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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dominação? Submissão?????

Algo engraçado ocorreu nesses dias e, sem mais nem menos, eu fiquei em dúvida e com a sensação de que a Dominação para a DONA de mim é uma rotina que exige ações constantes, mas que por Ela, desejaria que fosse mais leve. Explico:


Há alguns dias atrás (hoje é sábado 15/07/17), a RAINHA M estava com tesão, e, ao deitarmos, Ela me disse que quase fez uma entrega Dela com a coleira para que eu fosse o Dono dela.
Começamos a nos excitar, fazer preliminares, mas tive que me conter, pois, apesar de eu não estar mais aguentando de tesão e, mesmo Ela querendo, eu sabia que não poderia prosseguir, uma vez que Ela teve cólicas pós-menstruais fortes no dia anterior e um pouco ainda nesse dia, se eu continuasse, essas cólicas poderiam voltar com força. Isso sempre acontece nesses dias, depois que Ela goza forte, e a intensão, no final, é essa, gozar forte, rsrsrs. 
Mas, me deu um tesão enorme na hora. Esses momentos em que Ela se faz de submissa mexe comigo, rsrsrs, com minha libido. 

Em todas as últimas vezes que “brincamos” Ela tem me perguntado o que faria com Ela se voltasse a ser a Miau Morgana!
Na última vez me fez realizar que eu era seu Dono mesmo! Mal consegui me conter de tanto tesão. Mas, na hora final, Ela não se entregou de modo definitivo, pois respondia que Ela só se daria, quando Ela quisesse.
Só que, para mim, entrega de submissa é incondicional (dentro dos limites combinados), pois o Dono deve ter o comando de quando a usar e como.
A minha cabeça voa com as possibilidades de uso de uma submissa... mas, ficou na mesma, sem nada mudar.
Como já disse em um post anterior, para mim é difícil ficar variando entre Dono e submisso, pois acho que a entrega deve ser plena para que realmente se obtenha o resultado desejado. Não se limita apenas ao momento da cama, à uma cena, mas sim a um contexto, uma série de eventos e preparações para a cena e muito mais que isso, pois a entrega em si deve ser prazerosa, ou o controle, no caso contrário.

O que isso quer dizer? Na minha opinião é que Ela estar no comando a cansa e quer que eu, mesmo como submisso, tenha iniciativa sobre o tesão Dela, pois isso mostra que eu a quero!!!!!!!!!!?????

Aí, eu fico na dúvida, rsrsrs!!!!!!!!!??????????? Como assim??????!!!!!!????

Submisso tomando a iniciativa, é algo, no mínimo, meio complicado. Seria como uma prova de desejo por ela, uma prova que a amo, só que ao modo baunilha, dentro do modo Kink!!!!????
A demonstração de amor do submisso, está na própria submissão e da Dominadora no modo que dá a devida atenção ao submisso.
Então, tomar a iniciativa não é característica do dominado, o qual, na verdade deve se conter para poder atender às necessidades de sua Dona, Ela sim tem o comando e voz para tal e deve se sentir amada pela entrega submissa de alguém que a ama tão profundamente que se sacrifica a esse ponto.

De outro lado...

Ser Dono, de novo, da Miau Morgana, me dá o maior tesão. Mas isso não pode ser assim, de repente; pois, no meu caso, o Dominador tem que se superar ao submisso. Não me considero um Switcher, para fazer a troca sem maiores problemas.
Eu submisso amo a submissão. Eu Dominador, amo a Dominação.
Quando sou submisso, até adapto meu escrever a esta condição, sempre me refiro a Ela com letras maiúsculas e ao nome Dela com todas em maiúsculas, procuro o respeito e linguajar devido à minha condição. Ajo no dia-a-dia de modo recluso e subserviente, sempre ficando disponível e etc.
Quando estou Dominador, ao contrário, procuro sempre pensar na rotina de minha submissa para que essa submissa tenha utilidade e sempre reforce sua submissão, agindo de modo a ser direcionada para intensificar o meu prazer, assim como o dela, no momento oportuno.

E é assim que sinto quando sou um ou outro, não busco trocar a posição daqui um tempinho. Quando fiquei submisso nessa vez, após um bom período de Dominador, nos momentos de jogos entre nós, não consigo mais me sentir bem como Dominador e me esquivo de volta ao submisso. Parece que algo não encaixa.
Mas, nas últimas semanas, essa vontade de inverter, tem se tornado intensa pois sinto que a RAINHA M está hesitando e desejando realizar, só que tem receio. E isso, acredito se deve ao fato Dela estar se desmotivando para agir como KINK com maior intensidade e deseja tirar essa carga de responsabilidade de si. 


Só que, para se entregar, Ela também tem suas dúvidas, uma vez que envolve obedecer e sabe que vou exigir dela uma postura de disponibilidade e não rejeição. 
Dá trabalho também, rsrsrs. 
E muito!!!! Ela também sabe que a exploro muito e isso a mantem num tesão o tempo todo, fazendo-a ter os orgasmos mais fortes que normalmente, ou mesmo que quando Dominadora.
Sabe também que será punida e que levará umas chibatadas de vez em quando, ou mesmo vai ficar de castigo, quando desobedecer. Isso a incomoda, mas sinto que a excita também, por isso faço só de vez em quando e de leve, pois sinto que tem medo disso ser mais constante e forte, o que, na realidade não pretendo e nem é de mim, não sou agressivo! Gosto pois faz parte do jogo e da cena, assim como a comer depois de punir, pois Ela está em fogo para levar um cacete na bunda depois de apanhar um pouquinho.

Se fosse comigo, ou seja, eu apanhar, ser punido, eu gostaria que fosse mais intenso, não extremo, mas que houvesse a ação do punir de verdade, sem medo de machucar para que eu testasse e experimentasse isso, pois ser submisso é desejar saber seus limites de prazer e buscá-los. 
É algo, essa busca, que me dá tesão e que está difícil de rolar, rsrsrs.


Quero que se eu me tornar Dominador ou me mantiver submisso, seja intenso e forte.
Para ser Dono, quero que o tesão dela ao ser dominada, a fizesse implorar para gozar e eu só deixasse acontecer quando eu quisesse , tornando-o tão intenso e prazeroso para ela que me fizesse gozar forte também só em assistir seu prazer. E depois de horas, lembrar no corpo trêmulo e mole ainda, a força do amor de se entregar e de receber essa entrega para e por ambos. Isso ela já sentiu quando Miau Morgana e amava sentir.



Aliás, visto desse modo, parece até uma submissão de um Dominador, pois, querer o prazer da submissa como alvo principal de suas ações(!!!!), se isso não é uma forma de submissão, não sei o que mais seria, KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!

Imagino e desejo profundamente que, esta noite, quando eu chegar em casa, aconteça uma das duas possibilidades:


1) Ela, me chame no quarto, me olhe profundamente nos olhos e com propriedade me mande ajoelhar e lhe confessar amor e servidão, após mande me despir e olhe o que é seu, reviste, e exija o que lhe agrade, puna o que não lhe agradou, e mande-me servi-la em algo que deseje, pondo-me desse momento em diante como seu real escravo, subserviente e obediente para seu prazer e comodidade. Diariamente me ordene realizar o que Ela deseja, o que Ela está com preguiça de fazer e etc, e me puna, treine, com a devida intensidade e constância que eu mereça.

2) Esteja no quarto me esperando, quase nua, de joelhos e com a sua coleira em mãos, e dizendo palavras e juras de subserviência e obediência aos meus caprichos, desejos e comodidade. Jurando obedecer-me e servir-me como sua gatinha ou o que quer que eu deseje que Ela seja. Beija minha mão, me dá a coleira para me apossar dela e a chibata para quando eu precisar.

É um sonho, quem sabe se realiza.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

SONHO JUNINO

Nada como um sonho para a gente soltar as vontades e desejos, rsrsrsr.
Ontem à noite, eu e a RAINHA M conversamos e brincamos muito sobre uma festa Junina que ocorrerá na empresa dela e que será vetada a menores à partir das 21hs, já imaginou a imaginação solta nossa, rsrsrsr. Ainda mais sabendo que os chefes dela dão umas festas bem picantes...
Bom, fomos dormir e eu acabei sonhando e acabei acordado desenvolvendo o sonho de olhos abertos, mas o incrível é que não sei qual o ponto entre o sonhado e o imaginado, rsrsrs.

Tudo iniciou, quando eu e a RAINHA M nos preparávamos para sair e nos vestimos à caráter. ELA, de repente se virou para mim e perguntou por que meu saco e virilha estavam peludos e mandou eu ir imediatamente me depilar e vestir minha gaiolinha. Reclamei e ELA me deu um tapa no rosto e mandou eu calar a boca e obedecer. 
Fui! Mostrei a depilação e a gaiola posta para ELA colocar o cadeado, ao invés do costumeiro lacre que normalmente ELA coloca.
Mandou que eu vestisse minha cueca que ELA gosta que eu durma, pois ELA fez um buraco e toda a região do meu pinto e saco ficam expostos para quando ELA queira tocar ou me masturbar à noite.

Fomos à festa e lá chegando, o clima estava bem divertido, com brincadeiras, bebidas e etc. às 21hs, as pessoas levaram as crianças embora e depois foram voltando. Logo o dono da empresa que a RAINHA M trabalha, anunciou as atrações e que as pessoas estivessem à vontade para o que desejassem.
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Iniciou um Streap Tease da noiva e noivo da quadrilha e depois do Padre que ficaram pelados no meio do quintal.

Depois o mestre de cerimônias, começou a grande roda da quadrilha e a cada “Olha a Cobra” as mulheres tiravam uma peça de roupa. “A Ponte Caiu”, eram os homens que tiravam e assim foi até todos estarem quase pelados.

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Eu, a RAINHA M, alguns(as) colegas dela e outras pessoas, só observávamos, todos devidamente vestidos.
Percebi que as pessoas ainda vestidas, estavam se beijando e bolinando. E todos rindo e se divertindo. Inclusive eu e a RAINHA M.
De repente, a RAINHA M me olhou com os olhos de desejo e me mandou ajoelhar, beijando seu corpo vestido na descida. Assim o fiz, lógico.

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Depois, quando eu já estava beijando a região de sua virilha, coberta pela calça, ela se sentou em uma poltrona, se ajeitou e mandou que eu tirasse seu sapato. Deu uns lenços umedecidos e mandou que os limpasse. Assim obedeci.
Então, ELA me chamou para perto DELA e me vendou.

Se dirigiu a mim novamente e mandou que eu me levantasse e tirasse minha calça.
Obedeci e minha gaiolinha ficou exposta, no que ouvi a curiosidade que foi despertada entre suas amigas. Foi um reboliço. E percebi que ELA exibia a chave em um cordão no seu lindo pescoço, com satisfação.

Imagem relacionadaMandou que eu retornasse de joelhos, beijando e massageando seus pés e perna enquanto ELA se divertia vendo a suruba que já rolava. Assim obedeci.Nesse momento, a gaiolinha já estava para estourar, tamanho meu tesão. A dor que estava em meu saco, pelo empurrar do anel causado pela tentativa de meu pinto ficar ereto era enorme. Mas quieto, sofria, enquanto a DONA de mim se satisfazia. Minha função estava me dando enorme prazer.
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Percebi que ELA começava a conversar com as amigas que ficaram espantadas, por eu ser seu escravo e a satisfação DELA em contar sobre minha entrega e o proveito que ELA toma disso, recomendando às amigas a fazerem o mesmo com seus companheiros.

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Se gabava divinamente sobre o prazer que conseguia ter e o conforto que em ter um escravo representava. Explicou sobre minha entrega e como era a base do BDSM.Por fim, perguntou se queriam aproveitar e ter uma massagem nos pés de cada uma, explicando que ELA fazia o que bem entendesse comigo (ainda que eu não quisesse, pois isso não era importante e eu concordava), até mesmo emprestar-me à quem ELA desejasse, coisa que ainda não tinha realizado.
Lógico que todas quiseram ser servidas e ELA mandou eu me afastar pois eu deveria servir as amigas dela.




  

Aos poucos, vendado, sem saber a quem atendia, eu tirava os sapatos, limpava com o lenço umedecido e começava a massagear e beijar os pés de uma amiga da RAINHA M. E foram várias.
Já haviam passado por mim mais de 4 amigas, quando percebi que a SENHORA de mim conversava de pertinho com a que eu estava servindo e que essa amiga estava muito excitada.


Então, ELA ordenou que eu subisse e lambesse o seio de sua amiga e o DELA mesmo. Só o biquinho, como ELA gosta que eu faça. Obedeci.
Não preciso nem dizer que a dor no meu saco aumentou e que a gaiolinha apertava como nunca senti. Estava insuportável, mas eu me sentia satisfeito como nunca e cada vez mais obediente.
A amiga gemia que nem uma gata no cio e seu corpo se contorcia.
Então, senti a mão da RAINHA M tocar e puxar a minha, colocando algo que senti como uma luva cirúrgica nela. Logo ouvi a SUA voz suave em meu ouvido, ordenando que eu a fizesse gozar, puxando minha mão para a virilha de sua amiga, que, me surpreendeu por já estar nua ao meu lado.



Então, comecei a mexer e tremer em seu clítoris (pinguelo, como a RAINHA M gosta de chamar) e a amiga começou a tremer de prazer, então, eu fui massageando sua buceta e pinguelo fazendo-a ficar cada vez mais molhada de suco.
Fiquei assim por um tempo e segurando o corpo da amiga em minha boca pelo seio e braço pela cintura para que ela não torcesse muito o corpo e fugisse de seu prazer.

De repente, enfiei 2 dedos na buceta dela, que tremeu um espasmo violento ronronando forte. Busquei seu ponto interno de prazer e comecei a massageá-lo até que ela quase fugisse de tanto que se contorcia e gemia. Rapidamente, tive que enlaçar minha perna segurando uma das dela e abraçar com um braço meu suas costas para que não perdesse o controle.

Quase que imediatamente ela começou a gozar e eu segurei ambas as pernas dela e forcei meu braço nas suas costas contendo seus espasmos de prazer, que duraram um bom tempo, parecendo que não terminariam nunca.
Depois repeti por mais 3 vezes seus orgasmos, até que a amiga ficasse sem forças e pedisse para eu parar.
Deixei-a deitada, sem forças e a RAINHA M tirou a luva de minha mão. Mandando eu ficar, quieto, em pé ao lado DELA que se sentava na poltrona, e pude senti-la orgulhosa de mim.

Senti meio gozo contido escorrer levemente por minhas pernas, a preciosa “gotinha” (aliás, hoje gotinhassss) que a RAINHA M tanto gosta de tomar, à medida que a gaiolinha aliviava sua pressão e deixava meu saco e pinto respirarem triunfantes.
Fiquei por muito tempo, ouvindo-a contar como é a vida de uma DOMINADORA e seu(s) submissos, e a satisfação que tinha em me ter como escravo DELA.

Então, ELA me pediu para eu comê-la ali mesmo, pois estava morrendo de tesão. Me deu a chave da gaiolinha para que eu a tirasse, deixando claro a todos que quem manda em mim é ELA. Peguei-a de quatro e comi com gosto seu cú. 
Por fim, mandou que eu colocasse a gaiolinha, entregasse a chave para ELA, me vestisse, tirasse a venda e fomos embora.

Não sei os pés de quem beijei e massageei, nem quem era que gozou forte em minha mão, mas o rosto da DONA de mim mostrava orgulho e satisfação de mim, me fazendo sentir algo que nunca havia sentido, uma felicidade e um prazer em servi-la como nunca pude sentir.


Obrigado RAINHA M por me possuir.

sábado, 6 de maio de 2017

POR QUE DA SUPREMACIA FEMININA?




A explicação é simples, se nos permitirmos esquecer a máscara machista de nossa(s) sociedade(s). E não só as modernas, as antigas também.
Há muito tempo já foi assim!
As MULHERES reinavam, só que nunca nos demos conta, pois o que contava era a força e a lei da sobrevivência. Quem mandava era quem tinha mais força, e nisso, lógico, o sexo masculino era e é superior. Sem pensarmos muito, sabemos que 80 à 90% dos homens erguem um saco de cimento, alguns de modo mais fácil, outros com mais dificuldades, mas erguem. De 10 a 20% não conseguem. Ao contrário, acredito que menos de 20% das MULHERES o fazem e menos de 5% o fazem com certa facilidade.
Essa é a máscara que tudo confunde, ou seja, a força física não é necessariamente sinônimo de dominação.
Se analisarmos desde o homem pré-histórico, e retirarmos a máscara da força, veremos, que, na realidade, quem mandava era a MULHER, pois ELA tinha poder da procriação e isso naturalmente induzia que ELA fosse preservada.

Que os homens executassem as tarefas pesadas, saíssem para caçar, protegessem o bando e etc., enquanto as MULHERES ficavam nas vizinhanças da tribo a realizar tarefas mais leves, cuidar das crianças, do plantio, etc. e protegidas pelos homens, além de receberem deles tudo que precisavam, até mesmo para alimentar e vestir os próprios homens.
E pensemos por outro lado também. Como é o cortejo para o acasalamento dos nossos antepassados? Não era com o homem cuidando da aparência e mostrando sua força para que a MULHER escolhesse quem a merecia? Então! E o que isso significa? Que o homem mandava?
Isso confunde tudo, pois parece que a MULHER serve o homem, mas na verdade cuida dele para poder ser servida adequadamente.
Isso foi se perdendo com o tempo e na medida que o ego do homem foi inchando. Essa é a nossa realidade hoje.
É como se um círculo de segurança.
Se você tem algo a proteger, você age como se o que se protege estivesse no centro de um círculo com várias camadas e cada camada protege a outra quando rompida a segurança, dificultando o acesso ao bem protegido ao máximo.
Se pensarmos numa casa, cujo quarto máster tem um cofre com as joias e dinheiro da família, e tem que ser protegido, colocamos segurança nessa situação para realmente inibir a abertura indevida desse cofre utilizando uma cerca elétrica ou similar no perímetro da casa, sensores nas áreas abertas externas, senhas de acesso ao local, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de movimento no interior dos principais cômodos e circulações internas. Finalmente colocamos um sensor no cofre para, quando aberto, mesmo com todo o sistema desarmado, ele dispare e comunique o fato a todos os que cuidam da segurança do local. Isso, além de câmeras e outros dispositivos.
E o que se faz com a MULHER, a que tem o poder da perpetuação da espécie e responsável pela manutenção e crescimento de novos membros da tribo? É similar. O homem sempre a serviu como escudo e proteção, deu a ELA condições materiais e sentimentais para poder realizar suas tarefas de acordo com a importância das mesmas. E ELA retribuía com a manutenção do local em que viviam e a alimentação para ele poder exercer sua função de protege-la.
Hoje essa necessidade tribal de proteção e garantir território e etc. não existe mais (isto é, pelo menos de modo geral). Ainda existe a necessidade de cuidados e atenções àquela que garante a
perpetuação da raça humana e de fazê-la sentir-se bem e agradada por seu homem, o qual deve atende-la e agradá-la tanto física como sentimentalmente, pois, do contrário, não há motivo para mantê-lo junto, trocando-o por um mais eficiente, ou mesmo se valendo de outros para poder ser realmente atendida adequadamente.

Lógico que os quesitos para atender e satisfazer uma MULHER hoje, passam por caminhos mais complicados e envolvem também os sentimentos, não só a fria e coerente praticidade. Por isso evoluímos e acompanhamos essa evolução até hoje.
Agora, me responda! 

  • Qual é a diferença desse modo de vida para o modo de relacionamento entre Dominadora e seu submisso?
  • O submisso não tem a função de servir sua DONA para que a mesma possa se sentir confortável e satisfeita?
  • Não tem que agradá-la física e sentimentalmente?
  • Ela não tem que confiar nesse homem?
  • Se ele não atender devidamente à sua DONA, ele não tem que se adequar para atende-la com perfeição?



O que é isso, senão a proteção, segurança e conforto para que a MULHER fique bem?
Somos, portanto, a evolução natural do que a própria natureza necessita e transformou para poder existir.
A Supremacia Feminina no BDSM é a própria natureza se desenvolvendo e voltando a tirar as máscaras dos pseudo-dominadores.
Sou submisso da RAINHA M, quase tão naturalmente quanto respiro e desejoso de ser usado ao máximo para seu conforto, prazer e bem estar.
Sou a evolução e estou em evolução de acordo com as necessidades DELA e para ELA.