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quarta-feira, 24 de junho de 2020

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Diário - Café da Manhã

Ontem, quando acordei, pude sentir uma felicidade imensa em ser eu mesmo. Acordei nú, deitado ao lado da pessoa que amo, que lindamente sorria, ainda dormindo. Detalhe, ela estava toda vestida.
Senti uma satisfação ao passar a mão em minha virilha, meu pinto duro e meu saco! Estavam lisos, sem pêlos! Ainda não precisava depilá-los, mas sabia que daqui uns 3 ou 4 dias, com certeza, precisaria!
Tinha acabado de ter minha mão ferida por um tapa e um empurrão que ela deu, pois tentei, ainda sonolento, por minha mão em seu seio, macio, suave e forte! Levei a mão à minha boca para acalmar o ardido e senti que os pêlos do meu bigode pinicavam a parte de cima de meu lábio superior! Inconcebível, isso teria que ser corrigido ainda hoje, senti-me, então, mais satisfeito! Reconheci algo que deveria corrigir para não sofrer uma punição boba!
Imagem relacionadaLevantei-me em silêncio. Fui à cozinha, ainda pelado e coloquei meu avental de serviço. Tinha que fazer o café com 6 medidas para um litro de água. O leite com 11 colheres de leite em pó instantâneo (temos uma colher um pouco menor que o usual) para 1,2 litros de água.
Enquanto o café escorre no coador de café, o leite, medido exatamente conforme as medidas que tomaremos, deve ser aquecido em fogo médio, sem que ferva ou mesmo fique quente demais para Ela. Devo desligar o fogo da leiteira quando as primeiras bolhas de fervura do leite começarem a aparecer nas bordas do leite com a leiteira.
Resultado de imagem para escravo domestico bdsm
Apesar de não saber se ELA deseja, já cortei um pão francês, passei manteiga em ambas as fatias e depois da frigideira quente, coloquei as fatias com a manteiga para baixo para fazer um, como ELA chama, “pão amassado” que deve estar começando a ficar escuro, marrom, e de maneira nenhuma preto/queimado. Devo ficar amassando o pão com uma espátula para que, ao aquecer, a manteiga seja absorvida pelo pão, deixando do modo que devo deixar para ELA, sempre.
Imagem relacionadaMas hoje, o leite derramou no fogão ao ferver! Demorei ao abrir a manteiga, que estava ainda lacrada e perdi o tempo exato para a temperatura do leite DELA. Imediatamente, tiro as grelhas do fogão, limpo-as, passo esponja e pano limpando leite derramado sobre a tampa de inox do fogão. Volto as grelhas e coloco um pouco de leite frio no leite fervido, esfriando-o e volto ele ao fogão para que possa chegar corretamente ao ponto de aquecimento que ELA deseja e merece. Assim fiz e, desta vez, corretamente.


Coloco tudo numa bandeja, com um prato para as fatias de pão, uma xícara já com o café com leite na medida certa, como ela gosta - mais leite que café, mas não muito - um pote de requeijão ao lado e já coloco uma colher de açúcar cristal no café com leite, sem mexer, espátulas para passar o requeijão (às vezes ELA deseja geléia, que eu levo quando têm). Tiro o avental, voltando a ficar pelado, e levo a bandeja para nosso quarto para serví-LA.
Lá entro, e beijo sua face e aviso que o seu café-da-manhã está servido. Deito ao seu lado e espero ELA acordar quando ELA desejar e fico à SUA disposição para que me use do jeito que ELA desejar.
ELA acorda depois de um bom tempo, eu a beijo no rosto, ela pega meu pênis e aperta enquanto se espreguiça. Solta, sorri e pede o café-da-manhã. Eu levanto, quieto, com o pinto meio dolorido, e a sirvo. Sento ao seu lado e espero feliz SUA próxima ordem,


Sou completo!

domingo, 2 de dezembro de 2018

Um excelente dia!


Excelente dia para todos.
O meu hoje está sendo muito bom!
Hoje é um domingo de folga no trabalho, sim estou trabalhando fora! E trabalhando muito o dia todo, chego em casa cansado e pouco tempo me resta para descansar!
Hoje, não parei de
  • lavar louça,
  • organizar roupas,
  • tirar roupa do varal e guardar no lugar,
  • por roupa na lava-roupas,
  • torcer a roupa lavada,
  • pendurá-las no varal perto da janela da lavanderia do apartamento,
  • tirar a roupa semi seca e transferi-las para o varal de chão para acabar de secar,
  • lavar mais louça,
  • Limpar o fogão,
  • a air-freyr,
  • o tampo da pia,
  • tirar a bagunça dos armários da cozinha e reorganizar,
  • limpar a mesa, t
  • Trocar os lençóis da cama,
  • organizar o suporte de coisas do banheiro,
  • Me masturbei sem gozar, ficando no limite do gozo para treinar essa permanência para Minha Dona usar.
  • Fazer minha depilação íntima
  • Tomar banho
  • Fazer o jantar
  • Tomar banho de novo.

Um ótimo dia!
Sim, ótimo mesmo, como já tempinho não passava, pois depois que comecei a trabalhar fora de casa, não tive mais tempo de cuidar das coisas para minha Dona. Como senti falta e não percebi!
Uma delícia estar cansado por preparar a casa para Minha Senhora! Deixar prontas o máximo de coisas que minha Dona faria nos próximos dias, assim Ela pode se dedicar ao que gosta de verdade.
Ahhhh, ótimo domingo!
Mal posso esperar para as ordens de minha Dona durante a semana.

Boa semana a todos, como, espero a minha será, pois estarei de joelhos aos pés de Minha Dona

sábado, 6 de maio de 2017

POR QUE DA SUPREMACIA FEMININA?




A explicação é simples, se nos permitirmos esquecer a máscara machista de nossa(s) sociedade(s). E não só as modernas, as antigas também.
Há muito tempo já foi assim!
As MULHERES reinavam, só que nunca nos demos conta, pois o que contava era a força e a lei da sobrevivência. Quem mandava era quem tinha mais força, e nisso, lógico, o sexo masculino era e é superior. Sem pensarmos muito, sabemos que 80 à 90% dos homens erguem um saco de cimento, alguns de modo mais fácil, outros com mais dificuldades, mas erguem. De 10 a 20% não conseguem. Ao contrário, acredito que menos de 20% das MULHERES o fazem e menos de 5% o fazem com certa facilidade.
Essa é a máscara que tudo confunde, ou seja, a força física não é necessariamente sinônimo de dominação.
Se analisarmos desde o homem pré-histórico, e retirarmos a máscara da força, veremos, que, na realidade, quem mandava era a MULHER, pois ELA tinha poder da procriação e isso naturalmente induzia que ELA fosse preservada.

Que os homens executassem as tarefas pesadas, saíssem para caçar, protegessem o bando e etc., enquanto as MULHERES ficavam nas vizinhanças da tribo a realizar tarefas mais leves, cuidar das crianças, do plantio, etc. e protegidas pelos homens, além de receberem deles tudo que precisavam, até mesmo para alimentar e vestir os próprios homens.
E pensemos por outro lado também. Como é o cortejo para o acasalamento dos nossos antepassados? Não era com o homem cuidando da aparência e mostrando sua força para que a MULHER escolhesse quem a merecia? Então! E o que isso significa? Que o homem mandava?
Isso confunde tudo, pois parece que a MULHER serve o homem, mas na verdade cuida dele para poder ser servida adequadamente.
Isso foi se perdendo com o tempo e na medida que o ego do homem foi inchando. Essa é a nossa realidade hoje.
É como se um círculo de segurança.
Se você tem algo a proteger, você age como se o que se protege estivesse no centro de um círculo com várias camadas e cada camada protege a outra quando rompida a segurança, dificultando o acesso ao bem protegido ao máximo.
Se pensarmos numa casa, cujo quarto máster tem um cofre com as joias e dinheiro da família, e tem que ser protegido, colocamos segurança nessa situação para realmente inibir a abertura indevida desse cofre utilizando uma cerca elétrica ou similar no perímetro da casa, sensores nas áreas abertas externas, senhas de acesso ao local, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de movimento no interior dos principais cômodos e circulações internas. Finalmente colocamos um sensor no cofre para, quando aberto, mesmo com todo o sistema desarmado, ele dispare e comunique o fato a todos os que cuidam da segurança do local. Isso, além de câmeras e outros dispositivos.
E o que se faz com a MULHER, a que tem o poder da perpetuação da espécie e responsável pela manutenção e crescimento de novos membros da tribo? É similar. O homem sempre a serviu como escudo e proteção, deu a ELA condições materiais e sentimentais para poder realizar suas tarefas de acordo com a importância das mesmas. E ELA retribuía com a manutenção do local em que viviam e a alimentação para ele poder exercer sua função de protege-la.
Hoje essa necessidade tribal de proteção e garantir território e etc. não existe mais (isto é, pelo menos de modo geral). Ainda existe a necessidade de cuidados e atenções àquela que garante a
perpetuação da raça humana e de fazê-la sentir-se bem e agradada por seu homem, o qual deve atende-la e agradá-la tanto física como sentimentalmente, pois, do contrário, não há motivo para mantê-lo junto, trocando-o por um mais eficiente, ou mesmo se valendo de outros para poder ser realmente atendida adequadamente.

Lógico que os quesitos para atender e satisfazer uma MULHER hoje, passam por caminhos mais complicados e envolvem também os sentimentos, não só a fria e coerente praticidade. Por isso evoluímos e acompanhamos essa evolução até hoje.
Agora, me responda! 

  • Qual é a diferença desse modo de vida para o modo de relacionamento entre Dominadora e seu submisso?
  • O submisso não tem a função de servir sua DONA para que a mesma possa se sentir confortável e satisfeita?
  • Não tem que agradá-la física e sentimentalmente?
  • Ela não tem que confiar nesse homem?
  • Se ele não atender devidamente à sua DONA, ele não tem que se adequar para atende-la com perfeição?



O que é isso, senão a proteção, segurança e conforto para que a MULHER fique bem?
Somos, portanto, a evolução natural do que a própria natureza necessita e transformou para poder existir.
A Supremacia Feminina no BDSM é a própria natureza se desenvolvendo e voltando a tirar as máscaras dos pseudo-dominadores.
Sou submisso da RAINHA M, quase tão naturalmente quanto respiro e desejoso de ser usado ao máximo para seu conforto, prazer e bem estar.
Sou a evolução e estou em evolução de acordo com as necessidades DELA e para ELA.

sábado, 11 de março de 2017

Dilemas de um Sub - O Filme



O filme que eu mencionei ter assistido e que me fez desejar mais ainda me submeter e vi com a RAINHA M, relatava um casal de Lésbicas (infelizmente, os melhores filmes e imagens não são com homens submissos, mas com mulheres, mas isso é explicável e assunto de outro post futuro), em que uma hipnotizava a outra para fazê-la acatar qualquer comando sem questionar ou mesmo realizar outra coisa que não viesse de sua voz. É meio monótono, pois quase todo o filme mostra o processo (simulado ou não) de hipnotismo e depois todo o condicionamento da hipnotizada, a qual passa a não ouvir ou ver mais nada além da sua nova mestra e a realizar imediatamente suas vontades. Termina com a Hipnotizadora na banheira com a hipnotizada deitada sobre o ombro dela e comunicando que quando ela estalasse os dedos, ela acordaria do transe e não lembraria de absolutamente nada, mas quando ela tocasse a fronte da hipnotizada, imediatamente ela entraria no transe profundo que se encontrava naquele momento, voltando a ser submissa apenas à sua mestra e não percebendo mais nada além dela. A hipnotizadora, a acorda e a mesma olha com estranheza a cena, mas logo é tocada na fronte e cai novamente em transe sobre o ombro da sua dona que diz “Oh isso vai ser divertido...” e acaba.

Nenhuma novidade grande no filme, mas imediatamente ao vê-lo desejei ser a hipnotizada, pois a mente e corpo dela aos poucos foram sendo moldados ao que sua dona desejava para si, abandonando questionamentos e empecilhos pessoal para atender a quem somos submissos. Me excitei não só sexual mas também pessoalmente por esse sentimento e desejo.


Mostrei o filme a Ela, que, após o ver, me perguntou se era isso que eu queria e se queria ser hipnotizado, respondi que não necessariamente hipnotizado, mas que desejava somente enxergar a Ela e seus desejos, nem mesmo se importando comigo mesmo e que Ela não tivesse medo de exigir de mim, seja por eu estar cansado, ou qualquer outra coisa, só me preservasse nas crises de enxaqueca que infelizmente sofro às vezes. 
Disse que o hipnotismo, se Ela desejasse, eu estava disposto. Que Ela fizesse gravações de voz, com modos que Ela me deseja como seu servo e o que Ela quiser que eu faça, que eu colocaria para escutar o tempo todo que eu possa (para qualquer coisa que faça, ou que esteja esperando, eu ouço música com fone de ouvido – ouço muita música mesmo – e posso substituir essas músicas pelas gravações Dela, repetindo-as automaticamente), assim tentaríamos fazer que essas mensagens Dela penetrassem em meus pensamentos, facilitando que eu me molde à seus desejos.

Agora, pensando bem, deveria ter falado para Ela que sim, que desejava ser hipnotizado e estar sob seu julgo mesmo, pois já sonhei com isso, sempre me deparo com curiosidades a cerca disso, tanto que já postei várias coisas com esse conteúdo explicito ou mais de leve no entendimento. De todo modo, hoje senti que o hipnotismo seria uma espécie de consagração de minha submissão e confiança à minha Dona RAINHA M.
A hipnose levaria, pelo que vi, minha consciência e desejos a se libertarem e poderem realizar sem maiores limitações o que a RAINHA M me sugestionar para atende-la, sem que eu faça algo que realmente não queira fazer, pois minha consciência não permitiria tal, uma vez que sempre eu estarei consciente do que estou fazendo e permitindo que eu o realize. Porém, como o estado de transe é muito profundo, as limitações que normalmente eu me imponho (sociais, físicas e etc), se tornaram mínimas, não interferindo no meu desejo de realiza-las. Mesmo se houver uma ordem p esquecer o que fiz durante o transe, se isso for realmente possível, não lembraria do período se assim realmente eu desejasse, como também não tira realizado nada que eu realmente não desejasse.
Mas isso é decisão da RAINHA M, e me resta desejar que ela aprenda e realize ou ainda me resignar se Ela não quiser fazer.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Dilemas de um Sub - Parte 2 / 2

Como disse, essa é a parte 2 de um relato e a considero a mais importante, pois envolve os sentimentos e angústias, bem como as possíveis soluções que estamos testando e que servirão para mim e a RAINHA M, mas poderá ajudar outros subs e Dominadoras a traçar caminhos mais claros e prazerosos.


Após eu ver o filme à tarde (o próximo Post tratará dele e das consequências, sentimentos e pensamentos), veio a noite que passei totalmente submisso à RAINHA M e para a qual pedi desculpas pela vontade de tê-la como minha submissa, voltando a Miau a ser minha posse.
Veio à minha mente, alguns pensamentos e sentimentos sobre esses últimos dias e tudo o mais que me impressionaram e inclusive, no momento em que a RAINHA M nessa noite, perguntou se eu queria dominá-la um pouco, e eu neguei, dizendo que não conseguiria, pois não sentia forças para isso, apenas queria ser guiado por Ela totalmente.

Sinto que o fato de termos trocados as posições de dominação e Submissão por um tempo há meses atrás, e esse período em que hora era submetido à vontade Dela e hora não podíamos realizar nada, por problemas da vida (vamos assim dizer) me fez oscilar muito os desejos e sentimentos. Me trouxe à mente algo que considero muito importante, ao menos para mim.

Os sentimentos envolvidos numa submissão (e consequentemente na Dominação) são intensos e delicados. Como submisso (tanto homem como mulher e qualquer tipo de relação que se tenha) meu desejo é servir à minha Dona e ser usado como e quando Ela desejar.

Esse sentimento e vontade é natural da submissão. Eu me sinto muito mal num período em que não é possível eu ser dominado, pois parece que não sirvo à minha Dona como submisso e como o faço por amor total a Ela, me sinto aos poucos não amado por Ela, ou como se não fizesse importância minha presença e sentimentos para Ela. Então, começo a querer compensar esse sentimento e conflito dentro de mim, buscando algo para preencher tanto a mim, como ao relacionamento para que não esfrie. Como Ela já foi minha gatinha submissa e gozava muito intensamente nessa fase, a conclusão lógica (para mim) era voltar a essa situação, pois assim não esfriaria a relação e ficaríamos satisfeitos sempre.

Mas me enganei, pois não era o que realmente desejava e nem a RAINHA M. O oposto era o desejado. No momento logo após a noite que pedi desculpas para Ela por ter desejado dominá-la, se abriu para mim que eu era realmente submisso a Ela, que o período que fui seu Dominador, eu estava na realidade a satisfazendo buscando outra forma de relacionamento e que esse período havia terminado, ficando apenas uma bela lembrança.

O que se passava era que, quando me sentia não desejado como submisso por Ela, eu tentava, na verdade, chamar sua atenção, mostrando meu desejo por Ela e buscando seu bem-estar. E isso se intensificava a cada momento que me sentia assim. E me deu receio da possibilidade de eu ter conseguido realizar essa inversão de novo. Então o problema estava em realmente entender essa situação e sentimentos envolvidos e achar o que nós realmente queríamos.

Eu ser submisso pleno e Ela ser minha Dona Dominando-me total e incontestavelmente era nossa realidade, só precisava de uns ajustes.
Pedi a Ela que não deixasse de me usar em nenhum momento, que isso era a minha realização máxima e que não deveria ter medo de usar-me ou de passar algum limite meu, pois isso seria meu êxtase pessoal, pois assim me sentiria útil e teria meu objetivo alcançado, uma vez que meu amor à Ela era tão grande que desejava ser totalmente servil a Ela para sua felicidade e conforto. E Ela poderia sempre contar comigo para ter conforto e prazer que desejasse, na hora que quisesse.
Caso houvesse um momento em que não me achasse útil ou mesmo quisesse ficar à sós, que me descartasse e colocasse como um chapéu ou roupa pendurada num canto no cabide à espera para ser útil de novo. Ou como um abajur desligado, aguardando ser ligado novamente. Só teria que respeitar ou me deixar sossegado nos momentos em que estivesse com crise de enxaqueca, um mal que me assola, infelizmente.

E assim ficou combinado.


Mas voltando, a RAINHA M me mandou, prontamente, que , no dia seguinte eu usasse Cinto de Castidade quando estivesse fora de casa e me incumbiu de algumas tarefas. Isso me fez novamente sentir útil e me acalmou. Fiz o que fui designado e vesti com prazer o Cinto.
Durante o dia, o Cinto me fez sentir a mão de minha Dona envolta do meu pinto e saco, apertando-os e beliscando às vezes. Apensar do prazer de sentir isso, minha excitação e , como posso dizer, alma, ficaram serenos, como se submetidos à vontade Dela, sem questionarem. Senti um prazer imenso e contido pois sei que Ela não quer que eu o sinta longe Dela.

À noite, ao chegar em casa, várias vezes pude ser útil a Ela e isso intensificou minha paz, me sentindo cada vez que a servia, mais feliz e completo em minha submissão. Como se meu amor por Ela estivesse sendo acariciado por suas mãos.

Apenas um momento à tarde lembrei e imaginei a RAINHA M como minha miau, mas logo me desviei o pensamento. À noite disse a Ela o ocorrido e estendi o chicote para me punir, pois sabia que o merecia. Mas a RAINHA M disse que não me puniria, pois estava anotando as coisas e a punição viria quando Ela desejasse e não quando eu achasse que deveria. Rsrsrs.

E assim foi o dia seguinte também.
Combinamos de almoçar e a hora do meu almoço passou em muito e apesar disso a fome não veio, pois a cada minuto eu lembrava que valeria a pena esperar. Infelizmente ela não conseguiu sair do trabalho e mesmo assim não desejei me alimentar sem a ordem Dela, o que aconteceu bem depois quando Ela viu que não sairia a tempo e pelo whatsapp me autorizou a comer. Só então senti fome real e fui comer com tristeza um salgado às 16hs.


Esses são meus pensamentos e sentimentos. Vou atualizando mais nos próximos dias. Adeus.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

ESCRAVA OU SUBMISSA? SUBMISSA OU ESCRAVA?

Achei este post e gostaria de compartilhar.
Descreve bem o que se deseja e se espera de uma submissa e de um escrava. Descreve também o que minha miau quer e aonde ela precisa melhorar, srrsrsrs. Está no caminho minha miau?


Descobrindo o BDSM: Teoria e Prática: Escrava ou submissa? Submissa ou escrava?: Submissas e escravas são tipos de bottoms, assim como brats, masoquistas, etc. Há um tempo quero escrever sobre esse tema, porém acabei adia...

terça-feira, 21 de junho de 2016

Revisão Geral Sobre a Castidade Masculina - *atualizado


Se você, cara leitora, já se inteirou de como a prática da Castidade Masculina pode funcionar para o seu relacionamento, aqui vai uma publicação para relembrar de forma resumida os conhecimentos adquiridos, de maneira a consolidá-los em sua memória e facilitar com uma rápida consulta. Bom proveito:

1 - Quando praticada corretamente, seu marido (namorado/noivo) se sentirá mais amado por você do que antes da castidade masculina fazer parte da vida de vocês. De fato, muitos homens agradecem por suas esposas terem insistido incansavelmente em convencê-los de forma sedutora a aceitar "somente experimentar" usar o cinto (sem revelar sua real intenção logo de início, claro, rsrsrs)
Lembre-se, quando menciono "praticada corretamente", quero dizer 3 coisas:

  • Sempre deve ser São/Seguro/Consentida, ou seja, saiba o que estão fazendo e entenda os limites pessoais de ambos, mantenha sempre a segurança e que ambos consintam na prática. 
  • Como se trata de algo novo, sempre dialoguem e se importem com as sensações e expectativas do outro 
  • Por ser um jogo, deve ser jogado a dois, sempre, e seguir algumas regras que vocês estabeleçam. Não vale só ser jogado por um, ou seja só a mulher quer e o parceiro só fica realizando a castidade com irritação ou mesmo má vontade. Ou o homem aceita e fica na gaiola e a mulher esquece que colocou o parceiro na castidade e nem liga para ele ou mesmo nunca o procura ou não treina tease&deny, ou mesmo nunca se lembra nem de verificar a gaiola e como está tudo com ele, nem comentando nada sobre o assunto. 



2 - Mesmo que no início você o mantenha preso no cinto de castidade por poucos dias, quando a rotina de castidade se estabelecer, e períodos mais longos de abstinência forem sendo conquistados, ele terá a quantidade de orgasmos reduzida para entre 12 - 16 orgasmos por ano. Acredite, isso é mais do que o suficiente para ele (não suficiente para o que ele quer, mas para o que ele de fato precisa).

3 - Com o tempo, ele vai começar a se sentir "mais homem". Isso porque ele saberá que toda a energia sexual que o corpo dele gera, 100% dela é canalizada e direcionada à mulher da vida dele (você). A mulher que detém a chave que o liberta e permite que obtenha o clímax sexual. Ele vai adorar o fato de que não se sentirá mais como aquele adolescente que se masturbava escondido, por não aguentar a tensão provocada pelos hormônios, ou porque sua timidez e a preguiça o acomodava a não querer batalhar por conquistar um esporádico sexo a dois. Ao invés de se sentir como um covarde que se satisfaz pelo caminho mais fácil, ele se sentirá mais amadurecido, com mais auto-estima, pois estará protegido da sua própria fraqueza, e guardado para você, e graças a sua ajuda. Esse impulso de se masturbar é muito comum e está presente em 99% dos homens saudáveis.


4 - Tire da sua cabeça que, ao prender o pênis do seu marido em um cinto de castidade, você o estará "punindo" ou o pondo em "situação embaraçosa", ele aceitou e é uma coisa íntima de vocês dois, ninguém precisa ficar sabendo, a menos que vocês assim o queiram. Essa coisa de "me traiu, então agora vou trancar" não condiz com a realidade, castidade como vingança pelo adultério é algo que permeia somente os contos eróticos fantasiosos de dominação feminina que vemos pela net. Quando você o tranca em um cinto de castidade, você está dando a ele um dos melhores presentes que uma mulher pode dar a um homem: a confidência e cumplicidade. Ele tem que merecer, tem que ser fiel e um cavalheiro para fazer jus ao prêmio de ser guardado para você. Além de você o estar protegendo da natural falta de auto-controle sobre a necessidade de se masturbar, você está aceitando de boa vontade atender a uma expectativa erótica que ele possui, uma fantasia, que pode ser sua inicialmente, mas logo que ele sentir os efeitos da castidade, estará grato por você tê-lo levado a aceitar, passará a ser a fantasia dele também.

5 - Você não está negando a ele o prazer sexual em si. Pergunte a um homem preso em um cinto de castidade se, mesmo impedido de ter orgasmos enquanto está preso, se ele está sentindo prazer sexual? A resposta provavelmente vai ser "um prazer intenso, constante, que mesmo não chegando ao ápice, o delicia com um eterno quase-orgasmo que chega a enlouquecer o homem de prazer, e o faz babar pela sua dona. Quando enfim você o liberta da castidade e permite que ele tenha um orgasmo (da forma como mais te agradar), o sexo será muitas vezes mais prazeroso para ele, já que a sensibilidade do pênis e da zona erógena genital estão mais sensíveis mesmo com poucos estímulos, e o orgasmo dele terá muito mais intensidade e duração. Será inesquecível. Ele preferirá um explosivo assim a cada 15 dias por exemplos, do que os orgasmos diários mesquinhos obtidos com a masturbação, para ele, um vício outrora irresistível.

6 - Você não precisa mudar nem se privar da vida sexual que você merece. Lembre-se que quem está em castidade, impedido de ter orgasmos a hora que bem deseja é ELE, seu marido (noivo/namorado), não você. Se você julgar que ainda não é a hora de soltá-lo, mas está louca para sentir prazer e gozar, ele estará apto para satisfazer esse seu desejo de outras formas sem ser com a penetração convencional. Ele pode usar os toques dos dedos e da língua dele para levá-la ao clímax (muitos maridos, antes de estarem em castidade, nem sonhavam em proporcionar sexo oral às suas mulheres. Depois que passaram a estar trancados, chupar e lamber a vulva de suas amadas tornou-se uma verdadeira obsessão).


Além disso, há outras formas de você ter sexo satisfatório com penetração, sem necessariamente destrancá-lo. Uma delas é muito comum: o uso pelo homem de um consolo acoplado em uma cinta, muito conhecido entre as lésbicas e no meio femdom (dominação feminina).

Ele penetrará você frustrado, por receber todas as sensações do sexo (seu cheiro, seu toque, sua pele, seus gemidos, seu calor, seu suor, etc) sem a sensação de estar de fato a penetrando. Isso com certeza é um dos provoca-e-nega (tease and denial) mais excitantes para o homem em castidade. Você pode escolher o tamanho de consolo que você quiser, e ainda pode "humilhá-lo" dizendo que o consolo é muito mais grosso e prazeroso que o pintinho preso dele. Pode acreditar, essa "humilhação" o fará ficar ainda mais excitado e provocado. Muitas mulheres relatam que passaram a gostar muito mais do consolo do que da 'coisa real' do marido, perdendo até mais um possível motivo para eventualmente abrir o cinto de castidade.


Fora essas alternativas, você ainda pode recorrer ao prazer de ser penetrada por outros homens. Uma prática chamada cuckolding, recomendada a poucos casais, devido aos perigos de saúde e emocionais envolvidos. Mas, para aqueles casais que se adequam à prática, pode ser muitíssimo válido como forma de manter o sexo para você sempre em dia, enquanto seu corninho casto permanece trancado, fiel e obediente. Se isso te interessou e você quer saber como praticar cuckolding da forma mais segura possível.



E é claro, você também pode simplesmente soltá-lo e degustar de um sexo maravilhoso com seu marido, percebendo a diferença que é tê-lo guardado para você por vários dias, em relação a tê-lo depois que ele gastou toda a disposição dele sozinho no banheiro.



7 - Seu marido (namorado/noivo) poderá argumentar que ele precisa ter orgasmos com mais frequência, de forma a manter a próstata dele saudável. Ele até pode ter razão, apesar de haver controvérsias a respeito dessa 'necessidade' no mundo acadêmico. Os urologistas, em geral afirmam que não há dano à saúde em ficar sem ejacular. Mas quando ele argumentar assim, saiba que você pode proporcionar a alegada 'saúde prostática' que ele requer, em questão de minutos, sem que necessariamente ele precise ter uma ereção ou orgasmo. Use uma massagem na próstata, até que o líquido seminal dele saia, assim o alivia a tensão de ejacular eliminando o excesso. 


8 - Centenas de milhares de casais estáveis vivem o estilo de vida íntima da Castidade Masculina. Não é tão fetichista assim. Não é uma prática exclusiva de gente extravagante ou "pervertida". Pesquisas mostram que, pelo menos na Inglaterra, muitos e muitos homens vão para o trabalho trancados em modernos cintos de castidade masculinos pelas suas respectivas parceiras. Não acredita? Então,comprove.

É isso aí, leitoras. Espero que essa revisão tenha resumido bastante as dúvidas que ainda persistam na cabeça de vocês, que acabam por causar receios de abraçar esse maravilhoso estilo de vida.

Baseado no blog http://castidademasculinacontrolada.blogspot.com.br/p/revisao-geral-sobre-castidade-masculina.html