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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

SUBMISSO REBELDE ??


Parece estranho falar nisso, ainda mais eu sendo um submisso dedicado à RAINHA M!
Eu sei, mas acontece!
E de várias maneiras.
Não vou falar daqueles submissos que na realidade não são submissos, apenas querem uma aventura passageira e não tem isso na alma. Esses não são submissos, são pessoas experimentando algo novo. Vale! Mas depois se tocam que não são para isso e buscam novas alternativas. E por favor, deixem de sê-lo, pois o que todos queremos é a felicidade e sendo algo que não é compatível com você é a porta da infelicidade!
Não vou falar, também, daqueles que são forçados a ser submissos, pois isso não é uma relação sadia, é uma relação doente, pois não é consensual.
Falo de submissos como eu, que desejam ser servis à sua DONA e serem usados e moldados pelas vontades e desejos DELA.
Sim, mesmo nós, temos nossas rebeldias, se podemos chamar assim.
Acredito que pela natureza do homem, temos algumas preguiças e tentações de liberdade, rsrsrs. Eu explico:
Sabe quando estamos sozinhos, desde adolescentes fazemos coisas que não são permitidas, ver um filme sozinho, jogar um vídeo game que a mãe proibiu, se masturbar, e etc. Todo mundo é assim, acredito! Portanto, quando não estamos sob a supervisão de nossas DONAS, fazemos o mesmo, atrasamos nossas obrigações, deixamos algo para depois e etc. Só que se somos verdadeiros submissos, tentamos compensar de outro modo nossas DONAS e nos esmeramos depois.

Quanto mais nossas DONAS nos vigiarem, conferirem o que fizemos e manterem, por assim dizer, a "rédea curta" (opa, só em pensar em coleira e puxão, me deu tesão) menos chance desses pequenos deslizes, poderão acontecer, e mais controle terão sobre nós, e assim mais submissos seremos.
Por esse raciocínio, acho que o pior para um submisso é quando esse controle afrouxa ou não acontece.
Posso citar, também, quando o submisso é deixado de lado em um período de treino dele ou mesmo de uso de seu Cinto de Castidade, ou mesmo nas rotinas que a DONA estabeleceu e que deixou de lado, sem motivo ou mesmo como que "abandonando" suas funções de DONA (sim ser DONA também tem suas atribuições).

Digo isso, pois, nessas condições, essas "rebeldias" podem ficar visíveis e se nossas DONAS não se derem conta, a sensação de inutilidade de um submisso pode afetá-lo e ele não se completar como ser.
Nesse tipo de rebeldia , estão não realizar as ordens da DONA ao pé-da-letra e deixar evidente o desleixo, como por exemplo:


  • Se é para você se manter barbeado diariamente e passar dias sem se barbear.
  • Se você deve se depilar a região do pênis e não o faz, deixando os pelos crescerem.
  • Não se dirigir mais à sua DONA pedindo permissão para realizar coisas da sua vontade.
  • Não perguntar mais para ELA se a roupa que está vestindo LHE agrada ou se quer que se vista diferente.
  • Demorar para fazer uma tarefa quando sua DONA mandar, como trazer seu café da manhã, por estar fazendo algo de agrado próprio do submisso.
  • Realizar as ordens de sua DONA de mal grado ou mesmo bufando.

Isso pode ser um sinal de que é preciso conversar e ver o que está levando a essas sensações ou mesmo "rédeas frouxas" (opa, coleira, quase gozei, rsrsrs).
Como um submisso deseja, é ávido por servir, sua DONA, deixá-lo de lado, ou não notar o que ele fez por ELA, é uma sensação das piores possíveis para ele. Atenção é tudo.
Use-o como quiser, molde-o como quiser, puna-o como e com a intensidade que desejar, ele é SUA propriedade, e como já disse num post anterior:


AMO SER SUBMISSO
"Um submisso é como um terreno vazio que você comprou. A DONA pode fazer o que quiser com ele, construir uma casa, um comércio, escritórios, criar um jardim ou horta, o que ela desejar. Mas se ELA deixar o terreno abandonado, o mato cresce, ele é foco de doenças, mosquitos, pode ser esconderijo para uso de drogas, ou mesmo ser invadido. Cuide do que lhe pertence, ele é SEU para SUA satisfação e prazer, com o que você torná-lo."

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

BRINQUEDO SEXUAL

Eu e a RAINHA M, minha Dona, vivemos num tipo de relacionamento em tempo integral (ou seja 24x7, como gostam de chamar), à exceção dos períodos de trabalho e alguns raros momentos pequenos em nosso cotidiano.




Acredito que nossa relação poderia ser mais enquadrada como Dominação Romântica, aquela que tenho colocado alguns posts e que tenho desenvolvida a ideia de modo a ajudar pessoas que possam se enquadrar nesse modo, mas nunca pensaram nisso ou forçam uma relação que não se enquadra na realidade de cada um, tornando-se muitas vezes num rótulo e não num modo de vida real.


Eu realizo tudo ao meu alcance para a satisfação e prazer da RAINHA M, pois é para isso que sirvo e para isso que desejo viver.




RAINHA M deseja que eu me aprimore como seu brinquedo sexual e que apenas ela goze nas relações e que eu esteja sempre pronto para ser "ligado" e atendê-la.
Nesses últimos dias, pusemos em prática um treinamento para poder fazer com que meu prazer não chegue ao orgasmo e portanto, chegue mais perto do desejo Dela de me ter na condição de um brinquedo sexual, mas com sentimentos e tesão.


É baseado na nossa realidade, buscamos em posts, artigos e etc que lemos ou tomamos conhecimento, mas é mais real que muitos outros que vemos por aí.

Exponho isso nos próximos posts e meio que um diário sobre o que deu certo e o que deu errado.
Quem sabe ajudamos a vocês leitores.
E por favor, vamos trocar idéias, assim um ajuda o outro e todos saem lucrando. Estamos à disposição.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

TORTURA E CASTIGO

Acho que nunca abordei esse tipo de tema de forma direta, mas acredito que seja de muita importância numa relação D/s, por isso vamos nessa...

É importante se distinguir a diferença entre "tortura" e "castigo".

A TORTURA consiste em uma prática do universo BDSM e suas cenas. Tem como objetivo buscar o prazer através da dor. Esse prazer é alcançado tanto pela Dominadora que sente prazer em infringir dor em seu escravo, como pelo próprio escravo que sente prazer em sentir dor física. 
A tortura vai desde leve, com (Por incrível que possa parecer) cócegas até pesadas, com objetos que ferem o escravo.
Esse universo sofre variações com as características pessoais de cada Dominadora ou de cada escravo. Alguns com mais vontade de sofrer/infringir a dor outros com menos, e cada um com sua capacidade de aguentar a dor.
É importante que a Dominadora descubra essa medida ideal, pois caso ela exceda, pode causar dor além do suportável fisicamente pelo seu escravo, como também, se subestimar, pode fazer como que seu escravo procure essa dor que lhe falta cometendo deliberadamente erros que gerem castigos para sua satisfação seja alcançada.
Já o CASTIGO, tem com o uso da dor como um fator de correção por um erro/falta cometida pelo escravo e além da dor física tem algo mais que para o escravo me parece pior que a dor em si. Seria a vergonha da falha, pois para um escravo, a satisfação plena de sua Dona é seu objetivo e se ele for castigado, é por causa de uma falha de sua conduta que levou sua Dona a ser desapontada por ele.
 A maior "dor" para um escravo, pode estar até mesmo na repreensão verbal dele por um erro cometido e que desapontou sua Dona.

Uma Dominadora, deve portanto, levar em conta tais nuances e saber adequar seu desejo de incutir dor na medida que seu escravo suporte e de castigá-lo da maneira que ele mais sentirá como um castigo e não com prazer. 
Aliás, um castigo não é para ser prazeroso nem ao escravo, nem à Dominadora.



Como um meio de prazer, a Tortura pode ser aplicada como um treino do corpo do escravo para suportar a intensidade dela que a Dominadora deseja aplicar nele, como também, um meio de treinar o corpo do escravo para suportar situações que exijam maior resistência dele à dor, como posições que ele deve permanecer de modo a realizar tarefas ou desejos de sua Dominadora, prolongando sua satisfação e prazer, pela tarefa exercida por seu escravo, independentemente do desconforto do mesmo.