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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Ejaculação Feminina

Como não se entregar de corpo, vontades, mente à MINHA RAINHA M? Quem nunca desejou ser totalmente entregue e dar o controle total de si para sua DONA? Afinal, somos ou não somos propriedade DELAS, de NOSSAS SENHORAS e DONAS?
Imagine ter seu corpo integralmente, por vontade própria, entregue aos que ELA desejar? 
Tô de pau duro, só em pensar, rsrsrs



Obs, como sabem , os melhores vídeos e imagens são feitos com submissas, e não com submissos, ainda hoje o preconceito se faz presente, mesmo nisso....

Submissos Domésticos - Treino

Nada mais gratificane que devotar nosso serviço à MINHA RAINHA M, MINHA SENHORA...
Nada melhor que sempre reforçar minha submissão, minha disposição em atendê-la em tudo. 
Não só na cama sou seu servo fiel e feliz...



Submisso - Supremacia Feminina

Novo treinamento e foco para nos lembrar de nossas obrigações e desejos.
Reforçar nossa devoção e entrega...


Dominação Feminina - UMA HISTÓRIA

Uma história da evolução de nossa devoção, sempre é bom rever, rsrsrs. Quem se identifica, pelo menos no desejo?


sábado, 29 de setembro de 2018

Submissão - minha história.

Me doar à RAINHA M sempre foi natural para mim.
Desde que a conheci, caí a seus pés. Queria vê-la bem, feliz.
A submissão veio em seguida! Como uma consequência natural!
Tornei-me seu sub, primeiro sexual, depois, sem perceber, e aos poucos, no dia a dia para o que fosse preciso!
Preparava e servia seu café da manhã.
Enquanto ela acordava aos poucos, sentava ao seu lado amando vê-la acordar devagar.
Passava SUA roupa para ir ao trabalho ou sair.
E outras coisas mais.
Cada vez mais desejava servi-la! Cada vez com menos restrições!
Não bastava estar a seu lado, desejava suas ordens :
  • Fique beijando meus pés, enquanto almoço
  • Lambe minha vagina enquanto converso ao celular!
  • Vai dobrar minhas roupas
  • Me sirva o almoço.
E quando não as recebia, sonhava e assim ficavam na minha cabeça como realizadas.
O mesmo acontecia quando não realizava algo direito! Faltava a bronca e a punição! Não a sexual (pois ELA não aguenta me deixar sem sexo), mas o ato:
  • Por que minhas camisetas estão dobradas do avesso? Dobre direito
  • Não fez nossa cama direito, refaça!
  • Gozou sem eu mandar! Dorme o chão.
Ou mesmo ser colocado na minha real posição, por ação, abaixo de sua importância:
  • Cala a boca! Quem tem opinião sou eu!
  • Meu tênis desamarrou! De joelhos, amarre!
  • Eu sento nesse banco da praça, você no chão ao meu lado.
  • Vamos tomar café, você fica de pé e eu sento
  • Você é meu travesseiro, fica como está! Não me interessa se você está desconfortável! Eu estou bem!
  • Vista minha roupa!
Existem coisas que sei que A RAINHA M gosta de fazer por ELA mesmo, como pintar as unhas, ELA adora fazer nela mesmo. Eu tenho que aceitar, mesmo que quando eu fazia, gostava.
Mas ELA gosta de ter seus cabelos penteados por mim, antes de dormir! Fico em êxtase total também.


Mas nesses dias, sinto que minha devoção deu um salto, uma evolução enorme!
Há uns meses, tive um problema de saúde enorme e estou tomando alguns remédios que estão aparentemente prejudicando minhas ereções em alguns períodos! E, quando fazemos amor, por mais tesão que eu sinta, e, mesmo que ELA se imponha ao máximo, apesar de sentir prazer, a ereção não tem constância e demora muito a vir.
Tem períodos que está tudo bem, ereções normais e etc, mas quando não, a minha principal tristeza e frustração não é mais com minha masculinidade, mas com o fato de preocupá-LA e não conseguir dar o prazer que deseja e merece!
Junto com isso, como casal e pais, estávamos tendo problemas com o desleixo de nossos filhos adolescentes com a ordem e limpeza da casa em geral, o que me colocava em conflito, pois quanto mais bagunça, mais frustrado por não dar uma casa limpa e em ordem como minha DONA merece e, ao mesmo tempo, ter que dar lições aos nossos filhos e deixar passarem vergonha pelo desleixo deles.
No meio, ELA tomou uma atitude excelente para disciplinar os filhos e me deixou em condições de realmente cuidar da casa como ELA merece ter.
Nesse momento, senti o real prazer de fazer as minhas obrigaçōes como SEU submisso de modo a poder dar à Minha RAINHA a casa que merece!
Como estava focado Nela, em SEU bem estar, pude pensar em tudo! E a principal preocupação seria não conseguir mais LHE DAR o prazer, o gozo que merece.
Senti que, realmente meu motivo de respirar era satisfazê-la e torná-la o mais feliz possível. E ser o responsável por isso é o meu prazer maior!
Percebi que, até um taboo meu contra deixar ELA transar com outros homens e que vira de mexe vinha como brincadeira na cama (apenas fantasiar), poderia se tornar possível!
Se eu não conseguir mais uma boa ereção, como MINHA DONA gosta e tinha, como satisfazê-la? E veio à mente que eu teria que deixar ELA fazer sexo com outro homem e que eu poderia ajudá-la a se preparar e mesmo durante, pois assim MINHA DONA teria o prazer e gozo que merece. Dar um bom banho NELA, lamber SUA vagina e cú para ficarem umidas e prontas para receber um belo cacete e gozar bem! Depois limpá-la e deixá-la bem relaxada! E me sentir feliz por poder dar o prazer que ELA merece! Fiquei, diversas vezes que pensei nisso, excitado e me senti pronto para abrir mão desse taboo em favor do gozo de MINHA DONA.
Minha obrigação é fazer o que for preciso para a felicidade, conforto e prazer de MINHA SENHORA. Sou propriedade DELA e o que faço deve ser unicamente para ELA. Eu não tenho importância.
Não ter importância, ser inferior à MINHA DONA, servi-la, isso me dá prazer!
Há tempo não aceitava de jeito nenhum isso! Era um limite rígido para mim e respeitado. Mas mudou nesses dias!
Sinto que agora sou escravo realmente da MINHA SENHORA e não apenas submisso. Sinto que meu desejo em servi-la aumentou!
O que mais Ho é que ELA tenha TOTAL PODER SOBRE MIM.
Desejo que meus limites sejam testados. Não existem mais limites para minha DONA, quero ser cada vez o melhor que posso ser para ELA. Superando limites, cansaço, dores e taboos, assim consigo ser cada dia o melhor que posso ser.
Desejo que tudo em mim seja comandado por ELA, que ELA controle tudo em mim e meus atos :
  • Quando acordo, tomo banho e quanto caminho.
  • Como corto meu cabelo, depilo meu corpo, deixo minha barba
  • Que roupa, perfume uso
  • Com quem converso e mantenho na minha agenda.
  • Que funções faço em casa, se lavo, se passo roupa, se cozinho e o que, qual cômodo limpo e como limpo.
  • Decidir sozinho apenas se coloco mais sabão na roupa ou água no arroz
Como disse no post anterior, não fazer nada, até ser mandado o próximo ato! Parar e ficar onde estiver, até a RAINHA M resolver o que devo fazer!
Queria que minha mente sentisse que também atende totalmente à DONA, como acontece quando fazemos amor, sou seu brinquedo, meu corpo manipulado como ELA deseja!
Quando estou sendo conduzido pela MINHA DONA, sinto um prazer maior que a necessidade de gozar! Sinto felicidade e plenitude!
Sinto que, se esse controle fosse o tempo todo e total, minha sensação de felicidade e plenitude se estenderá a tudo. Seria como se eu gozasse 24hs por dia, todos os dias!
E assim, minha cabeça poderia ser mais obediente à ELA e conseguir tirar de meu corpo as preocupações que não sejam as necessidades de MINHA DONA, até mesmo, o perseguido “não goza, só quando eu mandar”, rsrsrs.
Nesses momentos sinto que, o foco de minha submissão mudará de apenas focado no sexual e se transformará em toda minha vida, afinal, esse é o meu único motivo de respirar!
Essa é a minha felicidade e meu desejo.

segunda-feira, 5 de março de 2018

MARIDO, ROTINA E SUBMISSÃO

Sou submisso à minha esposa, que é minha DONA. Isso é um privilégio, pois permite que se viva a sensação de ser um submisso em todos os momentos.
É claro que existem momentos em que não podemos ser DONA e submisso, pois envolvem momentos de trabalho, sociais, com família, e mesmo com nossos filhos.
Nesses momentos devemos ser mais baunilhas, mas o sentimento presente de ser posse Dela sempre está comigo. Esse sentimento e desejo de serví-la é algo que mão me abandona, dá vontade de fazer tudo por Ela, sempre, para que Ela se sinta servida, amada.
Para esses momentos desenvolvi uma relação de sinais de mãos e gestos que permite a Ela me direcionar ao que ela deseja,  mesmo que seja por puro prazer, ou só para me deixar meio sem jeito ao executar algo, pois não tenho o direito de negar nada a Ela, apenas me concentro e realizo o que me foi mandado. Se for para ajoelhar no meio da rua, eu que disfarce e ajoelhe, se for para me calar, eu que engula o que estiver dizendo e me cale. Se for para me masturbar, eu que saia de fininho, ache um lugar e me masturbe (lógico que, sem gozar, pois é Ela quem diz quando posso gozar). E assim por diante,  rrsrsrs

O mais complicado nesse tipo de relacionamento, é a rotina. Essa "praga", é o problema de qualquer relacionamento, BDSM, baunilha, religioso, politico, empresarial etc etc.. Quando ela se institui, estabelece suas prioridades e vamos deixando as coisas mais frouxas, sem a devida importância /prioridade e quando se dá conta, esquece! E diz: "É a rotina".
Só que não...
Não podemos deixar isso acontecer, pois desejamos, sempre, experiências novas, limites explorados, barreiras e preconceitos rompidos! 
Não é esse o nosso objetivo? Não só como BDSMers, mas como seres humanos?
Eu sou submisso, e sempre me ponho nessa posição, pois é o que preciso fazer e o que me faz bem, realmente!


Não posso estar morrendo de tesão e "pegar a minha DONA num canto"  e deixar o meu tesão me guiar!!!Isso é me satisfazer, e minha satisfação deve estar em satisfazer a Ela e não a mim mesmo! 
Então, o que faço é falar que estou com tesão! Ou ao acordar com ereção, cutucá-la com meu pinto duro e esperar que Ela também deseje fazer amor comigo! Fora isso, é esperar e aguardar Ela mandar eu fazer amor com Ela! Esse período em que fico nessa espera, me é prazeroso, pois estou me guardando para Ela e respeitando seu desejo. Nesse momento, eu me sinto (e acredito que os submissos reais, também) se sentem os mais felizes dos seres humanos.
Nesses momentos, minha devoção explode e se torna a mais pura e completa possível.

Porém, existe um problema!
Se esse sentimento todo acontece, explode, e a rotina está dominando tudo, e minha Dona relaxou, deixando de lado sua Dominação sobre mim, baunilhizando o cotidiano, sinto-me abandonado e sem rumo, pois passo a exercer uma submissão sem direção, uma vez que a quem sirvo, não liga para meus atos, tornado-os sem sentido e desnecessários. Aí vem um problema único do BDSM! Nosso objetivo se perde. Passamos a não ter motivo ou significado.
Para não se perder, aí entra o amor existente em um casamento/relacionamento 24x7. As ações que devo tomar, passam a ter como objetivo esse amor, esse deixá-la feliz e satisfazê-la porque A amo e isso tem que bastar.
Desse modo realizo as tarefas domésticas e tento deixa-la confortável. 

Existe um problema com isso, pois, como somos uma família com filhos grandes (10, 18 e 20 anos) o correto é dividir tarefas com eles, e aí entra um problema constante! Nem sempre o fazem com vontade, deixando de fazer, ou mesmo realizando meio sem capricho. Daí vem brigas e etc para que cumpram devidamente suas tarefas! Porém, sempre me vem a sensação de se eu devo fazer tudo para que nem esses conflitos A incomodem? Ou devo priorizar a educação de nossos filhos? 
Essa rotina traz insatisfação e nervosismo, gerando muitas vezes brigas para corrigí-los, deixando a mim e principalmente,  Ela tristes! Ooooo dilema.
Ao realizar minhas tarefas, tento sentir minha submissão como mais importante, lutando para que não diminua ou perca intensidade, pois, muitas vezes, eu passo por dúvidas e afrouxamentos na condução de minhas tarefas, uma vez que, passaram a não ter mais a presença e força de Minha Dona Dominando-me, chegando até mesmo a me permitir não fazer algo um dia, ou mesmo me achar no direito de me indignar/reclamar se Ela me repreender se fiz algo errado.
Esse momento nos coloca em cheque conosco mesmo, e espero que minha Dona, aja como tal, sendo o ponto de equilíbrio e recuperação de minha devoção!
Ao pedir, por exemplo, que eu compre uma Coca Cola para quando Ela voltar do trabalho possa bebê-la, e eu responder para Ela mesma comprar, pois vai passar ao lado de uma mercearia e está chovendo, que Minha Rainha venha com a resposta "Ela mandou eu ir pegar e que assim seja feito, agora mesmo, pois essa é minha função e eu não devo questionar o que Ela manda, só executar"!
Ao estarmos vendo TV, a um programa que eu goste, e Ela mandar eu ir fazer algo para comer, ou varrer a casa, eu não pense que possa fazer depois, pois quero ver à TV, pois sei que se assim agir, Ela responderá que "não lhe importa meu programa e sim eu realizar o que Ela mandou".
Outro problema que a rotina traz é sobre o tesão! Se eu estou "subindo pelas paredes"(rsrsr) e Ela está numa fase mais tranquila, o que é normal, tudo que explanei acima vem à tona! E isso faz com que se transforme num tormento.
Mas, até que é simples, lidar com isso!
Para isso, vamos pensar nos motivos e etc do BDSM. 
Não desejamos, sempre, experiências novas, limites explorados, barreiras e preconceitos rompidos! Não é esse o nosso objetivo? Então! Como um casal, temos que dar e receber, momentos de agir e se calar. Se não fazemos algo em uma direção, podemos fazer em outra, pois não envolve sacrifício ou mesmo ir contra a natureza do momento.
Se o tesão está dessincronizado, o que deve ser explorado é o fator de Dominação e submissão, pois se nesses momentos a Dominação em geral e não a sexual for explorada, o tesão encontrará satisfação na plenitude da submissão, pois o uso do submisso terá atenção e intensidade, deixando em segundo plano o tesão acumulado e a necessidade de satisfação sexual dele. É a pura verdade quando digo que a satisfação de minha submissão é plena e completa com a realização cada vez maior de tarefas para minha Dona.
Portanto, se eu for SEMPRE  incumbido de tarefas por Ela, e for SEMPRE cobrado por isso, posso me sentir realizado e feliz, sem que a realização sexual se torne a coisa prioritária. Lógico que o subconsciente trabalha. 
Como hoje, acordei com uma ereção e meio melado com um belo precum, acredito que não gozei, pois não sou daqueles que gozo dormindo, mas não posso descartar a possibilidade de algum dia isso acontecer. Se a satisfação de ser útil existir e a DOMINAÇÃO estiver presente no dia-a-dia, a possibilidade de esse momento ressultar em gozo involuntário é mínimo. Ainda mais, se um período sem gozo, que a Rainha deve ter controle, for prolongado, outros métodos devem ser tomados. 
Para isso, é que é necessária a gaiolinha (cinto de castidade) em nós, além da sensação de poder constante da minha Dona sobre mim, principalmente em meu sexo, aumenta minha sensação de posse e de não me pertencer e dificulta a ereção e tal gozo. 
Se Ela não estiver a fim, abre coisas para o sub fazer, poderia ser até mesmo mandado lavar louça, re-arrumar Suas roupas, ou ficar sentado no chão, aos seus pés para acariciar seus pés (ou Ela a seus cabelos) ou ir servir de decoração no canto da sala ou quarto, ou mesmo de joelhos para se masturbar, aumentando o tesão e portanto, sua necessidade em serví-La cada vez mais (lembre-se, quanto mais tesão, mais um homem tende a ser submisso à sua Dona, principalmente em castidade forçada- cinto de castidade. 
Algo importante, também, mesmo que se deseja ficar quieta, é sempre encolerar seu submisso para que se firma a relação de submissão para com a Dona. Nunca dormir sem ser pelado, para se sentir vulnerável para ser usado sempre. E sempre ser repreendido e/ou castigado, quando algo que fizer não for do agrado de sua Dona. Tudo isso, ele deseja e o faz se sentir importante na vida da Dona, e não apenas de lado e esquecido.
O essencial para um submisso é se sentir sob a Dominação de sua Dona, sempre e o mais possível. Isso nunca permitirá que ele se desvie e sinta-se incapaz ou perder seu sentimento de plenitude em ser submisso. E além disso, permite não se deixar se impor a rotina num relacionamento por causa da ideia básica da relação de submissão e Dominação.

Tudo, só depende da atenção e dedicação de cada um,de cada parte de um relacionamento. 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Um Submisso Real

Sim, temos necessidades. 
Sim, temos expectativas.
Sim, nos frustramos também!

Sinto-me mais cansado quando não me sinto útil, quando deixamos a rotina de um relacionamento tomar conta. 
O esquecimento de minha utilidade me é confuso.

Quero sentir-me útil para minha Dona, quero que Ela me tenha sempre nas rédeas, com poder até mesmo pelo meu respirar, pois é para isso que respiro! Por Ela existo!

Existo para Seu prazer
Ajo pelo Seu conforto
Me movo para sua felicidade.

Quero ouvir todos os dias o que devo fazer! Pois a rotina silenciosa é o mesmo que o esquecimento de minha utilidade.
Estar só e agir, tomar decisões somente por minha vontade, mesmo que para agradá-la, é agradar a mim, antes de à Minha Senhora!
Devo passar roupa? Devo lavá-las? Quais? Que comida devo fazer? Devo servir como seu brinquedinho? Devo focar num canto quieto? Qual roupa devo vestir para Lhe agradar? Fiz tudo como fui Mandado fazer?



Me mostre, mande, ordene, ensine, corrija, castigue!
Mande-me realizar seu desejo, mesmo que seja deixá-la quieta, pois assim sei que estou atendendo-a. E nesse momento, em que me mandas ficar de lado, é um dos momentos que mais me provo submisso a Ti, pois o desejo de te tocar e te satisfazer é intenso, meu tesão e desejo de me satisfazer é enorme, e mesmo assim, o prazer de te obedecer é maior e se transforma no meu gozo e satisfação!

Não me deixe no limbo da rotina, no esquecer de minha utilidade. 
Não me deixe com falta de direção a ser tomada. Não me deixe ter controle sobre meu dia, sobre minhas decisões, sobre meu corpo!

Preciso que seja Minha Dona sempre, pois assim minha devoção a Ti é recompensada!
Sem tua força e teu comando sobre mim, minha devoção e dedicação se apaga e deprime. Viro o nada, pois não sei se sou útil ou inútil!

Não desejo ser e não sou dono de mim, Pertenço à Minha Dona e a Ela dedico minha vida, respiração, mente, alma! Quero que, quando me olho no espelho, não enxergue mais a mim, mas à Minha Senhora. Sou tua vontade e teu desejo.
Sou seu escravo e utilidade.