Pesquisar este blog

domingo, 29 de abril de 2018

FUCKTOY 1 - O QUE SOMOS


O que é FUCKTOY?
Nós submissos, na maioria dos casos, somos FUCKTOYS!
FUCKTOY vem do inglês e, numa tradução livre, quer dizer "BRINQUEDO SEXUAL" OU "BRINQUEDO PARA FUDER"

 
SÓ SIRVO PARA SERVIR MINHA DONA.
SÓ SIRVO PARA DAR PRAZER A MINHA DONA. 
SIRVO-A SEM HESITAR, SEM QUESTIONAR. 
SIRVO-A COM PRONTIDÃO E PRAZER. 

SIRVO AO SEU PRAZER, PARA O GOZO DELA (O MEU NÃO IMPORTA) 
SOU UM FUCKTOY
MEU CORPO É SEU FUCKTOY
MINHA MENTE É SEU FUCKTOY
MINHA VONTADE E DESEJOS SÃO SEUS FUCKTOYS



MINHA MASTURBAÇÃO É SERÁ TEU PRAZER, NUNCA CHEGANDO AO GOZO, SEM TEU CONSENTIMENTO, SUA ORDEM. 

DESEJO SER SEMPRE EU FUCKTOY
SOU FEITO PARA SER SEU FUCKTOY
DESEJO QUE AO DEEJAR RINCAR COM SEU FUCKTOY, MEU PINTO ENDUREÇA IMEDIATAMENTE. 
QUE CONSIGA BRINCAR COM SEU FUCKTOY, POR HORAS, ATÉ FICARES TOTALMENTE SATISFEITA. 
DESEJO, NÃO SENTIR NADA, EXCETO TEU DESEJO E TEU PRAZER. 
SER JOGADO DE LADO, DEPOIS DE ESTAR SATISFEITA, É MEU MAIOR PRAZER OU GOZAR PARA TI COMPLETANDO SEU DESEJO E TESÃO. 
SEU ORGASMO É MEU PROPÓSITO.
PARA ISSO EXISTO, PARA ISSO DESEJO OBEDECER-LHE SEMPRE, MINHA DONA! 

FAÇA COM SEU FUCKTOY O QUE DESEJAS E TENHA A MIM COMO TEU OBJETO PARA SEU PRAZER. 
MOLDE-ME, USE-ME COMO SEU BRINQUEDO. 

É PARA ISSO QUE SIRVO. 
É ISSO QUE DESEJO SER. 
USADO, ÚMIDO DE SEU PRAZER E GUARDADO NA CAIXA COM SEUS OUTROS BRINQUEDOS, SEUS FUCKTOYS! 


sexta-feira, 13 de abril de 2018

PRECISO

Preciso de Ti, Minha Dona.


Preciso sentir Tua Mão sobre mim. Teu poder me traz tranquilidade, equilíbrio.
Nã4o sou como ti, Minha Senhora, sou pequeno diante de Teu Esplendor. Não me aches teu igual, pois sei que não passo de um boneco para Tua Satisfação.
Meu olhar deve ser baixo e simplório, pois altivo e imponente é o da Minha Rainha.
Estar ao Seu Lado me traz felicidade, pois sei que útil estou sendo.
Esqueça meu conforto e prazer, pois apenas os alcançarei se vierem do Teu conforto e satisfação.
Esqueça minha privacidade, pois, sou Tua posse, tens domínio sobre tudo em mim.
Lembre-se, minha submissão para comtigo, Minha Senhora, é plena e a todo momento.
Não sou submisso só na cama ou em sessões, como a maioria, mas para a vida. Para Tua vida.
Tire proveito de mim para satisfazer Teu Sexo, mas não se esqueça de usar a mim  no resto de seu dia.
Sou Teu escravo doméstico, cozinheiro, leva-e-traz, objeto, travesseiro.
Se algo desejas, me mande fazê-lo, terei prazer em servi-la,será meu gozo. 
Se algo Lhe incomoda, mande que eu o torne confortável.
Se me mostro cansado ou displicente, mande, exija que continue a servi-la, só assim serei feliz, corpo cansado, mas pleno em tua satisfação. 
Lembre-me de minha posição sob Ti e submissão (sou humano, erro e me desmotivo se não usado, se não lembrada minha posição), 
Puna-me se necessário. 
Treine meu corpo, vontade e desejo. 
Mesmo que sinta dó ou pena, se for para deixar-me apto e melhor para servi-la, é o que desejo e suplico. 
Treine-me para obedecê-la e servi-la melhor. 
De joelhos, dormindo no chão, amarrado para não sair da posição que desejas.
Condicione meu corpo, desejos e vontades somente para atendê-la, servi-la prontamente. É o meu prazer.
Lembre-se, por fim, que meu desejo sempre foi servir a Ti. 
Que desejava, sonhava delirava que, mesmo quando Minha Dona saísse para trabalhar, ficaria a preparar e cuidar de Vosso lar, deixando-o como Minha Rainha mandou que o fizesse, sob tuas regras e desejos para o dia. 
Desprovido de roupas, apenas com meu cinto de castidade e com câmeras me vigiando para que
Minha Senhora soubesse que estou servindo-a e que não me desleixei.
E ao terminar meus deveres, se Minha Dona não desejar mais nada, iria para uma despensa no fundo de nosso apartamento, aonde me é devido, pois objeto Teu eu sou e lá, esperar Minha Dona chegar, para voltar a ser-lhe útil e no conforto de sua companhia permanecer. 
Sim, essa é a vontade e desejo para me sentir útil e ter o prazer que tanto almejo como submisso que sou.
Faça-me sentir objeto Seu e propriedade para Seu uso e conforto, não apenas na cama, pois sou Seu escravo para a vida.

segunda-feira, 5 de março de 2018

MARIDO, ROTINA E SUBMISSÃO

Sou submisso à minha esposa, que é minha DONA. Isso é um privilégio, pois permite que se viva a sensação de ser um submisso em todos os momentos.
É claro que existem momentos em que não podemos ser DONA e submisso, pois envolvem momentos de trabalho, sociais, com família, e mesmo com nossos filhos.
Nesses momentos devemos ser mais baunilhas, mas o sentimento presente de ser posse Dela sempre está comigo. Esse sentimento e desejo de serví-la é algo que mão me abandona, dá vontade de fazer tudo por Ela, sempre, para que Ela se sinta servida, amada.
Para esses momentos desenvolvi uma relação de sinais de mãos e gestos que permite a Ela me direcionar ao que ela deseja,  mesmo que seja por puro prazer, ou só para me deixar meio sem jeito ao executar algo, pois não tenho o direito de negar nada a Ela, apenas me concentro e realizo o que me foi mandado. Se for para ajoelhar no meio da rua, eu que disfarce e ajoelhe, se for para me calar, eu que engula o que estiver dizendo e me cale. Se for para me masturbar, eu que saia de fininho, ache um lugar e me masturbe (lógico que, sem gozar, pois é Ela quem diz quando posso gozar). E assim por diante,  rrsrsrs

O mais complicado nesse tipo de relacionamento, é a rotina. Essa "praga", é o problema de qualquer relacionamento, BDSM, baunilha, religioso, politico, empresarial etc etc.. Quando ela se institui, estabelece suas prioridades e vamos deixando as coisas mais frouxas, sem a devida importância /prioridade e quando se dá conta, esquece! E diz: "É a rotina".
Só que não...
Não podemos deixar isso acontecer, pois desejamos, sempre, experiências novas, limites explorados, barreiras e preconceitos rompidos! 
Não é esse o nosso objetivo? Não só como BDSMers, mas como seres humanos?
Eu sou submisso, e sempre me ponho nessa posição, pois é o que preciso fazer e o que me faz bem, realmente!


Não posso estar morrendo de tesão e "pegar a minha DONA num canto"  e deixar o meu tesão me guiar!!!Isso é me satisfazer, e minha satisfação deve estar em satisfazer a Ela e não a mim mesmo! 
Então, o que faço é falar que estou com tesão! Ou ao acordar com ereção, cutucá-la com meu pinto duro e esperar que Ela também deseje fazer amor comigo! Fora isso, é esperar e aguardar Ela mandar eu fazer amor com Ela! Esse período em que fico nessa espera, me é prazeroso, pois estou me guardando para Ela e respeitando seu desejo. Nesse momento, eu me sinto (e acredito que os submissos reais, também) se sentem os mais felizes dos seres humanos.
Nesses momentos, minha devoção explode e se torna a mais pura e completa possível.

Porém, existe um problema!
Se esse sentimento todo acontece, explode, e a rotina está dominando tudo, e minha Dona relaxou, deixando de lado sua Dominação sobre mim, baunilhizando o cotidiano, sinto-me abandonado e sem rumo, pois passo a exercer uma submissão sem direção, uma vez que a quem sirvo, não liga para meus atos, tornado-os sem sentido e desnecessários. Aí vem um problema único do BDSM! Nosso objetivo se perde. Passamos a não ter motivo ou significado.
Para não se perder, aí entra o amor existente em um casamento/relacionamento 24x7. As ações que devo tomar, passam a ter como objetivo esse amor, esse deixá-la feliz e satisfazê-la porque A amo e isso tem que bastar.
Desse modo realizo as tarefas domésticas e tento deixa-la confortável. 

Existe um problema com isso, pois, como somos uma família com filhos grandes (10, 18 e 20 anos) o correto é dividir tarefas com eles, e aí entra um problema constante! Nem sempre o fazem com vontade, deixando de fazer, ou mesmo realizando meio sem capricho. Daí vem brigas e etc para que cumpram devidamente suas tarefas! Porém, sempre me vem a sensação de se eu devo fazer tudo para que nem esses conflitos A incomodem? Ou devo priorizar a educação de nossos filhos? 
Essa rotina traz insatisfação e nervosismo, gerando muitas vezes brigas para corrigí-los, deixando a mim e principalmente,  Ela tristes! Ooooo dilema.
Ao realizar minhas tarefas, tento sentir minha submissão como mais importante, lutando para que não diminua ou perca intensidade, pois, muitas vezes, eu passo por dúvidas e afrouxamentos na condução de minhas tarefas, uma vez que, passaram a não ter mais a presença e força de Minha Dona Dominando-me, chegando até mesmo a me permitir não fazer algo um dia, ou mesmo me achar no direito de me indignar/reclamar se Ela me repreender se fiz algo errado.
Esse momento nos coloca em cheque conosco mesmo, e espero que minha Dona, aja como tal, sendo o ponto de equilíbrio e recuperação de minha devoção!
Ao pedir, por exemplo, que eu compre uma Coca Cola para quando Ela voltar do trabalho possa bebê-la, e eu responder para Ela mesma comprar, pois vai passar ao lado de uma mercearia e está chovendo, que Minha Rainha venha com a resposta "Ela mandou eu ir pegar e que assim seja feito, agora mesmo, pois essa é minha função e eu não devo questionar o que Ela manda, só executar"!
Ao estarmos vendo TV, a um programa que eu goste, e Ela mandar eu ir fazer algo para comer, ou varrer a casa, eu não pense que possa fazer depois, pois quero ver à TV, pois sei que se assim agir, Ela responderá que "não lhe importa meu programa e sim eu realizar o que Ela mandou".
Outro problema que a rotina traz é sobre o tesão! Se eu estou "subindo pelas paredes"(rsrsr) e Ela está numa fase mais tranquila, o que é normal, tudo que explanei acima vem à tona! E isso faz com que se transforme num tormento.
Mas, até que é simples, lidar com isso!
Para isso, vamos pensar nos motivos e etc do BDSM. 
Não desejamos, sempre, experiências novas, limites explorados, barreiras e preconceitos rompidos! Não é esse o nosso objetivo? Então! Como um casal, temos que dar e receber, momentos de agir e se calar. Se não fazemos algo em uma direção, podemos fazer em outra, pois não envolve sacrifício ou mesmo ir contra a natureza do momento.
Se o tesão está dessincronizado, o que deve ser explorado é o fator de Dominação e submissão, pois se nesses momentos a Dominação em geral e não a sexual for explorada, o tesão encontrará satisfação na plenitude da submissão, pois o uso do submisso terá atenção e intensidade, deixando em segundo plano o tesão acumulado e a necessidade de satisfação sexual dele. É a pura verdade quando digo que a satisfação de minha submissão é plena e completa com a realização cada vez maior de tarefas para minha Dona.
Portanto, se eu for SEMPRE  incumbido de tarefas por Ela, e for SEMPRE cobrado por isso, posso me sentir realizado e feliz, sem que a realização sexual se torne a coisa prioritária. Lógico que o subconsciente trabalha. 
Como hoje, acordei com uma ereção e meio melado com um belo precum, acredito que não gozei, pois não sou daqueles que gozo dormindo, mas não posso descartar a possibilidade de algum dia isso acontecer. Se a satisfação de ser útil existir e a DOMINAÇÃO estiver presente no dia-a-dia, a possibilidade de esse momento ressultar em gozo involuntário é mínimo. Ainda mais, se um período sem gozo, que a Rainha deve ter controle, for prolongado, outros métodos devem ser tomados. 
Para isso, é que é necessária a gaiolinha (cinto de castidade) em nós, além da sensação de poder constante da minha Dona sobre mim, principalmente em meu sexo, aumenta minha sensação de posse e de não me pertencer e dificulta a ereção e tal gozo. 
Se Ela não estiver a fim, abre coisas para o sub fazer, poderia ser até mesmo mandado lavar louça, re-arrumar Suas roupas, ou ficar sentado no chão, aos seus pés para acariciar seus pés (ou Ela a seus cabelos) ou ir servir de decoração no canto da sala ou quarto, ou mesmo de joelhos para se masturbar, aumentando o tesão e portanto, sua necessidade em serví-La cada vez mais (lembre-se, quanto mais tesão, mais um homem tende a ser submisso à sua Dona, principalmente em castidade forçada- cinto de castidade. 
Algo importante, também, mesmo que se deseja ficar quieta, é sempre encolerar seu submisso para que se firma a relação de submissão para com a Dona. Nunca dormir sem ser pelado, para se sentir vulnerável para ser usado sempre. E sempre ser repreendido e/ou castigado, quando algo que fizer não for do agrado de sua Dona. Tudo isso, ele deseja e o faz se sentir importante na vida da Dona, e não apenas de lado e esquecido.
O essencial para um submisso é se sentir sob a Dominação de sua Dona, sempre e o mais possível. Isso nunca permitirá que ele se desvie e sinta-se incapaz ou perder seu sentimento de plenitude em ser submisso. E além disso, permite não se deixar se impor a rotina num relacionamento por causa da ideia básica da relação de submissão e Dominação.

Tudo, só depende da atenção e dedicação de cada um,de cada parte de um relacionamento. 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Um Submisso Real

Sim, temos necessidades. 
Sim, temos expectativas.
Sim, nos frustramos também!

Sinto-me mais cansado quando não me sinto útil, quando deixamos a rotina de um relacionamento tomar conta. 
O esquecimento de minha utilidade me é confuso.

Quero sentir-me útil para minha Dona, quero que Ela me tenha sempre nas rédeas, com poder até mesmo pelo meu respirar, pois é para isso que respiro! Por Ela existo!

Existo para Seu prazer
Ajo pelo Seu conforto
Me movo para sua felicidade.

Quero ouvir todos os dias o que devo fazer! Pois a rotina silenciosa é o mesmo que o esquecimento de minha utilidade.
Estar só e agir, tomar decisões somente por minha vontade, mesmo que para agradá-la, é agradar a mim, antes de à Minha Senhora!
Devo passar roupa? Devo lavá-las? Quais? Que comida devo fazer? Devo servir como seu brinquedinho? Devo focar num canto quieto? Qual roupa devo vestir para Lhe agradar? Fiz tudo como fui Mandado fazer?



Me mostre, mande, ordene, ensine, corrija, castigue!
Mande-me realizar seu desejo, mesmo que seja deixá-la quieta, pois assim sei que estou atendendo-a. E nesse momento, em que me mandas ficar de lado, é um dos momentos que mais me provo submisso a Ti, pois o desejo de te tocar e te satisfazer é intenso, meu tesão e desejo de me satisfazer é enorme, e mesmo assim, o prazer de te obedecer é maior e se transforma no meu gozo e satisfação!

Não me deixe no limbo da rotina, no esquecer de minha utilidade. 
Não me deixe com falta de direção a ser tomada. Não me deixe ter controle sobre meu dia, sobre minhas decisões, sobre meu corpo!

Preciso que seja Minha Dona sempre, pois assim minha devoção a Ti é recompensada!
Sem tua força e teu comando sobre mim, minha devoção e dedicação se apaga e deprime. Viro o nada, pois não sei se sou útil ou inútil!

Não desejo ser e não sou dono de mim, Pertenço à Minha Dona e a Ela dedico minha vida, respiração, mente, alma! Quero que, quando me olho no espelho, não enxergue mais a mim, mas à Minha Senhora. Sou tua vontade e teu desejo.
Sou seu escravo e utilidade.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Quando realmente sou um submisso - Parte 2/2

Como disse no post anterior, senti como nunca a necessidade e a felicidade de ser controlado e voltado totalmente a satisfazer os desejos, caprichos e necessidades da minha DONA, RAINHA M. Isso, até mesmo quando sozinho e mesmo depois de um bom período de tempo separado.
Meu tesão estava no limite e por vezes (2 apenas) gozei quando dormia.
Nesse momento, foi que percebi uma coisa: após gozar, por algum tempo, meu foco continuava na minha DONA, mas a intensidade de minha submissão era menor, pois só lembrava do sentimento de servidão como algo que me dava prazer e sentia falta de ser controlado por ELA, mas nos momentos que agia, o fazia por mim. 
A sensação latente de fazer algo por Minha DONA ia voltando aos poucos, dia após dia. E ao mesmo tempo, meu tesão também ia aumentando.
Por fim, senti, dentro de mim, algo que me surpreendeu. Minha vontade de gozar era menor que minha submissão, que minha vontade de servir bem Minha RAINHA M.
Essa sensação, me deixou surpreso, mas feliz. Nesse momento percebi que minha natureza era realmente ser submisso a Ela, seu escravo incondicional.
Senti que minha felicidade, plenitude como homem e prazer realmente estava diretamente proporcional ao quanto eu a servia, o quanto estiver sendo útil a minha DONA.
Aliás, nunca o sentimento de ser posse de alguém foi tão forte e límpido em mim. O sentimento de não mais ser dono de mim ficou claro como a água e saboroso ao meu prazer.

Nunca havia me sentido dessa maneira e contei à RAINHA M desse sentimento de não me pertencer mais e que prazer Dela ser mais importante que meu gozo. Pedi a Ela que se fosse de seu desejo, nunca mais me deixasse gozar e assim eu estaria sempre no meu limite e no quanto desejava ser servil a Ela. Esse seria meu prazer, serví-la é meu orgasmo, sentir-me útil é meu desejo.
Contei sobre a gaiolinha e o quanto desejava tê-la em mim, pois sentiria Seu poder real em mim, em meu corpo, aliás, no corpo que realmente pertencia a Ela.

Ser útil é meu gozo, servir à Senhora meu orgasmo.

Quando realmente sou um submisso? - Parte 1/2

Nesses últimos meses pude perceber algo de diferente para mim, em minha submissão. 
Passamos, eu e a RAINHA M (eu e minha mulher) por um período meio conturbado, e tivemos que nos distanciar fisicamente por um tempo. Nada houve entre nós, enquanto casal ou mesmo relacionamento /sentimentos, foram problemas de trabalho e financeiros. Os quais estamos superando, graças a Deus.
Pois bem, passamos quase 2 meses nos vendo pessoalmente pouquíssimas vezes, pois tive que ir a São Paulo, e dormia, esse tempo todo, na casa de meu irmão.
Bom, nesse período, a saudade, além de intensa, me fez sentir algo importante. Que, eu sem a RAINHA M, me perdia constantemente, pois sempre que me via só, e muitas vezes rodeado de pessoas, pensava Nela como referência de como agir. Não como, se Ela aprovaria ou não algo, mas como eu faria algo para agradar a ELA. Como se a presença Dela fosse real e eu estivesse lá a seu serviço.
Com isso, comecei a sentir necessidade de algo que me fizesse sentir Sua autoridade e presença sobre mim, pois me sentia servindo a Ela, mas sem efeito nenhum, como se a autoridade fosse algo da minha imaginação. Foi quando senti realmente falta da gaiolinha em meu pênis. Desde modo, a autoridade de Minha RAINHA seria sentia por mim, constantemente. Inclusive impediria que eu me tocasse, algo que acontecia sem eu querer dormindo e ao acordar. Meu tesão estava forte e muitas vezes acordei quase gozando.

Esse tempo a abstinência me fez ver que, minha devoção era enorme e que essa necessidade de ser controlado aumentava a minha gratidão e satisfação por ser submisso. E ainda mais por ser submisso da RAINHA M. Meu foco de prazer estava localizado na realização da satisfação Dela e não mais na minha satisfação. Minha satisfação resumia-se em servi-La e me sentir útil e usado por Ela.
Continua...