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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Aonde Pertenço Realmente


 Há alguns dias que, sem querer, nem pensar, tenho acordado, me ajoelhado aos pés da cama, descoberto os pés de MINHA RAINHA e beijando-o, reverenciado minha devoção a que me tem como seu submisso e escravo! Assim, tenho podido, por aos pés Dela minha devoção, fidelidade e entregar minha submissão às suas vontades, sua felicidade e seus caprichos!

Mas hoje, senti qual é realmente o meu lugar!


Hoje, tive uma experiência que poucos tem, sentir o momento de algo que acreditamos!
Acordei logo após o nascer do sol, como tem sido nos últimos dias, mas uma vontade veio do sono e não consegui dormir até realizá-la!


Levantei e sentei-me na borda da cama, peguei meu travesseiro e coloquei embaixo dos lençóis na posição ao lado dos pés de Minha Dona! Entrei embaixo dos lençóis e me deitei ao lado de um dos pés Dela! Fiquei ali encostando meu rosto na maciez do peito do pé Dela! Ali fiquei.
Imediatamente meu pinto foi ficando duro, sem que houvesse nenhum toque direto nele!
Demorou e então, Minha Senhora se mexeu e colocou uma de suas pernas sobre meu peito e, de lado, puxou um outro travesseiro e ficou de lado abrando-o!
Um pé Dela ficou ao lado de meu rosto e o outro próximo, mas ainda no colchão. Peguei o pé próximo do meu rosto (o da perna sobre meu peito) e encostei-o na minha bochecha!!!


Nem preciso dizer que meu cacete, agora, tremia e meu quadril já se tensionava de tesão! Eu segurei meu tesão, pois Minha Dona não havia me autorizado a me excitar!
Ela, então, moveu seu outro pé e eu imediatamente consegui pegá-lo e colocá-lo sobre meu ombro, onde eu podia eventualmente, acariciá-lo com minha outra face e beijá-lo.
Enquanto isso, ao toque de um dos pés em minha face e a proximidade do outro, em meu ombro, meu pinto cada vez mais duro e meu quadril tendo que conter o tesão, que só aumentava!
Fazia um carinho em um pé, dava um beijinho, buscava o outro e repetia o carinho e o beijinho.

Aos poucos fui me relaxando, apesar do prazer de estar ali não relaxar, rsrsrs. Fui me deixando mais relaxado e, quando estava voltando a cochilar, Minha Dona começou a sonhar e tinha uns espasmos nos pés e seus dedos se contraiam, seu pé se movia em pequenos movimentos, mas rápidos, me dando leves tapinhas nas faces!

Meu tesão foi às alturas! Que sensação de estar aos pés de Minha Dona e ainda sob seus desejos e ações! Tudo que eu mereço e desejo para mim! Ser o conforto, felicidade e satisfação dela, independentemente de como ela desejar e atendê-la! Afinal, que satisfação e plenitude maior que ampará-la e deixá-la segura em um sonho que está tendo!

Ali, sim, pude me sentir bem! Aos pés Dela, descobri meu lugar, minha forma maior de Adorá-la!!!

E como bônus, ainda ao dia feliz de hoje, Minha Dona disse, após muito tempo sem me colocar em castidade, que procurou o cadeado de meu cinto de castidade novo (a espera de ser usado há meses e meses) para colocar-me em castidade por um tempo! E encontrou a solução, para usar como cadeado até comprar um novo!
Só esperando ansiosamente o momento, rsrsrs.
Fico com o pau duro só de pensar eu de gaiolinha e MINHA RAINHA me chamando para adorar seus pés enquanto Ela faz algo do seu trabalho ou conversa com uma amiga!

quinta-feira, 7 de março de 2019

SUBMISSÃO PLENA - 1 PROBLEMA



Sendo submisso e desejando cada dia mais ser submisso, desejo a perfeição disso e me puno cada vez que não o consigo ser.


Um problema que sempre existirá e desejava tirá-lo de cena, é o fato de que ao transarmos, eu sinto tesão e inevitavelmente meu desejo vai aumentando, aumentando e acaba por trazer o gozo. Por mais tempo que demoro para gozar, algumas vezes, a RAINHA M pode ficar com alguma satisfação pendente, ou mesmo, por alguma razão, desejar gozar mais vezes.


Isso é frustrante, pois minha função é essa, atendê-la até que Ela se sinta totalmente satisfeita.
Uma das coisas boas no BDSM é que ele potencializa nossas experiências e nos propicia um forte entendimento de nós mesmos (e de nossos parceiros, lógico), por nos permitir, sentir e nos explorar até os limites que desejamos.


Com isso, percebi que existem algumas coisas que me levam ao prazer real como submisso e ao prazer sexual também. Se explorarmos essas coisas, poderei tentar satisfazer plenamente minha RAINHA M.


Já me dei todo a Ela, a ponto de permitir que me puna, me castigue, me restrinja, etc etc etc. Além disso já permiti que Ela me hipnotizasse, para assim, tirar meu foco do dueto “preciso controlar meu gozo>como está meu sentir o gozo vindo?>controlar meu gozo> o gozo está ou não vindo?>controlar>sentir>controlar>sentir” até a hora que não dá mais para controlar, nem sentir……..fuiiiiiiiiiiiiiiii.Permitiria que esse ciclo se desviasse e por gatilhos, a ereção “fosse acionada” e a sensação de prazer “mantida baixa”, só libertando quando Ela desejasse e mandasse. Mas Ela não quer fazer isso.
É um tesão que sempre tive e seria a realização de uma super fantasia (de infância, rsrsrs, brincadeirinha), mas isso é coisa para um próximo post.



Então, pensando em tudo isso, tentei fazer com que o não gozo, ou seja, período longo sem que me fosse permitido gozar, traria ao corpo o acostumar-se com a excitação, sem que fosse levado ao gozo, demorando cada dia mais para acontecer.
Ledo engano.
Quanto maior a abstinência, maior o tesão a ser liberado, menor o tempo que demoro para gozar.
Então, sonhei algo que pode ser uma solução
Ser submisso é uma questão de devoção, uso e treino. Para que esse processo se justifique, quanto maior a sensação de submissão, melhor, ou seja, quanto mais eu for usado, mandado, corrigido e etc, melhor para minha devoção ser mais forte a cada dia.
Se o problema é conseguir não gozar, então, o gozo deve ser algo corriqueiro e usual, a ponto de deixar de ser importante de ser atingido.


Por que não treinar para que isso acontecesse?
Nesse sonho que falei, eu era usado como doméstico de minha Dona constantemente, quando acabava meus afazeres, era mandado para o meu quarto e que esperasse a RAINHA M em um canto do quarto, de pé, nú e de frente para o canto. Desse modo, sentia-me apenas como sendo útil a Ela e que outras coisas que eu desejasse não me eram importantes ou necessárias.
Além disso, por 3 vezes ao dia, eu era masturbado pela minha Dona até chegar quase ao gozo, podendo gozar a cada 3 masturbações. Mesmo quando ela não desejasse me masturbar ou não pudesse, eu teria que me masturbar. seguindo essa sequência. Ao final, eu deveria tomar meu gozo, pois nada que é Dela deve ser desperdiçado. Quando Ela quisesse transar, eu deveria trocar uma masturbação por fazer amor com Ela. e dar-lhe a satisfação até quando ela desejasse. Após fazer amor com Ela, deveria limpar meu gozo e o dela (se fosse feito na vagina ou boca).
Se eu não estivesse disposto a realizar qualquer das minhas obrigações do treino (ou seja, pinto meio mole), deveria insistir até conseguir realizá-lo (masturbação ou sexo).


Pelo que sinto, a ereção após eu gozar não é dificil após um período de descanso, acontece mesmo que eu não me estimule, por vezes intensa, por vezes mais lentamente ou por períodos curtos. Mas acontece. Se passar uns dias sem estimulação, parece que vai se ficando mais lento e a ereção demora um pouco mais a acontecer, até que após mais uns dias, volta acontecer naturalmente.
Então, sendo um escravo serviçal e obediente, alimentado por funções constantemente e sendo conduzido com força e disciplina, minha devoção e submissão estarão plenas. Deixando como constante os momentos após gozo em que a ereção é simples e fácil, teria uma constância de ereções sempre, e gozando diariamente, o foco da necessidade em se gozar por quase instinto masculino, acaba, sendo algo que pode acontecer quando quiser.

Não sei, me deu a sensação de que é possível, além de que pode me fazer perder vários quilos, rsrsrsrs.


Lógico que, no começo pode haver um retrocesso ao invés de um avanço, pois o corpo não está nesse ritmo, mas nada que dedicação (forte de um submisso) não vença, ou que se verificado, após umas semanas, que não dará certa, não se reverta. Afinal, diz o ditado: “O que não usa atrofia, o que se é usado se desenvolve”.





Se minha Dona, quiser, estou pronto a começar a experimentar.

segunda-feira, 5 de março de 2018

MARIDO, ROTINA E SUBMISSÃO

Sou submisso à minha esposa, que é minha DONA. Isso é um privilégio, pois permite que se viva a sensação de ser um submisso em todos os momentos.
É claro que existem momentos em que não podemos ser DONA e submisso, pois envolvem momentos de trabalho, sociais, com família, e mesmo com nossos filhos.
Nesses momentos devemos ser mais baunilhas, mas o sentimento presente de ser posse Dela sempre está comigo. Esse sentimento e desejo de serví-la é algo que mão me abandona, dá vontade de fazer tudo por Ela, sempre, para que Ela se sinta servida, amada.
Para esses momentos desenvolvi uma relação de sinais de mãos e gestos que permite a Ela me direcionar ao que ela deseja,  mesmo que seja por puro prazer, ou só para me deixar meio sem jeito ao executar algo, pois não tenho o direito de negar nada a Ela, apenas me concentro e realizo o que me foi mandado. Se for para ajoelhar no meio da rua, eu que disfarce e ajoelhe, se for para me calar, eu que engula o que estiver dizendo e me cale. Se for para me masturbar, eu que saia de fininho, ache um lugar e me masturbe (lógico que, sem gozar, pois é Ela quem diz quando posso gozar). E assim por diante,  rrsrsrs

O mais complicado nesse tipo de relacionamento, é a rotina. Essa "praga", é o problema de qualquer relacionamento, BDSM, baunilha, religioso, politico, empresarial etc etc.. Quando ela se institui, estabelece suas prioridades e vamos deixando as coisas mais frouxas, sem a devida importância /prioridade e quando se dá conta, esquece! E diz: "É a rotina".
Só que não...
Não podemos deixar isso acontecer, pois desejamos, sempre, experiências novas, limites explorados, barreiras e preconceitos rompidos! 
Não é esse o nosso objetivo? Não só como BDSMers, mas como seres humanos?
Eu sou submisso, e sempre me ponho nessa posição, pois é o que preciso fazer e o que me faz bem, realmente!


Não posso estar morrendo de tesão e "pegar a minha DONA num canto"  e deixar o meu tesão me guiar!!!Isso é me satisfazer, e minha satisfação deve estar em satisfazer a Ela e não a mim mesmo! 
Então, o que faço é falar que estou com tesão! Ou ao acordar com ereção, cutucá-la com meu pinto duro e esperar que Ela também deseje fazer amor comigo! Fora isso, é esperar e aguardar Ela mandar eu fazer amor com Ela! Esse período em que fico nessa espera, me é prazeroso, pois estou me guardando para Ela e respeitando seu desejo. Nesse momento, eu me sinto (e acredito que os submissos reais, também) se sentem os mais felizes dos seres humanos.
Nesses momentos, minha devoção explode e se torna a mais pura e completa possível.

Porém, existe um problema!
Se esse sentimento todo acontece, explode, e a rotina está dominando tudo, e minha Dona relaxou, deixando de lado sua Dominação sobre mim, baunilhizando o cotidiano, sinto-me abandonado e sem rumo, pois passo a exercer uma submissão sem direção, uma vez que a quem sirvo, não liga para meus atos, tornado-os sem sentido e desnecessários. Aí vem um problema único do BDSM! Nosso objetivo se perde. Passamos a não ter motivo ou significado.
Para não se perder, aí entra o amor existente em um casamento/relacionamento 24x7. As ações que devo tomar, passam a ter como objetivo esse amor, esse deixá-la feliz e satisfazê-la porque A amo e isso tem que bastar.
Desse modo realizo as tarefas domésticas e tento deixa-la confortável. 

Existe um problema com isso, pois, como somos uma família com filhos grandes (10, 18 e 20 anos) o correto é dividir tarefas com eles, e aí entra um problema constante! Nem sempre o fazem com vontade, deixando de fazer, ou mesmo realizando meio sem capricho. Daí vem brigas e etc para que cumpram devidamente suas tarefas! Porém, sempre me vem a sensação de se eu devo fazer tudo para que nem esses conflitos A incomodem? Ou devo priorizar a educação de nossos filhos? 
Essa rotina traz insatisfação e nervosismo, gerando muitas vezes brigas para corrigí-los, deixando a mim e principalmente,  Ela tristes! Ooooo dilema.
Ao realizar minhas tarefas, tento sentir minha submissão como mais importante, lutando para que não diminua ou perca intensidade, pois, muitas vezes, eu passo por dúvidas e afrouxamentos na condução de minhas tarefas, uma vez que, passaram a não ter mais a presença e força de Minha Dona Dominando-me, chegando até mesmo a me permitir não fazer algo um dia, ou mesmo me achar no direito de me indignar/reclamar se Ela me repreender se fiz algo errado.
Esse momento nos coloca em cheque conosco mesmo, e espero que minha Dona, aja como tal, sendo o ponto de equilíbrio e recuperação de minha devoção!
Ao pedir, por exemplo, que eu compre uma Coca Cola para quando Ela voltar do trabalho possa bebê-la, e eu responder para Ela mesma comprar, pois vai passar ao lado de uma mercearia e está chovendo, que Minha Rainha venha com a resposta "Ela mandou eu ir pegar e que assim seja feito, agora mesmo, pois essa é minha função e eu não devo questionar o que Ela manda, só executar"!
Ao estarmos vendo TV, a um programa que eu goste, e Ela mandar eu ir fazer algo para comer, ou varrer a casa, eu não pense que possa fazer depois, pois quero ver à TV, pois sei que se assim agir, Ela responderá que "não lhe importa meu programa e sim eu realizar o que Ela mandou".
Outro problema que a rotina traz é sobre o tesão! Se eu estou "subindo pelas paredes"(rsrsr) e Ela está numa fase mais tranquila, o que é normal, tudo que explanei acima vem à tona! E isso faz com que se transforme num tormento.
Mas, até que é simples, lidar com isso!
Para isso, vamos pensar nos motivos e etc do BDSM. 
Não desejamos, sempre, experiências novas, limites explorados, barreiras e preconceitos rompidos! Não é esse o nosso objetivo? Então! Como um casal, temos que dar e receber, momentos de agir e se calar. Se não fazemos algo em uma direção, podemos fazer em outra, pois não envolve sacrifício ou mesmo ir contra a natureza do momento.
Se o tesão está dessincronizado, o que deve ser explorado é o fator de Dominação e submissão, pois se nesses momentos a Dominação em geral e não a sexual for explorada, o tesão encontrará satisfação na plenitude da submissão, pois o uso do submisso terá atenção e intensidade, deixando em segundo plano o tesão acumulado e a necessidade de satisfação sexual dele. É a pura verdade quando digo que a satisfação de minha submissão é plena e completa com a realização cada vez maior de tarefas para minha Dona.
Portanto, se eu for SEMPRE  incumbido de tarefas por Ela, e for SEMPRE cobrado por isso, posso me sentir realizado e feliz, sem que a realização sexual se torne a coisa prioritária. Lógico que o subconsciente trabalha. 
Como hoje, acordei com uma ereção e meio melado com um belo precum, acredito que não gozei, pois não sou daqueles que gozo dormindo, mas não posso descartar a possibilidade de algum dia isso acontecer. Se a satisfação de ser útil existir e a DOMINAÇÃO estiver presente no dia-a-dia, a possibilidade de esse momento ressultar em gozo involuntário é mínimo. Ainda mais, se um período sem gozo, que a Rainha deve ter controle, for prolongado, outros métodos devem ser tomados. 
Para isso, é que é necessária a gaiolinha (cinto de castidade) em nós, além da sensação de poder constante da minha Dona sobre mim, principalmente em meu sexo, aumenta minha sensação de posse e de não me pertencer e dificulta a ereção e tal gozo. 
Se Ela não estiver a fim, abre coisas para o sub fazer, poderia ser até mesmo mandado lavar louça, re-arrumar Suas roupas, ou ficar sentado no chão, aos seus pés para acariciar seus pés (ou Ela a seus cabelos) ou ir servir de decoração no canto da sala ou quarto, ou mesmo de joelhos para se masturbar, aumentando o tesão e portanto, sua necessidade em serví-La cada vez mais (lembre-se, quanto mais tesão, mais um homem tende a ser submisso à sua Dona, principalmente em castidade forçada- cinto de castidade. 
Algo importante, também, mesmo que se deseja ficar quieta, é sempre encolerar seu submisso para que se firma a relação de submissão para com a Dona. Nunca dormir sem ser pelado, para se sentir vulnerável para ser usado sempre. E sempre ser repreendido e/ou castigado, quando algo que fizer não for do agrado de sua Dona. Tudo isso, ele deseja e o faz se sentir importante na vida da Dona, e não apenas de lado e esquecido.
O essencial para um submisso é se sentir sob a Dominação de sua Dona, sempre e o mais possível. Isso nunca permitirá que ele se desvie e sinta-se incapaz ou perder seu sentimento de plenitude em ser submisso. E além disso, permite não se deixar se impor a rotina num relacionamento por causa da ideia básica da relação de submissão e Dominação.

Tudo, só depende da atenção e dedicação de cada um,de cada parte de um relacionamento. 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Quando realmente sou um submisso - Parte 2/2

Como disse no post anterior, senti como nunca a necessidade e a felicidade de ser controlado e voltado totalmente a satisfazer os desejos, caprichos e necessidades da minha DONA, RAINHA M. Isso, até mesmo quando sozinho e mesmo depois de um bom período de tempo separado.
Meu tesão estava no limite e por vezes (2 apenas) gozei quando dormia.
Nesse momento, foi que percebi uma coisa: após gozar, por algum tempo, meu foco continuava na minha DONA, mas a intensidade de minha submissão era menor, pois só lembrava do sentimento de servidão como algo que me dava prazer e sentia falta de ser controlado por ELA, mas nos momentos que agia, o fazia por mim. 
A sensação latente de fazer algo por Minha DONA ia voltando aos poucos, dia após dia. E ao mesmo tempo, meu tesão também ia aumentando.
Por fim, senti, dentro de mim, algo que me surpreendeu. Minha vontade de gozar era menor que minha submissão, que minha vontade de servir bem Minha RAINHA M.
Essa sensação, me deixou surpreso, mas feliz. Nesse momento percebi que minha natureza era realmente ser submisso a Ela, seu escravo incondicional.
Senti que minha felicidade, plenitude como homem e prazer realmente estava diretamente proporcional ao quanto eu a servia, o quanto estiver sendo útil a minha DONA.
Aliás, nunca o sentimento de ser posse de alguém foi tão forte e límpido em mim. O sentimento de não mais ser dono de mim ficou claro como a água e saboroso ao meu prazer.

Nunca havia me sentido dessa maneira e contei à RAINHA M desse sentimento de não me pertencer mais e que prazer Dela ser mais importante que meu gozo. Pedi a Ela que se fosse de seu desejo, nunca mais me deixasse gozar e assim eu estaria sempre no meu limite e no quanto desejava ser servil a Ela. Esse seria meu prazer, serví-la é meu orgasmo, sentir-me útil é meu desejo.
Contei sobre a gaiolinha e o quanto desejava tê-la em mim, pois sentiria Seu poder real em mim, em meu corpo, aliás, no corpo que realmente pertencia a Ela.

Ser útil é meu gozo, servir à Senhora meu orgasmo.

Quando realmente sou um submisso? - Parte 1/2

Nesses últimos meses pude perceber algo de diferente para mim, em minha submissão. 
Passamos, eu e a RAINHA M (eu e minha mulher) por um período meio conturbado, e tivemos que nos distanciar fisicamente por um tempo. Nada houve entre nós, enquanto casal ou mesmo relacionamento /sentimentos, foram problemas de trabalho e financeiros. Os quais estamos superando, graças a Deus.
Pois bem, passamos quase 2 meses nos vendo pessoalmente pouquíssimas vezes, pois tive que ir a São Paulo, e dormia, esse tempo todo, na casa de meu irmão.
Bom, nesse período, a saudade, além de intensa, me fez sentir algo importante. Que, eu sem a RAINHA M, me perdia constantemente, pois sempre que me via só, e muitas vezes rodeado de pessoas, pensava Nela como referência de como agir. Não como, se Ela aprovaria ou não algo, mas como eu faria algo para agradar a ELA. Como se a presença Dela fosse real e eu estivesse lá a seu serviço.
Com isso, comecei a sentir necessidade de algo que me fizesse sentir Sua autoridade e presença sobre mim, pois me sentia servindo a Ela, mas sem efeito nenhum, como se a autoridade fosse algo da minha imaginação. Foi quando senti realmente falta da gaiolinha em meu pênis. Desde modo, a autoridade de Minha RAINHA seria sentia por mim, constantemente. Inclusive impediria que eu me tocasse, algo que acontecia sem eu querer dormindo e ao acordar. Meu tesão estava forte e muitas vezes acordei quase gozando.

Esse tempo a abstinência me fez ver que, minha devoção era enorme e que essa necessidade de ser controlado aumentava a minha gratidão e satisfação por ser submisso. E ainda mais por ser submisso da RAINHA M. Meu foco de prazer estava localizado na realização da satisfação Dela e não mais na minha satisfação. Minha satisfação resumia-se em servi-La e me sentir útil e usado por Ela.
Continua...


segunda-feira, 26 de junho de 2017

SONHO JUNINO

Nada como um sonho para a gente soltar as vontades e desejos, rsrsrsr.
Ontem à noite, eu e a RAINHA M conversamos e brincamos muito sobre uma festa Junina que ocorrerá na empresa dela e que será vetada a menores à partir das 21hs, já imaginou a imaginação solta nossa, rsrsrsr. Ainda mais sabendo que os chefes dela dão umas festas bem picantes...
Bom, fomos dormir e eu acabei sonhando e acabei acordado desenvolvendo o sonho de olhos abertos, mas o incrível é que não sei qual o ponto entre o sonhado e o imaginado, rsrsrs.

Tudo iniciou, quando eu e a RAINHA M nos preparávamos para sair e nos vestimos à caráter. ELA, de repente se virou para mim e perguntou por que meu saco e virilha estavam peludos e mandou eu ir imediatamente me depilar e vestir minha gaiolinha. Reclamei e ELA me deu um tapa no rosto e mandou eu calar a boca e obedecer. 
Fui! Mostrei a depilação e a gaiola posta para ELA colocar o cadeado, ao invés do costumeiro lacre que normalmente ELA coloca.
Mandou que eu vestisse minha cueca que ELA gosta que eu durma, pois ELA fez um buraco e toda a região do meu pinto e saco ficam expostos para quando ELA queira tocar ou me masturbar à noite.

Fomos à festa e lá chegando, o clima estava bem divertido, com brincadeiras, bebidas e etc. às 21hs, as pessoas levaram as crianças embora e depois foram voltando. Logo o dono da empresa que a RAINHA M trabalha, anunciou as atrações e que as pessoas estivessem à vontade para o que desejassem.
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Iniciou um Streap Tease da noiva e noivo da quadrilha e depois do Padre que ficaram pelados no meio do quintal.

Depois o mestre de cerimônias, começou a grande roda da quadrilha e a cada “Olha a Cobra” as mulheres tiravam uma peça de roupa. “A Ponte Caiu”, eram os homens que tiravam e assim foi até todos estarem quase pelados.

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Eu, a RAINHA M, alguns(as) colegas dela e outras pessoas, só observávamos, todos devidamente vestidos.
Percebi que as pessoas ainda vestidas, estavam se beijando e bolinando. E todos rindo e se divertindo. Inclusive eu e a RAINHA M.
De repente, a RAINHA M me olhou com os olhos de desejo e me mandou ajoelhar, beijando seu corpo vestido na descida. Assim o fiz, lógico.

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Depois, quando eu já estava beijando a região de sua virilha, coberta pela calça, ela se sentou em uma poltrona, se ajeitou e mandou que eu tirasse seu sapato. Deu uns lenços umedecidos e mandou que os limpasse. Assim obedeci.
Então, ELA me chamou para perto DELA e me vendou.

Se dirigiu a mim novamente e mandou que eu me levantasse e tirasse minha calça.
Obedeci e minha gaiolinha ficou exposta, no que ouvi a curiosidade que foi despertada entre suas amigas. Foi um reboliço. E percebi que ELA exibia a chave em um cordão no seu lindo pescoço, com satisfação.

Imagem relacionadaMandou que eu retornasse de joelhos, beijando e massageando seus pés e perna enquanto ELA se divertia vendo a suruba que já rolava. Assim obedeci.Nesse momento, a gaiolinha já estava para estourar, tamanho meu tesão. A dor que estava em meu saco, pelo empurrar do anel causado pela tentativa de meu pinto ficar ereto era enorme. Mas quieto, sofria, enquanto a DONA de mim se satisfazia. Minha função estava me dando enorme prazer.
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Percebi que ELA começava a conversar com as amigas que ficaram espantadas, por eu ser seu escravo e a satisfação DELA em contar sobre minha entrega e o proveito que ELA toma disso, recomendando às amigas a fazerem o mesmo com seus companheiros.

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Se gabava divinamente sobre o prazer que conseguia ter e o conforto que em ter um escravo representava. Explicou sobre minha entrega e como era a base do BDSM.Por fim, perguntou se queriam aproveitar e ter uma massagem nos pés de cada uma, explicando que ELA fazia o que bem entendesse comigo (ainda que eu não quisesse, pois isso não era importante e eu concordava), até mesmo emprestar-me à quem ELA desejasse, coisa que ainda não tinha realizado.
Lógico que todas quiseram ser servidas e ELA mandou eu me afastar pois eu deveria servir as amigas dela.




  

Aos poucos, vendado, sem saber a quem atendia, eu tirava os sapatos, limpava com o lenço umedecido e começava a massagear e beijar os pés de uma amiga da RAINHA M. E foram várias.
Já haviam passado por mim mais de 4 amigas, quando percebi que a SENHORA de mim conversava de pertinho com a que eu estava servindo e que essa amiga estava muito excitada.


Então, ELA ordenou que eu subisse e lambesse o seio de sua amiga e o DELA mesmo. Só o biquinho, como ELA gosta que eu faça. Obedeci.
Não preciso nem dizer que a dor no meu saco aumentou e que a gaiolinha apertava como nunca senti. Estava insuportável, mas eu me sentia satisfeito como nunca e cada vez mais obediente.
A amiga gemia que nem uma gata no cio e seu corpo se contorcia.
Então, senti a mão da RAINHA M tocar e puxar a minha, colocando algo que senti como uma luva cirúrgica nela. Logo ouvi a SUA voz suave em meu ouvido, ordenando que eu a fizesse gozar, puxando minha mão para a virilha de sua amiga, que, me surpreendeu por já estar nua ao meu lado.



Então, comecei a mexer e tremer em seu clítoris (pinguelo, como a RAINHA M gosta de chamar) e a amiga começou a tremer de prazer, então, eu fui massageando sua buceta e pinguelo fazendo-a ficar cada vez mais molhada de suco.
Fiquei assim por um tempo e segurando o corpo da amiga em minha boca pelo seio e braço pela cintura para que ela não torcesse muito o corpo e fugisse de seu prazer.

De repente, enfiei 2 dedos na buceta dela, que tremeu um espasmo violento ronronando forte. Busquei seu ponto interno de prazer e comecei a massageá-lo até que ela quase fugisse de tanto que se contorcia e gemia. Rapidamente, tive que enlaçar minha perna segurando uma das dela e abraçar com um braço meu suas costas para que não perdesse o controle.

Quase que imediatamente ela começou a gozar e eu segurei ambas as pernas dela e forcei meu braço nas suas costas contendo seus espasmos de prazer, que duraram um bom tempo, parecendo que não terminariam nunca.
Depois repeti por mais 3 vezes seus orgasmos, até que a amiga ficasse sem forças e pedisse para eu parar.
Deixei-a deitada, sem forças e a RAINHA M tirou a luva de minha mão. Mandando eu ficar, quieto, em pé ao lado DELA que se sentava na poltrona, e pude senti-la orgulhosa de mim.

Senti meio gozo contido escorrer levemente por minhas pernas, a preciosa “gotinha” (aliás, hoje gotinhassss) que a RAINHA M tanto gosta de tomar, à medida que a gaiolinha aliviava sua pressão e deixava meu saco e pinto respirarem triunfantes.
Fiquei por muito tempo, ouvindo-a contar como é a vida de uma DOMINADORA e seu(s) submissos, e a satisfação que tinha em me ter como escravo DELA.

Então, ELA me pediu para eu comê-la ali mesmo, pois estava morrendo de tesão. Me deu a chave da gaiolinha para que eu a tirasse, deixando claro a todos que quem manda em mim é ELA. Peguei-a de quatro e comi com gosto seu cú. 
Por fim, mandou que eu colocasse a gaiolinha, entregasse a chave para ELA, me vestisse, tirasse a venda e fomos embora.

Não sei os pés de quem beijei e massageei, nem quem era que gozou forte em minha mão, mas o rosto da DONA de mim mostrava orgulho e satisfação de mim, me fazendo sentir algo que nunca havia sentido, uma felicidade e um prazer em servi-la como nunca pude sentir.


Obrigado RAINHA M por me possuir.