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sexta-feira, 6 de maio de 2016

TODOS FALHAMOS

É incrível o poder de perturbar a nós homens quando falhamos na cama.
Nunca tive esse problema, mas algumas vezes aconteceram, e não tenho vergonha de falar isso, pois é natural, não somos super-homens, por mais que desejemos isso.
Não sei se todos se lembram, mas hoje tenho 50 anos e, posso dizer, bem vividos.

O foco deste post hoje é sobre quando nós homens falhamos na cama, com minha vivência disso.
O que posso dizer é que, hoje sinto realmente um declínio da capacidade sexual que tenho. Parece que vamos ficando menos fáceis que antes, rsrrs.
Me lembrei da piada sobre a comparação da idade dos homens com os animais, kkkkk:



É parece que sou o Papagaio mesmo, rsrsr. Como sim, mas menos que comia antes e desejava poder comer.

Piadas à parte, graças a Deus que não sofro de impotência ou qualquer coisa parecida. Posso ter meus momentos em que não consigo, mas sempre foram raros.
Acredito que, nessa situação o "não conseguir uma ereção" esteja mais relacionada a cansaços físicos, problemas de saúde (como dor de cabeça e etc) e mesmo estresse na vida (trabalho, problemas pessoais e etc). Porém, esse tipo de "impotência" não é problemática se não se prolongar e não encontrar motivos de se fortificar, ou seja, se for tratada com respeito e carinho entre os amantes, dando-se tempo de recuperação.
Se for possível entender o que vou expor abaixo (meus achismos e sentimentos pessoais), pode ser mais fácil e simples do que parece:

Quanto mais a idade chega, percebo que o tempo de recuperação de um orgasmo parece aumentar e, hoje com 50 anos, percebo também que após gozar, fico disposto a sexo algumas horas depois entre 2 ou 3 horas e durante o próximo 1 ou 2 dias (se for mantida a excitação logo após o gozo, posso até ficar ereto, mas logo o ritmo e tempo para a excitação tem que ir aumentando para manter essa ereção, muitas vezes, ficando um incomodo mantê-la (não se perde nada em tentar, rsrsrs).
Outra coisa, após, se nesse período acontecerem mais de 1 orgasmo, a tendência é de aumentar a força necessária para conseguir e manter uma ereção.
Depois desse prazo é como se eu sentisse desejo, mas não houvesse pré-disposição para sexo. Como se o desejo, passasse do pinto para a cabeça e coração.


Fico apaixonado, quero dar e receber carinho, mas é mais gostoso deitar pelados de conchinha com a RAINHA M e ficar acariciando-a e conversando, que simplesmente ser mais atrevido e querer sexo.
Isso não quer dizer necessariamente que não sinto desejo ou mesmo não quero "brincar" com a RAINHA M, pelo contrário, sim quero e tento.


Uma vez que me sinto desse modo, também sou mais receptivo ao carinho e sei que, se estimulado, o desejo e tesão vêem, mas demora um pouco mais para uma ereção. Porém, assim que vêm, vem com força e muito tesão mesmo, possibilitando satisfazer até mesmo melhor a RAINHA M.


Se for deixado sem estímulos, demora alguns dias, mas a vontade de sexo retorna naturalmente. É como se, por uns dias, meu pinto estivesse dormente e não é fácil fazê-lo se excitar, só com manipulação constante da RAINHA M e trocas de carinhos intensos nas preliminares, pois um "sai da cama e vai pegar o gel e fechar a porta pode fazer, que nas preliminares a excitação se vá (se já estiver bem excitado, isso não ocorre) tendo que se reiniciar todo o trabalho, rsrsrs."

Pensando nisso, creio que aprendi, ou entendi uma coisa, temos que mudar a ótica: "Apesar de parecer desinteresse, essa fase pode ser mais proveitosa se a iniciativa se der à partir da RAINHA M, pois, de minha parte, posso demorar uns dias para ficar pronto para ser mais 'atrevido' e tentar excitá-la por minha iniciativa."


Também acredito que, pela sequencia de sentimentos e sentidos envolvidos na fase pós orgasmos, até voltar a vontade de "ser atrevido", o amor, apesar de intensificado, fica mais recluso e dependendo de estímulos externos para se manifestar.


Desse modo, é que talvez a minha submissão tenha aflorado há pouco tempo, pois reflete exatamente esse quadro: "Ama-se muito, tem-se necessidade de dar carinho com frequência e constância, fica-se mais aberto a receber carinho de quem ama e mais sensível à exclusão desse carinho ou mesmo da não compreensão desse momento íntimo meu e, penso, de qualquer homem nessa fase."


Nesse sentimento de submissão, servidão explícita, é que entram as necessidades de se dedicar e obedecer ao ser amado, à RAINHA M. Calados, nos entregamos aos seus caprichos e vontades. 






Porém, quanto mais o tempo passa, sem que o amor diminua, essa necessidade de submissão e servidão vão diminuindo se não forem usadas e aplicadas.


Existe algo que às vezes nos atrapalha no obedecer nossas DONAS que é a vergonha de realizarmos um comando DELAS. Por exemplo, a RAINHA M pediu que eu pintasse suas unhas no Domingo ultimo e eu disse que não, porque tinha gente em casa, e eu ficaria constrangido! Ela se calou e deixou para lá! Mas, hoje, ao escrever esse Post, pensei direito, e, salvo algumas condições postas no acordo mútuo entre nós e os regidos pelas Palavras de Segurança, meu constrangimento não deveria ser levado em conta, pois sou seu submisso, e devo servi-la quando e onde ELA desejar. Ou seja, eu que engolisse meu constrangimento e realizasse o que ELA me ordenou, pois ELA manda e eu obedeço, e só assim posso ser plenamente seu servo.



Se nossas DONAS nos usarem com intensidade, inclusive sexualmente (por masturbação em nós, excitando-nos ao sexo com ELAS, ou mantendo-nos em treinamentos que já expus anteriormente, sob a supervisão ou co-participação DELAS), podem retardar as fases seguintes de nossas vidas sexuais declinantes, retardando as próximas fases de nossas idades na piada acima.
E já pensaram, se ELAS usarem seu poder sobre nós, para que não gozássemos? Estaríamos sempre "no limite" de estarmos prontos a atendê-las (com exercícios constantes), com nosso amor e devoção em alto nível e retardando ao máximo nossa fase de "apatia".

Imaginem agora isso tudo com a obrigação de usarmos Cinto de Castidade e com nossas DONAS em constante fiscalização e ação conosco? Seria nosso paraíso e o DELAS também.


Durante esses períodos é que se sente a maior necessidade de controle de nossas DONAS e de nos sentirmos cada vez mais sob seus controles. Dessa forma entra mais intensamente a presença dos Cintos de Castidade e por períodos cada vez maiores, até mesmo sem tirar nem para dormir (recomendo apenas para o banho) entre os usos desejados pelas nossas DONAS

Já pensou ainda ser Papagaio na idade da Cigarra? ou mesmo na idade do Condor? Afinal, o que não se usa, atrofia, kkkkkkk. Nem nós, nem nossas DONAS, esposas e etc querem isso.

Em resumo, manter, respeitando-se o tempo de cada um, a estimulação sexual, pode deixar a fase de amor intenso, porém mais passivo, bem prolongada e retardar a fase de não excitação ou mesmo evitá-la. Se essa fase chegou, use seu submisso com intensidade, reforçando e agradecendo seu amor e devoção até a fase em que ele se mostre mais aberto a "ser atrevido", o que, possivelmente acontecerá em menos tempo que se deixá-lo "sem uso" e menos valorizado pelo amor que lhe devota.

Em resumo ainda maior, somos humanos e nossos sentimentos nos conduzem também, Entendê-los e usa-los a favor do amor entre você e sua DONA é o segredo da satisfação mútua.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

CASTIDADE - Diário 9 GOZEEEEEEIIII

Gozeeeeeiiiiii, ebaaaaa!!!!!

Finalmente minha DONA me deixou gozar!
Você quer gozar, não é?
Então goze!!!
Fizemos amor gostoso, aos moldes do que descrevi no CASTIDADE - Diario 8, e ELA quis sentir um orgasmo mais intenso, pois meu cacete começou a "atiçar" o ponto "G" DELA e ELA decidiu não parar, mesmo que para isso eu gozasse.
Foi o que aconteceu. Não consegui me conter, pois os movimentos dela ficaram frenéticos na hora "H" e eu gozei superforte. 


Dormimos "relaxados" hoje, rsrsrs. Relaxei bastante.
O engraçado, não sei se por coincidência ou não, mas hoje pela manhã quando fui colocar o cinto de castidade, tive uma incrível dificuldade. Parece que as bolas não serviam no anel, que as travas beliscavam mais meu cacete e por fim, a gaiola não queria de jeito nenhum entrar, parecia que insistia em ficar sobrando e beliscando com muita dor. Consegui no final.


Depois, parecendo principiante na castidade, o anel ficou ardendo, como se estivesse beliscando a base do meu saco. Hoje estava difícil mesmo, rsrsrs. Com muito custo consegui ajeitar e tudo entrou nos eixos, rsrsrrs. Eita, preciso re-aprender tudo, será?
Bem que no Castidade Masculina Controlada ele cita e (eu re-postei em Fases da Castidade Masculina) que após um orgasmo (a ultima fase de um casto) tudo começa do zero. Só não pensei que fosse tão do zero assim, rsrsrs. Ainda conto com uma possível manhã atrapalhada, já que atrapalhado é meu sobrenome, rsrsrs.

Abraços a todos. Até o próximo Castidade - Diário 10.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Castidade - Diário 7 (uma nova sensação)

Nos treinos que a RAINHA M tem realizado, ela me mandou dar detalhes de um deles como exemplo e publicar no blog. Basicamente ela tem intensificado os tease&denial. Segue:

Nova noite, fui dormir mais uma vez sem esperanças de poder gozar. RAINHA M tem salientado que eu não gozaria tão cedo e sempre me encaixa em seu corpo para que eu lhe dê conforto para dormir. Ela sempre me agarra como um travesseiro de corpo, me abraçando com seus braços e pernas, e eu fico imóvel até que ELA durma confortavelmente.


Esta noite foi diferente:
No meio da noite, acordei com as mãos da RAINHA M em meu pinto, massageando-o. Quando acordei, eu já estava excitado e me mexendo de prazer. Ela continuou a massageá-lo, a alisar meu saco bem de levinho.


De repente ELA parou e se virou de lado, puxando meu pinto para acompanhá-la e o levou até sua buceta, já úmida. Ficou brincando com ele sem penetrar, mas forçando-o às vezes. Revesou com seu cú, e se esfregava toda em mim, mostrando seu pescoço (como adoro ELA de cabelo curto, fica com o cangote livre, me dá um tesão só de pensar) que logo fui beijar e chupar de levinho como minha DONA adora.
E ficou assim por um tempo, mas às vezes, deixava a ponta do cacete entrar na buceta bem de levinho.
Afff, fiquei a ponto de explodir, tamanha a vontade de gozar!
De repente ELA mudou e se virou ficando de quatro para que eu a comesse por trás. Pronto, fiquei de joelhos e enfiei na sua buceta bem gostoso. Comecei a bombar e ELA adorando. Só que estava muito excitado e quase gozando. Pedia para ELA me deixar gozar, mas ELA negava. Então eu tinha que ficar tirando meu pau de dentro DELA de repente e muitas vezes! Estava ficando difícil me controlar!!!
De novo ELA mudou e deitou de lado para eu penetrar seu cú, mas agora mais fundo. Logo desistiu e me mandou pegar seu vibrador (um tipo coelho), o fato de eu sair e ir pegar a chave da maletinha em que ELA guarda seus brinquedinhos, já me acalmou um pouco.
Então ELA pegou seu brinquedo e voltou à posição de antes, mandando que eu A penetrasse.

Enfiei gostoso em sua buceta, junto com o vibrador. ELA quase gozou de prazer. E logo eu tive que voltar a tirar meu cacete de dentro DELA, senão gozava.
ELA mudou de novo e me colocou de costas na cama para que ELA sentasse no meu cacete. E enfiou tudo na buceta DELA deixando de lado o vibrador.
Me dava os seios para chupar e lamber, enquanto mexia seu quadril com o meu cacete lá dentro!!! Quase gozei umas 4 vezes, mas avisei a tempo e ELA tirava sua buceta e ficava de lado esperando eu me "acalmar". 
De repente, ELA me mando parar e se deitou de lado, dizendo que chegava. Para eu dormir e descansar. Se deitou, me puxou e ficamos frente a frente com as pernas entrelaçadas. Foi difícil, mas fui me tranquilizando, até, depois de muito tempo, meu cacete voltar a ficar mole. 

Mas logo, meu cacete voltou a ficar duro e ficou cutucando perto da buceta DELA, aí tentei ver se ELA queria mais um pouco, forçando ele contra a buceta DELA, o que foi bem aceito, rsrsrs.
Voltamos a fazer amor!, só que desta vez foi mais rápido!
Ela me deixou brincar com a buceta DELA por um tempo, se virou de costas para mim, e quando eu comecei a querer gozar, ELA me mandou ficar quieto de novo e que eu dormisse.

Assim se fechou aquela noite. As outras tem sido parecidas e fico esperando pela próxima que virá!!!!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MANUAL DA SENHORA - 10 MANDAMENTOS


Esse texto encontrei e adaptei do blog Castidade Controlada, segue o link:
http://castidadesubmissao.blogspot.com.br/2014/10/mistress-manual-2001-e-descreve-dez.html
Descreve alguns itens que podem ser úteis a uma RAINHA ao se tornar DONA de um submisso e torná-lo seu escravo particular, mas também a lembrá-la da essência de possuí-lo.
_______________________________________________________________________________

Este texto foi traduzido e adaptado do Mistress Manual, 2001

1. Controle o orgasmo e você controla o homem.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu homem-egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel; não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele estará humildemente aos pés da mulher, suplicando… Um homem nessa situação fica completamente submisso, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirão forças para agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo voltará à estaca zero, levando tempo para voltar a ser submisso completo.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar o submisso em seu lugar.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário. A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, a apreensão e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e apreensão ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação para controlá-lo.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar… enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. 
Se os fizer gozar, saiba que retornarão ao estado displicente e de pouca submissão, necessitando de um novo período para se re-adequarem.

Excitação sem orgasmo, sem alívio… Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use sentimentalismo, chicote, contrato, cordas ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, porta objetos e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só aos masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais “espiritual” e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior…Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanso a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu submisso extremo, usar uniforme de serviço se for o caso, permanecer pelado sempre e dormir no chão… Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

CASTIDADE - CUIDADOS da FEMDOM

Desculpe minha pretensão, mas sempre falo pela parte do submisso, porém, hoje falarei do que sinto como necessário por comportamento da DOMINADORA diante da Castidade Masculina Controlada.
Não tenho a intenção de dizer como uma DONA deve se comportar para com seu submisso, mas sim das sensações que envolve ser um submisso sob Castidade Masculina Controlada com sua DONA.

Para início, como em toda relação, a experiência deve ser comum entre os dois envolvidos, ou seja, deve ter a participação de ambos os envolvidos, ou seja, não adianta só o sub obedecer e se dedicar, a DONA também tem que estar presente, ou senão se parece com uma masturbação solitária, só um dá prazer a si mesmo.

A DONA deve:
  1. Estabeleça um período de adaptação (uma semana ou duas é o suficiente), converse sempre
    com seu sub sobre o conforto, limpeza, e como ele está executando as tarefas que são dificultadas pelo uso do CINTO, se necessário, estenda o período por mais um tempo, até que tudo entre nos eixos. Nesse período pode deixar uma chave com ele para qualquer emergência, mas peça a chave quando ele estiver com você. Depois desse período tome a chave dele ou use lacres (comprei em uma papelaria uns lacres para malote e deram certinho), mas controle os números usados e mostre que você controla.
  2. Se você usar o cinto, pendure a chave em um
    lugar à vista em seu corpo, como um colar, pulseira, etc, mesmo que não seja a original, seja uma similar.
  3. Sempre checar o Cinto de Castidade de seu escravo, se está bem trancado, sem chance de ser tirado por ele, se está limpo, etc.
  4. Qualquer cena que você faça, realize-a, pelo menos inicialmente com o cinto colocado, depois, você pode retirá-lo. 
  5. Outro detalhe importante, não esqueça dos acessórios quando ele for requisitado para realizar
    uma tarefa ou cena para VOCÊ, principalmente a COLEIRA, para que se enfatize sua DOMINAÇÃO e reforce a sensação de submissão de seu escravo. Pode-se acentuar essa sensação adotando algumas ações extras, como imobilizá-lo total ou parcialmente, deixando apenas o que lhe convier livre.
  6. No período de treino do uso, forçar o uso com objetivo em 24horas ininterruptas, dê um prazo inicial de 2 dias, depois vá aumentando gradualmente até atingir uma semana sem tirar nem para dormir nem para tomar banho. Lógico que esse treino é maior que o período de adaptação, pois uma coisa é você se acostumar a usar, outra é entender como seria não tirá-la mais, e portanto a chave e controle devem já estar na mão da DONA.
  7. Sempre esteja presente quando seu escravo tirarou colocar o Cinto. Você destranca, VOCÊ tranca, nunca a chave ou lacre devem ser manuseados pelo escravo. Mesmo quando ele for tomar banho, o ideal é que você esteja vigiando-o, para que ele não tente manipular a área genital por tempo maior que o necessário e aos poucos exija que ele faça sua higiene sem remover o Cinto.
  8. Tenha o costume de excitá-lo sempre, principalmente com o Cinto colocado, deixe-o de
    pau bem duro e que ele aguente a dor por estar na gaiolinha. Nunca deixe-o confortável demais fazendo apenas a rotina diária, faça-o lembrar que ele também tem desejo e quem manda nesse desejo é a DONA dele e ninguém mais. Incremente mais a experiência com o uso exposto no item 5.
  9. Quando quiser que ele LHE sirva de algum modo,
    dê preferencia que seja pelado com a Coleira e o Cinto, pois assim reforça-se mais a relação de seu DOMÍNIO sobre a submissão dele.








segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

CASTIDADE - DIÁRIO 2

BOM DIA A TODOS,
Hoje coloquei o cinto com o espaçador menor, parece ser o certo mesmo, sem folga, sem muito incomodar. Mas como li de alguém, não lembro aonde, se não suportar um pouco de incomodo melhor conversar com sua DONA e desistirem da Castidade e buscar outro meio.

Ontem a RAINHA M, tentou fazer Tease&Deny, mas acabei gozando! A cabeça do pinto fica bem sensível. Aí, não consegui me conter. 
Sugeri a ELA que fizesse mais massagem no corpo do Pênis e que não fosse tão forte e constante na cabeça, a fim de eu me acostumar com o tesão o maior tempo possível de contato, e não ir direto ao extremo da sensação com perigo de eu gozar sem controle (apesar de arruinado).

E sugeri também que ela massageasse o saco enquanto tento me conter de um orgasmo, para que eu me acostume com a constância do toque, sem que seja necessária a interrupção.
Se deu certo ainda não sei!, Assim que tentarmos conto para todos!
Se houver sugestões, por favor, me ajudem e comentem sua experiência!!!

Ah! queria dar boas vindas aos nossos amigos do Blog http://castidademasculinacontrolada.blogspot.com.br/ (o link permanecerá também, na coluna direita para quem quiser acesso a ele).
Espero que essa troca de idéias e experiências seja frutífera a todos.

sábado, 26 de dezembro de 2015

CASTIDADE - DIÁRIO 1

Estou no meu 4º dia de castidade controlada pela RAINHA M.


AS BOLAS QUE NÃO GOZAM, DOEM COM A NECESSIDADE.
OU MEREÇA SER APERTADO PELAS MÃOS DE SUA SENHORA.
Tem sido mais fácil, vamos dizer confortável, usar o Cinto.
Tenho usado o Óleo Corporal PAIXÃO e me pareceu a melhor opção, pois, como disse antes, mantem uma camada fina de óleo, apesar do tempo de uso.
Quando colocava o cinto, depois de um tempo, uns 20/30 minutos, precisava ajustar o mesmo, pois a parte inferior do saco começava a incomodar. Puxava um pouco mais a pele que ficava fora da argola para poder dar conforto. Hoje ao colocar o Cinto, logo após, com a ajuda de uma toalha, puxei essa pele e passei um pouco mais de Óleo com meu dedo nessa região.

Resultado: fazem quase 2 horas e nenhum desconforto.
(ATUALIZANDO: MAIS DE 4 HORAS SEM MAIORES DESCONFORTOS)
O problema que sinto é durante o dia, quando a gaiola "gira" para um lado e acaba pressionando uma das bolas, o que causa desconforto e dor. Percebi que, como fico muito sentado no trabalho, a gaiola também tende a abaixar e entrar no meio das pernas. Tenho tentado ficar com as pernas meio abertas quando sentado e busco um posição que evite ela se deslocar para baixo, conferindo e ajeitando eventualmente.
Acho que no mais, tem sido ok!

MAS ACHO QUE VOU MUDAR O ESPAÇADOR PARA UM MAIOR PARA TESTAR
A RAINHA M está me ajudando, mas o treino de Brinquedo Sexual parou, como se ELA quisesse que eu me acostumasse com a Gaiola, mas não sei, pois simplesmente nada acontece à noite ou quando estamos juntos. ELA tem sido mais Dominante, pois impõe mais suas vontades e ordens, lembrando-me sempre, mesmo com a presença de outros, quem manda e quem obedece. Mas sinto falta do treino. Só me resta aguardar.

A gaiola deixa sempre uma sensação de "roçar" no pinto, principalmente na cabeça, o que tem aumentado o tempo em que ele está sentido-se manipulado (por assim dizer), acho que isso é favorável para me acostumar como essa sensação de prazer, mas falta ainda a intensa.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

SUBMISSO REBELDE ??


Parece estranho falar nisso, ainda mais eu sendo um submisso dedicado à RAINHA M!
Eu sei, mas acontece!
E de várias maneiras.
Não vou falar daqueles submissos que na realidade não são submissos, apenas querem uma aventura passageira e não tem isso na alma. Esses não são submissos, são pessoas experimentando algo novo. Vale! Mas depois se tocam que não são para isso e buscam novas alternativas. E por favor, deixem de sê-lo, pois o que todos queremos é a felicidade e sendo algo que não é compatível com você é a porta da infelicidade!
Não vou falar, também, daqueles que são forçados a ser submissos, pois isso não é uma relação sadia, é uma relação doente, pois não é consensual.
Falo de submissos como eu, que desejam ser servis à sua DONA e serem usados e moldados pelas vontades e desejos DELA.
Sim, mesmo nós, temos nossas rebeldias, se podemos chamar assim.
Acredito que pela natureza do homem, temos algumas preguiças e tentações de liberdade, rsrsrs. Eu explico:
Sabe quando estamos sozinhos, desde adolescentes fazemos coisas que não são permitidas, ver um filme sozinho, jogar um vídeo game que a mãe proibiu, se masturbar, e etc. Todo mundo é assim, acredito! Portanto, quando não estamos sob a supervisão de nossas DONAS, fazemos o mesmo, atrasamos nossas obrigações, deixamos algo para depois e etc. Só que se somos verdadeiros submissos, tentamos compensar de outro modo nossas DONAS e nos esmeramos depois.

Quanto mais nossas DONAS nos vigiarem, conferirem o que fizemos e manterem, por assim dizer, a "rédea curta" (opa, só em pensar em coleira e puxão, me deu tesão) menos chance desses pequenos deslizes, poderão acontecer, e mais controle terão sobre nós, e assim mais submissos seremos.
Por esse raciocínio, acho que o pior para um submisso é quando esse controle afrouxa ou não acontece.
Posso citar, também, quando o submisso é deixado de lado em um período de treino dele ou mesmo de uso de seu Cinto de Castidade, ou mesmo nas rotinas que a DONA estabeleceu e que deixou de lado, sem motivo ou mesmo como que "abandonando" suas funções de DONA (sim ser DONA também tem suas atribuições).

Digo isso, pois, nessas condições, essas "rebeldias" podem ficar visíveis e se nossas DONAS não se derem conta, a sensação de inutilidade de um submisso pode afetá-lo e ele não se completar como ser.
Nesse tipo de rebeldia , estão não realizar as ordens da DONA ao pé-da-letra e deixar evidente o desleixo, como por exemplo:


  • Se é para você se manter barbeado diariamente e passar dias sem se barbear.
  • Se você deve se depilar a região do pênis e não o faz, deixando os pelos crescerem.
  • Não se dirigir mais à sua DONA pedindo permissão para realizar coisas da sua vontade.
  • Não perguntar mais para ELA se a roupa que está vestindo LHE agrada ou se quer que se vista diferente.
  • Demorar para fazer uma tarefa quando sua DONA mandar, como trazer seu café da manhã, por estar fazendo algo de agrado próprio do submisso.
  • Realizar as ordens de sua DONA de mal grado ou mesmo bufando.

Isso pode ser um sinal de que é preciso conversar e ver o que está levando a essas sensações ou mesmo "rédeas frouxas" (opa, coleira, quase gozei, rsrsrs).
Como um submisso deseja, é ávido por servir, sua DONA, deixá-lo de lado, ou não notar o que ele fez por ELA, é uma sensação das piores possíveis para ele. Atenção é tudo.
Use-o como quiser, molde-o como quiser, puna-o como e com a intensidade que desejar, ele é SUA propriedade, e como já disse num post anterior:


AMO SER SUBMISSO
"Um submisso é como um terreno vazio que você comprou. A DONA pode fazer o que quiser com ele, construir uma casa, um comércio, escritórios, criar um jardim ou horta, o que ela desejar. Mas se ELA deixar o terreno abandonado, o mato cresce, ele é foco de doenças, mosquitos, pode ser esconderijo para uso de drogas, ou mesmo ser invadido. Cuide do que lhe pertence, ele é SEU para SUA satisfação e prazer, com o que você torná-lo."