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terça-feira, 21 de junho de 2016

Tesão vs. Perigo: Divulgando a Castidade Do Meu Marido (ou Namorado)

Esse é um dos assuntos mais delicados, pois envolve coisas sensíveis, como laços familiares, de amizade e até mesmo profissionais.

Não é novidade que uma das formas de se provocar um homem em castidade é verbalizando uma suposta intenção em contar sobre essa área da intimidade com uma amiga, ou com várias amigas, ou até mesmo todas as amigas. Principalmente se essa(s) amiga for(em) bonita(s). Mas há de se pensar muito bem antes de compartilhar o conhecimento sobre a prática desse fetiche com terceiros. Principalmente pelo constrangimento. Antes de fazer algo que possa se arrepender, reflita sobre as seguintes perguntas:

"Eu me sentiria bem, em saber que meus pais ou sogros sabem que eu mantenho meu marido preso em um cinto de castidade?"

"Meu marido ficaria constrangido demasiadamente perante os colegas ou conhecidos casados com as amigas para as quais eu contaria?"

"Se no trabalho do meu marido souberem disso, será que isso pode afetar a carreira dele?"

"Será que nos sentiríamos á vontade quando nossos filhos (caso tenham) chegarem da escola perguntando por que o coleguinha disse que 'sua mãe tranca o pinto do seu pai numa gaiola' e você tendo que explicar..."

"Será que a cidade em que moramos é grande o suficiente para que essa prática não se torne conhecida por toda a população e traga consequências nefastas de constrangimento na convivência com a vizinhança, em clubes, no comércio...?"


Se por acaso a resposta para todas essas perguntas tenha sido "NÃO", talvez não aja problemas em abrir o segredo para alguém de confiança. O que não significa necessariamente que essa amiga de confiança não conte para o marido, que vai contar para o amigo dele, que conhece um conhecido do outro, e lá vai a informação...

Se a vontade de compartilhar está grande, e não há empecilhos como os que demonstrei nas perguntas acima, pode ter certeza que ele pode até negar, mas morre de tesão em imaginar você contando para suas amigas. Compartilha logo e seja feliz!

Agora a questão fica mais difícil se o caso for divulgar essa intimidade em redes sociais, pois a visualização pode ser vazada e o controle de quem fica sabendo é praticamente impossível.




Deixem seus comentários com opiniões e contribuições. Alguém tem experiências sobre esse assunto para compartilhar?

Eu, pessoalmente acredito que tudo deve ser bem dosado e pensado. As consequências podem ser realmente extremas, depende do contexto em que nos expusermos.
Acredito que, se minha Dona desejasse contar a alguém Ela poderia fazê-lo, mas para uma amiga bem íntima e que pudesse realmente confiar (apesar disso não ser 100% de sigilo garantido), pois assim pode-se ter ideia de quem vai saber de nossa intimidade e quais podem ser as consequências. Não gostaria que isso vazasse no meu ambiente familiar ou mesmo de trabalho, pois estaríamos lidando com variações muito conflitantes de interesse e envolvimento emocional. Como um chefe ou mesmo minha mãe ou pai reagiriam sabendo disso? Acredito que não seria positivo nem para meu relacionamento com eles, nem com minha esposa, que passaria a ser vista de modo muito preconceituoso por parte da família ou mesmo dos meus colegas de trabalho!
Mas se revelado num âmbito de amigas(os) pessoais e íntimos, pode se tornar algo de interessante, pois, mesmo se houver estranheza de início, a intimidade pode fazer com que se torne algo divertido e prazeroso.
Em resumo, acho que pode ser contado sim, mas com reservas e limites bem claros e de comum acordo entre ambos.
Quando a questão é publicar em redes sociais, acho que pode ser muito mais delicado, pois o vazamento não pode ser controlado.
Acredito que a melhor forma de fazer isso não é se expondo diretamente, mas através de sites e blogs que você só expõe sua real identidade para aqueles que lhe interessarem, como eu e a Rainha M fazemos.

Deixem seus comentários com opiniões e contribuições. Alguém tem experiências sobre esse assunto para compartilhar?

sexta-feira, 13 de maio de 2016

DIFERENÇA BDSM X BAUNILHA ???

Sempre pensei no fato de que eu era Baunilha até pouco tempo atrás, e hoje gosto de ser um submisso de minha DONA, mas de onde veio isso?
Ao ler o texto abaixo percebi o que acontecia, pois a diferença de antes para hoje é sutil, foi só uma mudança de ponto de vista, pois ao se sentir mais profundamente algo como o amor à RAINHA M, pude sentir mais profundamente a necessidade de entrega a ELA. O texto abaixo, se refletirmos com essa visão, me trouxe à luz desse contexto, vejamos:

Achei estas “Normas de Comportamento” de uma submissa (e ela mesmo diz que é variável, pois cada casal deve formar seu próprio elo de comportamento, consciente ou inconscientemente. Vou destacar apenas a base da conduta e retiro os desdobramentos para colocar os meus comentários (com sua licença, Roberta de DOM RICK)

* A submissa deve ser interessada, fiel, verdadeira. Honrar a coleira que porta. Nunca envergonhando ou decepcionando seu Dono.
-Me digam se isso não é a base de qualquer relacionamento mesmo os Baunilhas? À exceção da coleira que pode ser substituída por uma aliança, por exemplo.
* A submissa tem que ter autocontrole,
-Autocontrole não é o que se espera de um companheiro(a)? Não implica em não ter opinião, mas sim em se controlar e expor suas opiniões de modo amável.

* A submissa deve assumir seus erros diante ao Dono, mas jamais voltar a cometer.
-O mesmo também é esperado de qualquer membro de um casal. Sinceridade!

* A submissa pode demonstrar suas opiniões, mas antes deve levar sua ideia ao seu DONO para serem aprovadas.
-Compartilhar um idéia ou opinião com seu companheiro(a) é algo esperado também em qualquer casal, se diferente, como pode-se seguir um caminho comum? Lógico no BDSM, as opiniões de um(a) submisso(a), são antes levados aos DONOS(a) para depois serem expostas. Mas, em um relacionamento Baunilha, quando divergimos de modo importante, também não conversamos com nossos companheiros(as) antes de qualquer coisa, para depois, com um senso comum, dizermos o que achamos? Divergências existem, mas são equacionadas para uma decisão comum.


* A submissa pode procurar pelo seu DONO quando tiver qualquer tipo de problema ou duvida.
-Suporte e carinho nas dificuldades. Cumplicidade!!! Não preciso dizer nada, não é?

* A submissa DEVE, antes de aceitar uma amizade de um DOMINADOR em suas redes sociais consultar seu DONO.
-Respeito, limites, mesmo que uma pessoa Baunilha não questione diretamente a seu par amoroso, ela, mentalmente seleciona as amizades que tem (virtuais ou sociais) de modo a não ferir ou desagradar de algum modo seu companheiro(a)


* A submissa DEVE, ao menor sinal de ciúmes ou crises levar ao seu DONO, seu questionamento de uma maneira gentil e educada.
-O mesmo do item anterior se se sentir desrespeitada ou magoada.


* A submissa pode falar da sua relação com suas amigas, mas sempre exaltando e enaltecendo seu DONO.
-Respeito e orgulho por seu companheiro(a) é o mínimo que se espera de qualquer relacionamento.


* A submissa DEVE estar sempre pronta a satisfazer seu DONO, suas vontades e desejos.
-De que adianta um companheiro(a) se o mesmo(a) não lhe quiser bem e que você seja feliz? De que adianta se nunca lhe realiza vontades e desejos?



* A submissa ao ser assediada por outro dominador, DEVE levar a questão ao seu DONO, antes de tomar qualquer atitude.
-Já comentei acima sobre o respeito e fazer sempre o que agrada mutuamente. Nesse caso, no Baunilha é o mesmo, pois quem gosta de ser traído? Se há um consenso entre os dois sobre um menage-à-trois, ótimo, se não é trair a confiança do companheiro(a).


* A submissa DEVE sempre consultar seu DONO a respeito de compromissos a serem marcados, pra que esteja sempre disponível quando ele desejar.
-Compartilhar a vida em comum é outra base em qualquer relacionamento.

* A submissa quando tiver qualquer questão a resolver com seu DONO, DEVE antes de trazer a questão perguntar se ele está com tempo disponível pra ela.
-Não adianta discutir nada de importante com alguém, se ele estiver envolvido com algo e sem condições de prestar atenção a algo que você deseja compartilhar em privado. Lógico, no BDSM, isso é levado mais ao limite.


* A submissa DEVE sempre oferecer seu prazer ou sua dor a seu DONO, suas lágrimas e seus sorrisos.
-Se uma pessoa ama e vai dedicar-se a viver com outra numa relação amorosa, então o compartilhar e aceitar o compartilhar do outro seria algo de natural, seja prazer, seja tristezas. Também lógico, no BDSM isso toma algumas esferas mais intensas e particulares.

* A submissa pode sentir desejo pelo seu DONO, mas só pode ter prazer quando ele determinar.
-De que adianta você querer fazer amor com alguém que, no momento não quer? Nada! É como uma punheta solitária com plateia de um. No BDSM (dependendo do acordo mútuo) é mais extremo com certeza, se uma submissa desejar fazer amor com seu DONO, ela pode comentar, mas depende de autorização DELE para dar prosseguimento. Numa relação baunilha, essa formalidade é desnecessária, mas depende da vontade de ambos com certeza.

* A submissa DEVE antes de postar qualquer imagem que a exponha em suas redes sociais ter a afirmação do seu DONO sobre a imagem.
-Já comentei antes no tocante a respeito e não magoar o outro, mesmo que a decisão ocorra apenas a nível mental e solitário.

* A submissa que PREZA e HONRA sua coleira, se comporta sempre da melhor maneira possível para agradar o seu Senhor, afinal ele é o bem mais precioso que ela possui na vida. Seu SENHOR é a VIDA dela, aquele que dá sentido em tudo. 
-Preciso comentar algo? Se mudarmos as palavras submissa por namorada, SENHOR por namorado e coleira por relacionamento ou aliança, leiam novamente e vejam como soa...

Submissa é posse, objeto, de seu Dono, respira e fala quando ele quiser. O Dono por sua vez disciplina, cuida e guia a submissa nesta entrega. Fazendo ela crescer, fortalecer, moldando e fazendo ela superar os seus limites.
Mais uma vez as responsabilidades entre os membros de um relacionamento.
- Submissa responsável pelo prazer, satisfação e felicidade de seu DONO.
- DONO responsável pela segurança, crescimento e felicidade de sua submissa.

RESPONSABILIDADE NAS RELAÇÕES

Depois da publicação do último post “TODOS FALHAMOS”, houve uma discussão sobre a intensidade (por assim dizer) da responsabilidade que resultaria na minha posição sobre o uso do tempo de resposta de um homem entre um orgasmo e outro, bem como ideias para usar isso em favor das nossas DONAS.
Havia, nesse post, a ideia de expor o que se passa com um homem no momento que se segue a um orgasmo e, principalmente, quando a idade vem avançando. Deste modo, pensar e compartilhar algo que ajudasse em qualquer relacionamento.
Sempre postei neste blog ideias sobre “Obrigações e Deveres” ou sobre “Direitos” de ambas as partes de uma relação, mais ainda citando a relação BDSM, mas também servindo para qualquer tipo de relação amorosa. Porém, nunca tive a intensão de polarizar a responsabilidade para apenas um membro da relação.
Qualquer relação é baseada em trocas e em responsabilidades, compartilhamentos e deveres mútuos. Quando mencionei no post que a ação poderia ser tomada pela DONA masturbando ou mandando que seu submisso se masturbe ainda no período logo após poucas horas do último orgasmo e criando um ciclo tentando se evitar e até mesmo viabilizar o retardo da fase apática ao sexo que passamos e a cada dia mais intensa e longa de acordo com o aumento da nossa idade. Desse modo, por uso contínuo do sexo, poderíamos talvez retardar uma suposta “impotência” (se assim posso chamar) com o avanço da idade.

Não quis, com isso, atribuir a responsabilidade de se evitar esse período apático às nossas DONAS, uma vez que se trata de um fator da vida do homem com mais idade. E muito menos tirar das mãos de nós homens tal responsabilidade por tal.
O que desejei é favorecer a relação pelo fato de nossas DONAS terem poder sobre nós e nos usarem com maior ou menor grau de sexualidade de acordo com as vontades DELAS. Nós, submissos deixamos com ELAS esse direito e deixamos com ELAS o controle sobre nossa vida sexual. Desejamos a ELAS sim, mas só ELAS podem nos autorizar a usar esse desejo. Isso fica mais evidente ainda para os que usam Cinto de Castidade.
De outro lado, se a relação não envolve esse tipo de Dominação, e o homem fica livre para poder exercer sua sexualidade quando ele quiser, uma série de negativas de sua mulher em momentos em que ele a deseja sexualmente pode frustra-lo e cansá-lo, ficando a sensação “ela nunca quer! Será que tenho algum problema aos olhos dela?” ou, “vou respeitá-la e esperar que ela me deseje”. E isso, logicamente o fará retrair-se para poder esperar novamente o momento certo. Nessa fase, pode-se virar acomodação e, como ele a ama intensamente e no período de apatia, o mesmo sentir que está atendendo às expectativas de sua mulher e, na verdade ela pode estar pensando o oposto, que “ela não está causando mais interesse para seu parceiro”. Ser humano é um bicho complicado mesmo, rsrsrrs
Não quis atribuir, muito menos, a culpa de uma andropausa com sua consequente diminuição de interesse sexual para nossas DONAS, mas sim, quis, através de uma característica da relação BDSM, a Dominação DELAS sobre nós, submissos, dar uma ideia de como e quando poderíamos jogar com mais intensidade com essa Dominação e força que emana DELAS, nossas DONAS e matar “duas cobras (no bom sentido, rsrsr) com uma cajadada só”, a manutenção do desejo presente e o prazer da relação de amor entre os parceiros.
As coisas na vida acontecem independentemente de nossas vontades ou ações, muitas vezes fugindo ao nosso controle, mas se nos atentarmos aos sinais que a própria vida nos dá, poderemos tentar nos antecipar a algumas “surpresas” que ela nos coloca e muitas vezes dribla-las.
Se existe uma característica particular entre um casal, porque não usá-la para o bem de ambos. Se, do mesmo modo, existe uma fraqueza entre eles, por que não entende-la e saber explorá-la em favor de ambos?
Ninguém quer ver o outro triste ou deprimido, ambos querem e buscam a felicidade mútua, então, por que não tomarmos cada um de nós, casal, a responsabilidade que nos cabe na construção da felicidade do outro.
Apesar de, num relacionamento BDSM, “o submisso ser posse de sua DONA”, isso não limita o poder a essa direção, mas sim, é um ciclo de direitos e deveres, uma vez que o submisso possui o seu direito ao livre-arbítrio, ele também tem o poder de direcionar a relação para onde ele deseja, pois é do submisso o direito de uso das Palavras de Segurança, é do submisso também o direito de escolher a quem se dar, bem como a DONA tem o direito de escolher a quem possuir. Mas, uma coisa com certeza não muda nunca, que é o respeito de um pelo outro, as responsabilidades que um tem em relação ao outro. Responsabilidades tanto físicas, como também o respeito mútuo.
Em um blog da submissa Roberta de DOM RICK, achei alguns textos interessantes (reproduzo o que achei mais interessante no próximo blog), mas uma frase me chamou a atenção:
“Submissa é posse, objeto, de seu Dono, respira e fala quando ele quiser. O Dono por sua vez disciplina, cuida e guia a submissa nesta entrega. Fazendo ela crescer, fortalecer, moldando e fazendo ela superar os seus limites.”
O que é isso senão as responsabilidades entre os membros de um relacionamento?
- Submissa responsável pelo prazer, satisfação e felicidade de seu DONO.
- DONO responsável pela segurança, crescimento e felicidade de sua submissa.
- Se tomarmos essas responsabilidades em forma ampla, qualquer relacionamento é assim! Mesmo os Baunilhas! Apenas diferem de um BDSM quanto à intensidade, pois a polarização da Dominação direciona de um modo e, num Baunilha, hora nos sentimos de um jeito e hora de outro, hora responsáveis e hora carentes, rsrsrs.

Temos compromissos um com o outro em qualquer relacionamento, só depende do quanto e de como os realizamos. Só não podemos sentir o peso de sermos responsáveis como algo penoso, e sim como o prazer de nos entregar a alguém.

sábado, 26 de dezembro de 2015

CASTIDADE - DIÁRIO 1

Estou no meu 4º dia de castidade controlada pela RAINHA M.


AS BOLAS QUE NÃO GOZAM, DOEM COM A NECESSIDADE.
OU MEREÇA SER APERTADO PELAS MÃOS DE SUA SENHORA.
Tem sido mais fácil, vamos dizer confortável, usar o Cinto.
Tenho usado o Óleo Corporal PAIXÃO e me pareceu a melhor opção, pois, como disse antes, mantem uma camada fina de óleo, apesar do tempo de uso.
Quando colocava o cinto, depois de um tempo, uns 20/30 minutos, precisava ajustar o mesmo, pois a parte inferior do saco começava a incomodar. Puxava um pouco mais a pele que ficava fora da argola para poder dar conforto. Hoje ao colocar o Cinto, logo após, com a ajuda de uma toalha, puxei essa pele e passei um pouco mais de Óleo com meu dedo nessa região.

Resultado: fazem quase 2 horas e nenhum desconforto.
(ATUALIZANDO: MAIS DE 4 HORAS SEM MAIORES DESCONFORTOS)
O problema que sinto é durante o dia, quando a gaiola "gira" para um lado e acaba pressionando uma das bolas, o que causa desconforto e dor. Percebi que, como fico muito sentado no trabalho, a gaiola também tende a abaixar e entrar no meio das pernas. Tenho tentado ficar com as pernas meio abertas quando sentado e busco um posição que evite ela se deslocar para baixo, conferindo e ajeitando eventualmente.
Acho que no mais, tem sido ok!

MAS ACHO QUE VOU MUDAR O ESPAÇADOR PARA UM MAIOR PARA TESTAR
A RAINHA M está me ajudando, mas o treino de Brinquedo Sexual parou, como se ELA quisesse que eu me acostumasse com a Gaiola, mas não sei, pois simplesmente nada acontece à noite ou quando estamos juntos. ELA tem sido mais Dominante, pois impõe mais suas vontades e ordens, lembrando-me sempre, mesmo com a presença de outros, quem manda e quem obedece. Mas sinto falta do treino. Só me resta aguardar.

A gaiola deixa sempre uma sensação de "roçar" no pinto, principalmente na cabeça, o que tem aumentado o tempo em que ele está sentido-se manipulado (por assim dizer), acho que isso é favorável para me acostumar como essa sensação de prazer, mas falta ainda a intensa.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

CASTIDADE Parte 2

Continuando...
Durante uma semana, por motivos alheios à nossa vontade, não usei o cinto, houveram muitas atribulações particulares e não dava para iniciar direito o treino do uso do cinto.
Mas retomamos a fase de adaptação ontem. Ainda estou com a chave do cadeado para alguma emergência.

O colocar o cinto está mais fácil com o Óleo Corporal. Ontem mudei o Óleo para ver se variava o conforto durante o dia. Usei um com amêndoas, mas não foi bom, pois ele "secou" rápido e o desconforto na parte de baixo do saco, parecendo apertar, resolvi com várias aplicações de sabonete líquido.

Hoje usei um outro Óleo corporal da marca Paixão e já passou metade do dia e está perfeito, a pele absorveu o excesso mas permanece uma fina camada lubrificada, está perfeito. Houve um desconforto no início, quando coloquei, pois pareceu que o anel pressionava uma das bolas, mas então tirei o cinto e re-coloquei-o e parou, rsrsrs. Isso tenho que tomar cuidado, senão será dor o dia inteiro, tadinha da minha bolinha...kkkkk. Dor, só se RAINHA M quiser que eu sinta. Aí sim eu aceito e aguento.

Uma coisa curiosa, a sensação do pinto na gaiola é boa a maior parte do tempo, como, em resumo, ele está dentro de um cilindro, parece que está sendo friccionado o tempo todo. Alguns momentos, isso até me excitou, pois o pulsar do meu pinto, roçava na gaiola e dava até tesão. O problema é que se ele endurecer, aí a sensação é meio ruim, pois ele empurra a gaiola e os anéis e pressiona o saco, causando desconforto. Imagino se a excitação for externa, com minha DONA me fazendo TEASE, vai ser algo incomum que deve ser interessante experimentar.
No mais, o òleo PAIXÃO pareceu ser bom e o conforto foi bem satisfatório. Lógico que algum incomodo existe, algumas vezes, prendo uma bola ou belisco a pele ao sentar, tenho que me acostumar a fazer xixi sentado e não deixar a bexiga enche muito para dar tempo de eu ajeitar o pinto sem começar a mijar, rsrsrs.

Mas para isso mesmo que serve este período, para que eu me acostume com meu novo acessório.
Vale a pena depois contar para RAINHA M e vê-la feliz por estar atendendo a um capricho seu, além de o dia todo me sentir mais como seu, mais seu submisso, como se ELA estivesse sempre presente me mandando aguentar por ELA.


JÁ PENSOU!!! AMARRADO, DE COLEIRA E CINTO, DANDO PRAZER À RAINHA M?
IMAGEM DE UM HOMEM FELIZ!!!



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

CASTIDADE

Comprei e dei para a RAINHA M o que considero o maior presente que um submisso pode dar como prova de sua devoção: Um CINTO DE CASTIDADE.
Sim, o maior presente, pois mostra o quanto está disposto a deixar com ELA o controle de seu corpo, inclusive de sua sexualidade, que se torna exclusiva dela, pois o CINTO garante que só ELA poderá liberar o acesso ao seu membro. Nem o próprio submisso pode tocar-se e masturbar-se, só quando ELA o liberar.
Iniciei há poucos dias o uso do CINTO CB6000, e ainda estou me acostumando a ele.
RAINHA M mandou que o usasse em períodos curtos, e que tivesse a chave em mãos, caso qualquer problema, dor ou algo imprevisível, até que me acostumasse.
No primeiro dia foi um tanto desconfortável, pois inverti um espaçador, o que no final não interferiu no uso ou segurança, mas permitiu a pele do meu penis ser beliscada diversas vezes, rsrsrs.
O Principal problema foi quanto ao lubrificante que usei, Foi o K-MED, muito bom durante a masturbação e o sexo, pois facilita a penetração, mas vai "sumindo, secando" aos poucos, o que permite a sensação completa da penetração, mas no caso do CINTO, esse efeito foi ruim, pois o pênis e saco ficam mais secos, o que não permite a acomodação deles com o CINTO quando sento, levanto, ando e etc, forçando um pouco e causando desconforto e beliscadas na região de baixo do saco.
Como, apesar do combinado, a RAINHA M quis me por a prova, me mandou com o CINTO para o trabalho à tarde, e quando vi, estava sem a chave do cadeado, rsrsrsr. Tive que ir diversas vezes ao banheiro para ajeitar. No final, usei sabonete liquido no anel ambaixo, aonde mais pegava no saco e com a haste de meus óculos abri espaço sobre o penis para colocar um pouco de sabonete liquido na gaiola também. à partir de então, tudo melhorou e o conforto ficou aceitável, sem mais beliscadas ou sensações muito descômodas.
Nos seguintes usos, usei o CINTO comum óleo corporal da RAINHA M e a colocação do CINTO foi mais fácil, bem como não houve maior desconforto.
Fui tentar fazer xixi com ele, e é lógico que o alinhamento do buraco da uretra e do rasgo do dispositivo devem estar alinhados com precisão. Lógico que não acontece dessa maneira, rsrsrsrs.
Para que eu faça xixi sem causar uma inundação à minha volta como um chuveiro descontrolado, tive que fazer sentado. Mesmo assim, parecia um spray giratório descontrolado, rsrsrsr
Com a troca do Gel lubrificante K-Med pelo óleo de corpo, ao pressionar a gaiola contra a púbis, posso ajeitar com facilidade o pênis e melhorar o alinhamento, portanto, controlar melhor o jato e as suas consequencias, rsrsrs. Vamos ver com a prática.
O engraçado é o fato de sentir o CINTO me faz às vezes ficar como que apreensivo e prestando atenção em como ele está em mim, e vem sempre a presença da RAINHA M em minha mente, como se eu estivesse o tempo todo conectado a ELA, parece que fico mais quieto e concentrado.
Pode ser por causa do fato de ser algo novo em meu corpo, pode ser que com o tempo diminua, mas o CINTO tem certo peso e a presença dele não deverá se tornar algo desapercebido. Seria como um cinto de calça apertado, você se acostuma, mas sempre se lembrará que está lá.
A nossa meta é eu ir me acostumado aos poucos, usando-o em períodos cada dia maiores e no final, devolver a chave à RAINHA M e ELA vai passar a adotar os lacres.

Vou postando minhas sensações, experiencias e etc.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

TREINO 2- BRINQUEDO DA RAINHA M

Continuando, a semana seguinte, se repetiu a rotina. 
Mas uma coisa ficou evidente, a RAINHA M, depois de uma noite de sexo em que ELA goze, ela relaxa no treino uns dois dias, rsrsrs.
Mas depois disso, na retomada da rotina de treino (apesar de eu continuar com a masturbação em mim mesmo pela manhã), quando ELA me excita, a vontade vem maior e o controle fica mais difícil.
E ao final da semana, ao invés de eu conseguir me controlar e não gozar durante o sexo, eu, no final acabei gozando. Demorou, mas estava muito difícil me controlar e quando ELA iniciou movimentos para ELA gozar, eu não consegui me conter e fui também.

Pedi que ELA não esquecesse que eu estou em treino e que desejo obedecê-la e ser o que ELA deseja de mim, me moldar à vontade da minha RAINHA. E ELA concordou em me mandar realizar atos que me excitem, mesmo que ELA não se envolva.
O que está mais claro é que, pelo menos no período de treino, a sensação de excitação tem que ser o mais constante possível, pois assim consigo com que incorporar essa sensação e diminuir meu desejo de gozar, pois já faz parte do dia-a-dia.


No início da semana seguinte ela propôs que invertêssemos nossas posições, ou seja, ELA seria minha submissa e eu sua DONO. 
No início fiquei com vontade, já fizemos isso outras vezes e foi ótimo para ambos.
Mas no decorrer dos dias, algo passou a não dar certo. 
Eu não conseguia mandar e sentia que tinha que forçar para isso.
E ELA não conseguia ficar sem autoridade e ficou meio desconfortável com isso.


Logo, tivemos que esquecer a idéia e rimos quando chegamos à mesma conclusão:
ELA É A MINHA DONA, SENHORA E RAINHA e eu seu submisso, escravo e serviçal, e não há como ser diferente mesmo.

Nessa vez, percebemos e estamos finalmente incorporando nossos verdadeiros papéis.
Nesse dia mesmo chegou uma surpresa que comprei para ELA e que desejava há muito tempo:




Um Cinto de Castidade CB6000. Nosso primeiro cinto.
Dei a ELA, que logo quiz ver como por e como eu me sentia.
Foi bom, mas difícil de colocar,nada que a prática não ajude, rsrsrs.
Mas isso é tema para outro post...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

TREINO PT1 - BRINQUEDO DA RAINHA M

Bom, depois das considerações dos posts anteriores, vamos ao que estamos realizando.
Espero que as nossas experiências contribuam para ajudar a todos, e que também vocês nos ajudem:
Caso não tenham lido os posts anteriores, por favor façam para que entendam e aproveitem mais esse TREINO, principalmente os 3 últimos.

http://pretodafada.blogspot.com.br/2015/11/como-tratar-sua-dona.html
http://pretodafada.blogspot.com.br/2015/12/dominadora-romantica-estabelecendo.html
http://pretodafada.blogspot.com.br/2015/12/brinquedo-sexual.html
http://pretodafada.blogspot.com.br/2015/12/preparos-p-treino-brinquedo-da-rainha-m.html
http://pretodafada.blogspot.com.br/2015/12/necessarios-p-treino-brinquedo-da.html

A ideia básica inicial era que eu pudesse ser treinado para não gozar até que a RAINHA M me autorizasse a fazê-lo.
Então iniciou-se uma rotina para que eu ficasse excitado o mais constantemente possível, para que nós (digo eu e minha DONA, pois é algo conjunto) conseguíssemos entender o que ocorre com meu corpo e o que é preciso fazer para que eu, mesmo muito excitado, não ejacule, aumentando o tempo ao infinito (se for possível isso) para que a RAINHA M possa me usar pelo tempo que desejar e do modo que a satisfizer.
A rotina foi estabelecida assim:

  • Todos meus afazeres diários são realizados de modo a atender às necessidades da RAINHA M, isso é imutável. Se houver qualquer irregularidade, sei que receberei bronca e possivelmente um castigo.

  • Todo dia a RAINHA M deseja que eu me masturbe ao limite pela manhã (mesmo no trabalho devo realizar essa rotina) e que meu tempo de masturbação aumente cada vez mais. Poderia também realizar à tarde, quando fosse possível. Pedi a ELA que me ligasse e mandesse eu realizar isso, pois a ordem DELA reforça minha submissão e facilita na hora d'eu me masturbar. Pedi a ELA também se eu estava autorizado a ver algo erótico (filmetes, fotos, etc) se não conseguisse me excitar sozinho, pois masturbação sem ELA é difícil para mim, pois pareço solitário e sem propósito, como um adolescente em descoberta do próprio erotismo e isso já foi há muito tempo, rsrsrs. E ELA autorizou esse recurso, sendo que, quando o utilizo, gravo o vídeo para que ELA o veja e aprove.

  • À tarde, após o almoço (que tenho o privilégio de realizá-lo em casa na maioria das vezes, pois moramos numa cidade pequena) deito-me com ELA e ELA me masturba e excita da maneira que mais lhe convier, parando e continuando, mantendo-me no limite da excitação e gozo, sem me deixar gozar. Na maior parte das vezes, esse intuito é conseguido, foi necessário muito treino para que o ponto fosse conhecido. Ás vezes, mas raramente hoje ou quando esse treino é constante, 

  • À noite ao deitarmos, a RAINHA M inicia me excitando de diversos modos que lhe vier à cabeça, mas preferencialmente me masturbando, às vezes com Gel Lubrificante, às vezes sem (confesso que para melhor me controlar, prefiro com o Gel, pois a sensação de friccionar o pênis aumenta e adianta a vontade de gozar). Procura me deixar no limite de gozar por várias vezes, sem me autorizar a tal. Apenas uma ou duas vezes na semana, ELA permite que eu coloque meu pênis dentro dela e às vezes ela consuma um ato sexual, no qual não me permite gozar. Aí é o problema, quase sempre consigo segurar, retardar, mas não gozar, ainda está dificil.

  • Um dia, na semana passada, ELA foi autoritária comigo, impondo que não deveria gozar e que minha obrigação é obedecê-la, me fazendo repetir sempre, e eu comecei a repetir isso constantemente. Nesse dia não gozei, apesar de ter chegado perto! Acho que a situação de aumento do poder DELA sobre mim, fez um efeito enorme e que o fato de eu ter sido estimulado continuamente por dias, ajudou nesse resultado.
Pensando nisso, cheguei à conclusão e vamos adotar essa postura de agora em diante, pois minha RAINHA M concordou que eu tinha razão:
  1. Nunca ficarei um dia sem ser estimulado a gozar mais de uma vez por dia, por masturbação própria ou pela sua manipulação em mim.
  2. O Gel será mais utilizado, principalmente na grande maioria das vezes que ELA me estimular.
  3. Se a RAINHA M estiver cansada ou sem vontade de me estimular, ELA comandará que eu me estimule próximo DELA.
  4. ELA intensificará os comandos sobre minhas vontades e, se precisar, me baterá ou punirá quando eu estiver no limite de gozar, intensificando seu comando verbal.
  5. No início, bastará que eu segure meu gozo, até que ELA atinja o DELA, podendo eu gozar junto. Mas isso é temporário, pois o objetivo é eu não gozar.
  6. Se eu gozei em um dia, o estímulo será intensificado o mais breve possível, mesmo que eu ainda esteja em "estado de repouso", mesmo que eu não consiga ter ereção. E se repetirá do mesmo modo da rotina estabelecida antes.
  7. Sempre teremos em mente que, pelo que sentimos, o importante agora não é que eu aprenda a controlar o não gozar, mas sim que eu me acostume à sensação de excitação e limite de gozo, para que eu consiga conviver com essa sensação. Depois passaremos para o próximo passo, que seria o Controle Sobre meu Gozo, propriamente dito.




quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

"PREPAROS" P/ TREINO - BRINQUEDO DA RAINHA M.

Antes de contar sobre as formas e experiências que estamos fazendo para que a RAINHA M me tenha como seu brinquedo sexual, que eu esteja pronto para quando ELA quiser me usar e que eu a deixe gozar antes do meu gozo (e só o realize, se ELA consentir), cheguei à conclusão que algumas coisas são realizadas em nossas rotinas que contribuem decisivamente para o sucesso de qualquer objetivo maior.


Como estamos numa relação D/s Romântica, 24x7 entre o casal, o cotidiano é muito importante.
Ou seja, quanto mais intensa estiverem estabelecidas as participações entre o submisso e a DOMINADORA, maior são as chances de sucesso nas demais áreas.

Pensemos assim:
1- Quanto mais o submisso aceitar a dominação de sua SENHORA, mais obediente ele será
2- Quanto mais a DOMINADORA exercer essa postura para o submisso, mais submisso ele se sentirá e se comportará.
3- Quanto mais submissão o submisso sentir, mais satisfeito e com prazer exercerá suas obrigações, pois se sente útil.
4- Quanto mais a DOMINADORA conseguir que seu submisso realize as tarefas que lhe cabem, mais poder ELA terá sobre ele e mais satisfeita ficará, tornando sua autoridade mais confiante e forte.
5- Ao contrário, quanto menos oportunidades de se sentir submisso existirem, menos se sentirá submisso e mais frustrado se sentirá, podendo às vezes, inconscientemente não obedecer à sua DONA.
6- Do mesmo modo, quanto menos poder a DOMINADORA exercer, menos DOMINANTE se sentirá e menor influência terá sobre seu submisso, esquecendo-se por vezes que DOMINA e não se sentindo satisfeita com algo perdido e esquecido.
7- Quanto mais se obrigarem ambos a superar os limites de cada um (por imposições, tempos de execução, treinos, punições, etc) mais se conhecerão e mais se satisfarão.


PORTANTO:
Quanto mais a DOMINADORA usar seu poder, mais o submisso se sentirá usado, e portanto mais feliz e completo estará, ficando mais fácil e automático obedecer uma ordem de sua DONA prontamente, seja ela qual for.


Então, quando eu chego em casa depois do trabalho, mesmo cansado, faço a Janta, lavo a louça, cuido da roupa suja, e sirvo o jantar da minha SENHORA, só depois é que me dou o direto a descansar, se ELA consentir.


O prazer que tenho exercendo muitas funções e obrigações, obedecendo às ordens de minha DONA e vendo-A tranquila e confortável, me dá prazer por si só, e me sinto útil a ELA e pronto para mais usos que a RAINHA M desejar de mim.
Ofereço a ELA para fazer coisas que ELA esteja com preguiça de fazer, mesmo que não saiba direito, pois quero cada vez mais atendê-la e estou disposto a aprender com sua ajuda, tornando-a cada dia mais satisfeita comigo e eu mais útil.
Se ELA pedir algo que não me sinta confortável um dia, vou experimentar e fazer de tudo para deixar de lado minha opinião ou mesmo padrões, para melhor atendê-la. Se realmente for algo que não me agrada e que está muito acima de minha capacidade (física ou moral) converso com ELA e exponho minha limitação. Faz parte de um relacionamento o conhecer-se e deixar-se conhecer a ambos e a si próprio.
Isso tudo me dá um prazer que ultrapassa o sexual e me faz feliz e pleno com homem.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

BRINQUEDO SEXUAL

Eu e a RAINHA M, minha Dona, vivemos num tipo de relacionamento em tempo integral (ou seja 24x7, como gostam de chamar), à exceção dos períodos de trabalho e alguns raros momentos pequenos em nosso cotidiano.




Acredito que nossa relação poderia ser mais enquadrada como Dominação Romântica, aquela que tenho colocado alguns posts e que tenho desenvolvida a ideia de modo a ajudar pessoas que possam se enquadrar nesse modo, mas nunca pensaram nisso ou forçam uma relação que não se enquadra na realidade de cada um, tornando-se muitas vezes num rótulo e não num modo de vida real.


Eu realizo tudo ao meu alcance para a satisfação e prazer da RAINHA M, pois é para isso que sirvo e para isso que desejo viver.




RAINHA M deseja que eu me aprimore como seu brinquedo sexual e que apenas ela goze nas relações e que eu esteja sempre pronto para ser "ligado" e atendê-la.
Nesses últimos dias, pusemos em prática um treinamento para poder fazer com que meu prazer não chegue ao orgasmo e portanto, chegue mais perto do desejo Dela de me ter na condição de um brinquedo sexual, mas com sentimentos e tesão.


É baseado na nossa realidade, buscamos em posts, artigos e etc que lemos ou tomamos conhecimento, mas é mais real que muitos outros que vemos por aí.

Exponho isso nos próximos posts e meio que um diário sobre o que deu certo e o que deu errado.
Quem sabe ajudamos a vocês leitores.
E por favor, vamos trocar idéias, assim um ajuda o outro e todos saem lucrando. Estamos à disposição.