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segunda-feira, 26 de junho de 2017

SONHO JUNINO

Nada como um sonho para a gente soltar as vontades e desejos, rsrsrsr.
Ontem à noite, eu e a RAINHA M conversamos e brincamos muito sobre uma festa Junina que ocorrerá na empresa dela e que será vetada a menores à partir das 21hs, já imaginou a imaginação solta nossa, rsrsrsr. Ainda mais sabendo que os chefes dela dão umas festas bem picantes...
Bom, fomos dormir e eu acabei sonhando e acabei acordado desenvolvendo o sonho de olhos abertos, mas o incrível é que não sei qual o ponto entre o sonhado e o imaginado, rsrsrs.

Tudo iniciou, quando eu e a RAINHA M nos preparávamos para sair e nos vestimos à caráter. ELA, de repente se virou para mim e perguntou por que meu saco e virilha estavam peludos e mandou eu ir imediatamente me depilar e vestir minha gaiolinha. Reclamei e ELA me deu um tapa no rosto e mandou eu calar a boca e obedecer. 
Fui! Mostrei a depilação e a gaiola posta para ELA colocar o cadeado, ao invés do costumeiro lacre que normalmente ELA coloca.
Mandou que eu vestisse minha cueca que ELA gosta que eu durma, pois ELA fez um buraco e toda a região do meu pinto e saco ficam expostos para quando ELA queira tocar ou me masturbar à noite.

Fomos à festa e lá chegando, o clima estava bem divertido, com brincadeiras, bebidas e etc. às 21hs, as pessoas levaram as crianças embora e depois foram voltando. Logo o dono da empresa que a RAINHA M trabalha, anunciou as atrações e que as pessoas estivessem à vontade para o que desejassem.
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Iniciou um Streap Tease da noiva e noivo da quadrilha e depois do Padre que ficaram pelados no meio do quintal.

Depois o mestre de cerimônias, começou a grande roda da quadrilha e a cada “Olha a Cobra” as mulheres tiravam uma peça de roupa. “A Ponte Caiu”, eram os homens que tiravam e assim foi até todos estarem quase pelados.

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Eu, a RAINHA M, alguns(as) colegas dela e outras pessoas, só observávamos, todos devidamente vestidos.
Percebi que as pessoas ainda vestidas, estavam se beijando e bolinando. E todos rindo e se divertindo. Inclusive eu e a RAINHA M.
De repente, a RAINHA M me olhou com os olhos de desejo e me mandou ajoelhar, beijando seu corpo vestido na descida. Assim o fiz, lógico.

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Depois, quando eu já estava beijando a região de sua virilha, coberta pela calça, ela se sentou em uma poltrona, se ajeitou e mandou que eu tirasse seu sapato. Deu uns lenços umedecidos e mandou que os limpasse. Assim obedeci.
Então, ELA me chamou para perto DELA e me vendou.

Se dirigiu a mim novamente e mandou que eu me levantasse e tirasse minha calça.
Obedeci e minha gaiolinha ficou exposta, no que ouvi a curiosidade que foi despertada entre suas amigas. Foi um reboliço. E percebi que ELA exibia a chave em um cordão no seu lindo pescoço, com satisfação.

Imagem relacionadaMandou que eu retornasse de joelhos, beijando e massageando seus pés e perna enquanto ELA se divertia vendo a suruba que já rolava. Assim obedeci.Nesse momento, a gaiolinha já estava para estourar, tamanho meu tesão. A dor que estava em meu saco, pelo empurrar do anel causado pela tentativa de meu pinto ficar ereto era enorme. Mas quieto, sofria, enquanto a DONA de mim se satisfazia. Minha função estava me dando enorme prazer.
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Percebi que ELA começava a conversar com as amigas que ficaram espantadas, por eu ser seu escravo e a satisfação DELA em contar sobre minha entrega e o proveito que ELA toma disso, recomendando às amigas a fazerem o mesmo com seus companheiros.

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Se gabava divinamente sobre o prazer que conseguia ter e o conforto que em ter um escravo representava. Explicou sobre minha entrega e como era a base do BDSM.Por fim, perguntou se queriam aproveitar e ter uma massagem nos pés de cada uma, explicando que ELA fazia o que bem entendesse comigo (ainda que eu não quisesse, pois isso não era importante e eu concordava), até mesmo emprestar-me à quem ELA desejasse, coisa que ainda não tinha realizado.
Lógico que todas quiseram ser servidas e ELA mandou eu me afastar pois eu deveria servir as amigas dela.




  

Aos poucos, vendado, sem saber a quem atendia, eu tirava os sapatos, limpava com o lenço umedecido e começava a massagear e beijar os pés de uma amiga da RAINHA M. E foram várias.
Já haviam passado por mim mais de 4 amigas, quando percebi que a SENHORA de mim conversava de pertinho com a que eu estava servindo e que essa amiga estava muito excitada.


Então, ELA ordenou que eu subisse e lambesse o seio de sua amiga e o DELA mesmo. Só o biquinho, como ELA gosta que eu faça. Obedeci.
Não preciso nem dizer que a dor no meu saco aumentou e que a gaiolinha apertava como nunca senti. Estava insuportável, mas eu me sentia satisfeito como nunca e cada vez mais obediente.
A amiga gemia que nem uma gata no cio e seu corpo se contorcia.
Então, senti a mão da RAINHA M tocar e puxar a minha, colocando algo que senti como uma luva cirúrgica nela. Logo ouvi a SUA voz suave em meu ouvido, ordenando que eu a fizesse gozar, puxando minha mão para a virilha de sua amiga, que, me surpreendeu por já estar nua ao meu lado.



Então, comecei a mexer e tremer em seu clítoris (pinguelo, como a RAINHA M gosta de chamar) e a amiga começou a tremer de prazer, então, eu fui massageando sua buceta e pinguelo fazendo-a ficar cada vez mais molhada de suco.
Fiquei assim por um tempo e segurando o corpo da amiga em minha boca pelo seio e braço pela cintura para que ela não torcesse muito o corpo e fugisse de seu prazer.

De repente, enfiei 2 dedos na buceta dela, que tremeu um espasmo violento ronronando forte. Busquei seu ponto interno de prazer e comecei a massageá-lo até que ela quase fugisse de tanto que se contorcia e gemia. Rapidamente, tive que enlaçar minha perna segurando uma das dela e abraçar com um braço meu suas costas para que não perdesse o controle.

Quase que imediatamente ela começou a gozar e eu segurei ambas as pernas dela e forcei meu braço nas suas costas contendo seus espasmos de prazer, que duraram um bom tempo, parecendo que não terminariam nunca.
Depois repeti por mais 3 vezes seus orgasmos, até que a amiga ficasse sem forças e pedisse para eu parar.
Deixei-a deitada, sem forças e a RAINHA M tirou a luva de minha mão. Mandando eu ficar, quieto, em pé ao lado DELA que se sentava na poltrona, e pude senti-la orgulhosa de mim.

Senti meio gozo contido escorrer levemente por minhas pernas, a preciosa “gotinha” (aliás, hoje gotinhassss) que a RAINHA M tanto gosta de tomar, à medida que a gaiolinha aliviava sua pressão e deixava meu saco e pinto respirarem triunfantes.
Fiquei por muito tempo, ouvindo-a contar como é a vida de uma DOMINADORA e seu(s) submissos, e a satisfação que tinha em me ter como escravo DELA.

Então, ELA me pediu para eu comê-la ali mesmo, pois estava morrendo de tesão. Me deu a chave da gaiolinha para que eu a tirasse, deixando claro a todos que quem manda em mim é ELA. Peguei-a de quatro e comi com gosto seu cú. 
Por fim, mandou que eu colocasse a gaiolinha, entregasse a chave para ELA, me vestisse, tirasse a venda e fomos embora.

Não sei os pés de quem beijei e massageei, nem quem era que gozou forte em minha mão, mas o rosto da DONA de mim mostrava orgulho e satisfação de mim, me fazendo sentir algo que nunca havia sentido, uma felicidade e um prazer em servi-la como nunca pude sentir.


Obrigado RAINHA M por me possuir.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Tesão vs. Perigo: Divulgando a Castidade Do Meu Marido (ou Namorado)

Esse é um dos assuntos mais delicados, pois envolve coisas sensíveis, como laços familiares, de amizade e até mesmo profissionais.

Não é novidade que uma das formas de se provocar um homem em castidade é verbalizando uma suposta intenção em contar sobre essa área da intimidade com uma amiga, ou com várias amigas, ou até mesmo todas as amigas. Principalmente se essa(s) amiga for(em) bonita(s). Mas há de se pensar muito bem antes de compartilhar o conhecimento sobre a prática desse fetiche com terceiros. Principalmente pelo constrangimento. Antes de fazer algo que possa se arrepender, reflita sobre as seguintes perguntas:

"Eu me sentiria bem, em saber que meus pais ou sogros sabem que eu mantenho meu marido preso em um cinto de castidade?"

"Meu marido ficaria constrangido demasiadamente perante os colegas ou conhecidos casados com as amigas para as quais eu contaria?"

"Se no trabalho do meu marido souberem disso, será que isso pode afetar a carreira dele?"

"Será que nos sentiríamos á vontade quando nossos filhos (caso tenham) chegarem da escola perguntando por que o coleguinha disse que 'sua mãe tranca o pinto do seu pai numa gaiola' e você tendo que explicar..."

"Será que a cidade em que moramos é grande o suficiente para que essa prática não se torne conhecida por toda a população e traga consequências nefastas de constrangimento na convivência com a vizinhança, em clubes, no comércio...?"


Se por acaso a resposta para todas essas perguntas tenha sido "NÃO", talvez não aja problemas em abrir o segredo para alguém de confiança. O que não significa necessariamente que essa amiga de confiança não conte para o marido, que vai contar para o amigo dele, que conhece um conhecido do outro, e lá vai a informação...

Se a vontade de compartilhar está grande, e não há empecilhos como os que demonstrei nas perguntas acima, pode ter certeza que ele pode até negar, mas morre de tesão em imaginar você contando para suas amigas. Compartilha logo e seja feliz!

Agora a questão fica mais difícil se o caso for divulgar essa intimidade em redes sociais, pois a visualização pode ser vazada e o controle de quem fica sabendo é praticamente impossível.




Deixem seus comentários com opiniões e contribuições. Alguém tem experiências sobre esse assunto para compartilhar?

Eu, pessoalmente acredito que tudo deve ser bem dosado e pensado. As consequências podem ser realmente extremas, depende do contexto em que nos expusermos.
Acredito que, se minha Dona desejasse contar a alguém Ela poderia fazê-lo, mas para uma amiga bem íntima e que pudesse realmente confiar (apesar disso não ser 100% de sigilo garantido), pois assim pode-se ter ideia de quem vai saber de nossa intimidade e quais podem ser as consequências. Não gostaria que isso vazasse no meu ambiente familiar ou mesmo de trabalho, pois estaríamos lidando com variações muito conflitantes de interesse e envolvimento emocional. Como um chefe ou mesmo minha mãe ou pai reagiriam sabendo disso? Acredito que não seria positivo nem para meu relacionamento com eles, nem com minha esposa, que passaria a ser vista de modo muito preconceituoso por parte da família ou mesmo dos meus colegas de trabalho!
Mas se revelado num âmbito de amigas(os) pessoais e íntimos, pode se tornar algo de interessante, pois, mesmo se houver estranheza de início, a intimidade pode fazer com que se torne algo divertido e prazeroso.
Em resumo, acho que pode ser contado sim, mas com reservas e limites bem claros e de comum acordo entre ambos.
Quando a questão é publicar em redes sociais, acho que pode ser muito mais delicado, pois o vazamento não pode ser controlado.
Acredito que a melhor forma de fazer isso não é se expondo diretamente, mas através de sites e blogs que você só expõe sua real identidade para aqueles que lhe interessarem, como eu e a Rainha M fazemos.

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