Sendo submisso e desejando cada dia mais ser submisso, desejo a perfeição disso e me puno cada vez que não o consigo ser.
Isso é frustrante, pois minha função é essa, atendê-la até que Ela se sinta totalmente satisfeita.
Com isso, percebi que existem algumas coisas que me levam ao prazer real como submisso e ao prazer sexual também. Se explorarmos essas coisas, poderei tentar satisfazer plenamente minha RAINHA M.
Já me dei todo a Ela, a ponto de permitir que me puna, me castigue, me restrinja, etc etc etc. Além disso já permiti que Ela me hipnotizasse, para assim, tirar meu foco do dueto “preciso controlar meu gozo>como está meu sentir o gozo vindo?>controlar meu gozo> o gozo está ou não vindo?>controlar>sentir>controlar>sentir” até a hora que não dá mais para controlar, nem sentir……..fuiiiiiiiiiiiiiiii.Permitiria que esse ciclo se desviasse e por gatilhos, a ereção “fosse acionada” e a sensação de prazer “mantida baixa”, só libertando quando Ela desejasse e mandasse. Mas Ela não quer fazer isso.
Então, pensando em tudo isso, tentei fazer com que o não gozo, ou seja, período longo sem que me fosse permitido gozar, traria ao corpo o acostumar-se com a excitação, sem que fosse levado ao gozo, demorando cada dia mais para acontecer.
Ledo engano.
Então, sonhei algo que pode ser uma solução
Ser submisso é uma questão de devoção, uso e treino. Para que esse processo se justifique, quanto maior a sensação de submissão, melhor, ou seja, quanto mais eu for usado, mandado, corrigido e etc, melhor para minha devoção ser mais forte a cada dia.
Se o problema é conseguir não gozar, então, o gozo deve ser algo corriqueiro e usual, a ponto de deixar de ser importante de ser atingido.
Nesse sonho que falei, eu era usado como doméstico de minha Dona constantemente, quando acabava meus afazeres, era mandado para o meu quarto e que esperasse a RAINHA M em um canto do quarto, de pé, nú e de frente para o canto. Desse modo, sentia-me apenas como sendo útil a Ela e que outras coisas que eu desejasse não me eram importantes ou necessárias.
Além disso, por 3 vezes ao dia, eu era masturbado pela minha Dona até chegar quase ao gozo, podendo gozar a cada 3 masturbações. Mesmo quando ela não desejasse me masturbar ou não pudesse, eu teria que me masturbar. seguindo essa sequência. Ao final, eu deveria tomar meu gozo, pois nada que é Dela deve ser desperdiçado. Quando Ela quisesse transar, eu deveria trocar uma masturbação por fazer amor com Ela. e dar-lhe a satisfação até quando ela desejasse. Após fazer amor com Ela, deveria limpar meu gozo e o dela (se fosse feito na vagina ou boca).
Pelo que sinto, a ereção após eu gozar não é dificil após um período de descanso, acontece mesmo que eu não me estimule, por vezes intensa, por vezes mais lentamente ou por períodos curtos. Mas acontece. Se passar uns dias sem estimulação, parece que vai se ficando mais lento e a ereção demora um pouco mais a acontecer, até que após mais uns dias, volta acontecer naturalmente.
Então, sendo um escravo serviçal e obediente, alimentado por funções constantemente e sendo conduzido com força e disciplina, minha devoção e submissão estarão plenas. Deixando como constante os momentos após gozo em que a ereção é simples e fácil, teria uma constância de ereções sempre, e gozando diariamente, o foco da necessidade em se gozar por quase instinto masculino, acaba, sendo algo que pode acontecer quando quiser.
Lógico que, no começo pode haver um retrocesso ao invés de um avanço, pois o corpo não está nesse ritmo, mas nada que dedicação (forte de um submisso) não vença, ou que se verificado, após umas semanas, que não dará certa, não se reverta. Afinal, diz o ditado: “O que não usa atrofia, o que se é usado se desenvolve”.
Se minha Dona, quiser, estou pronto a começar a experimentar.
Gostei da teoria, espero que a sua dona goste também, rsrsrs
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