso, mas a excitação não vinha, pois minha cabeça ainda estava presente, e firme me atrapalhando. Porém, como tenho satisfação e prazer em fazê-la feliz e realizada, isso bastava para me satisfazer e me fazer sentir útil novamente e realizado por ser seu submisso e poder atendê-la no que minha DONA precisar.
Ela perguntou se meu pinto já estava duro, mas infelizmente hoje isso não aconteceu. Contei a ELA que ainda estava com dor de cabeça leve, mas estava me incomodando e que poderia continuar a satisfazê-la, mas que infelizmente seria muito difícil ter uma ereção.
Dai continuei a lamber e chupar seu pinguelo (como ELA chama seu clítoris) mas logo pediu que parasse e que me deitasse ao seu lado para que eu pudesse melhorar e atendê-la melhor depois, já curado.
Adoro servi-la, pois ELA é isso! Minha DONA, exigente, pronta para me usar, mas generosa e justa.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
CASTIDADE - Diário 9 GOZEEEEEEIIII
Gozeeeeeiiiiii, ebaaaaa!!!!!
Finalmente minha DONA me deixou gozar!
Fizemos amor gostoso, aos moldes do que descrevi no CASTIDADE - Diario 8, e ELA quis sentir um orgasmo mais intenso, pois meu cacete começou a "atiçar" o ponto "G" DELA e ELA decidiu não parar, mesmo que para isso eu gozasse.
Foi o que aconteceu. Não consegui me conter, pois os movimentos dela ficaram frenéticos na hora "H" e eu gozei superforte.
Dormimos "relaxados" hoje, rsrsrs. Relaxei bastante.
O engraçado, não sei se por coincidência ou não, mas hoje pela manhã quando fui colocar o cinto de castidade, tive uma incrível dificuldade. Parece que as bolas não serviam no anel, que as travas beliscavam mais meu cacete e por fim, a gaiola não queria de jeito nenhum entrar, parecia que insistia em ficar sobrando e beliscando com muita dor. Consegui no final.
Depois, parecendo principiante na castidade, o anel ficou ardendo, como se estivesse beliscando a base do meu saco. Hoje estava difícil mesmo, rsrsrs. Com muito custo consegui ajeitar e tudo entrou nos eixos, rsrsrrs. Eita, preciso re-aprender tudo, será?
Bem que no Castidade Masculina Controlada ele cita e (eu re-postei em Fases da Castidade Masculina) que após um orgasmo (a ultima fase de um casto) tudo começa do zero. Só não pensei que fosse tão do zero assim, rsrsrs. Ainda conto com uma possível manhã atrapalhada, já que atrapalhado é meu sobrenome, rsrsrs.
Abraços a todos. Até o próximo Castidade - Diário 10.
Finalmente minha DONA me deixou gozar!
![]() |
| Você quer gozar, não é? Então goze!!! |
Foi o que aconteceu. Não consegui me conter, pois os movimentos dela ficaram frenéticos na hora "H" e eu gozei superforte.
Dormimos "relaxados" hoje, rsrsrs. Relaxei bastante.
O engraçado, não sei se por coincidência ou não, mas hoje pela manhã quando fui colocar o cinto de castidade, tive uma incrível dificuldade. Parece que as bolas não serviam no anel, que as travas beliscavam mais meu cacete e por fim, a gaiola não queria de jeito nenhum entrar, parecia que insistia em ficar sobrando e beliscando com muita dor. Consegui no final.
Depois, parecendo principiante na castidade, o anel ficou ardendo, como se estivesse beliscando a base do meu saco. Hoje estava difícil mesmo, rsrsrs. Com muito custo consegui ajeitar e tudo entrou nos eixos, rsrsrrs. Eita, preciso re-aprender tudo, será?
Bem que no Castidade Masculina Controlada ele cita e (eu re-postei em Fases da Castidade Masculina) que após um orgasmo (a ultima fase de um casto) tudo começa do zero. Só não pensei que fosse tão do zero assim, rsrsrs. Ainda conto com uma possível manhã atrapalhada, já que atrapalhado é meu sobrenome, rsrsrs.
Abraços a todos. Até o próximo Castidade - Diário 10.
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