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quinta-feira, 7 de março de 2019

SUBMISSÃO PLENA - 1 PROBLEMA



Sendo submisso e desejando cada dia mais ser submisso, desejo a perfeição disso e me puno cada vez que não o consigo ser.


Um problema que sempre existirá e desejava tirá-lo de cena, é o fato de que ao transarmos, eu sinto tesão e inevitavelmente meu desejo vai aumentando, aumentando e acaba por trazer o gozo. Por mais tempo que demoro para gozar, algumas vezes, a RAINHA M pode ficar com alguma satisfação pendente, ou mesmo, por alguma razão, desejar gozar mais vezes.


Isso é frustrante, pois minha função é essa, atendê-la até que Ela se sinta totalmente satisfeita.
Uma das coisas boas no BDSM é que ele potencializa nossas experiências e nos propicia um forte entendimento de nós mesmos (e de nossos parceiros, lógico), por nos permitir, sentir e nos explorar até os limites que desejamos.


Com isso, percebi que existem algumas coisas que me levam ao prazer real como submisso e ao prazer sexual também. Se explorarmos essas coisas, poderei tentar satisfazer plenamente minha RAINHA M.


Já me dei todo a Ela, a ponto de permitir que me puna, me castigue, me restrinja, etc etc etc. Além disso já permiti que Ela me hipnotizasse, para assim, tirar meu foco do dueto “preciso controlar meu gozo>como está meu sentir o gozo vindo?>controlar meu gozo> o gozo está ou não vindo?>controlar>sentir>controlar>sentir” até a hora que não dá mais para controlar, nem sentir……..fuiiiiiiiiiiiiiiii.Permitiria que esse ciclo se desviasse e por gatilhos, a ereção “fosse acionada” e a sensação de prazer “mantida baixa”, só libertando quando Ela desejasse e mandasse. Mas Ela não quer fazer isso.
É um tesão que sempre tive e seria a realização de uma super fantasia (de infância, rsrsrs, brincadeirinha), mas isso é coisa para um próximo post.



Então, pensando em tudo isso, tentei fazer com que o não gozo, ou seja, período longo sem que me fosse permitido gozar, traria ao corpo o acostumar-se com a excitação, sem que fosse levado ao gozo, demorando cada dia mais para acontecer.
Ledo engano.
Quanto maior a abstinência, maior o tesão a ser liberado, menor o tempo que demoro para gozar.
Então, sonhei algo que pode ser uma solução
Ser submisso é uma questão de devoção, uso e treino. Para que esse processo se justifique, quanto maior a sensação de submissão, melhor, ou seja, quanto mais eu for usado, mandado, corrigido e etc, melhor para minha devoção ser mais forte a cada dia.
Se o problema é conseguir não gozar, então, o gozo deve ser algo corriqueiro e usual, a ponto de deixar de ser importante de ser atingido.


Por que não treinar para que isso acontecesse?
Nesse sonho que falei, eu era usado como doméstico de minha Dona constantemente, quando acabava meus afazeres, era mandado para o meu quarto e que esperasse a RAINHA M em um canto do quarto, de pé, nú e de frente para o canto. Desse modo, sentia-me apenas como sendo útil a Ela e que outras coisas que eu desejasse não me eram importantes ou necessárias.
Além disso, por 3 vezes ao dia, eu era masturbado pela minha Dona até chegar quase ao gozo, podendo gozar a cada 3 masturbações. Mesmo quando ela não desejasse me masturbar ou não pudesse, eu teria que me masturbar. seguindo essa sequência. Ao final, eu deveria tomar meu gozo, pois nada que é Dela deve ser desperdiçado. Quando Ela quisesse transar, eu deveria trocar uma masturbação por fazer amor com Ela. e dar-lhe a satisfação até quando ela desejasse. Após fazer amor com Ela, deveria limpar meu gozo e o dela (se fosse feito na vagina ou boca).
Se eu não estivesse disposto a realizar qualquer das minhas obrigações do treino (ou seja, pinto meio mole), deveria insistir até conseguir realizá-lo (masturbação ou sexo).


Pelo que sinto, a ereção após eu gozar não é dificil após um período de descanso, acontece mesmo que eu não me estimule, por vezes intensa, por vezes mais lentamente ou por períodos curtos. Mas acontece. Se passar uns dias sem estimulação, parece que vai se ficando mais lento e a ereção demora um pouco mais a acontecer, até que após mais uns dias, volta acontecer naturalmente.
Então, sendo um escravo serviçal e obediente, alimentado por funções constantemente e sendo conduzido com força e disciplina, minha devoção e submissão estarão plenas. Deixando como constante os momentos após gozo em que a ereção é simples e fácil, teria uma constância de ereções sempre, e gozando diariamente, o foco da necessidade em se gozar por quase instinto masculino, acaba, sendo algo que pode acontecer quando quiser.

Não sei, me deu a sensação de que é possível, além de que pode me fazer perder vários quilos, rsrsrsrs.


Lógico que, no começo pode haver um retrocesso ao invés de um avanço, pois o corpo não está nesse ritmo, mas nada que dedicação (forte de um submisso) não vença, ou que se verificado, após umas semanas, que não dará certa, não se reverta. Afinal, diz o ditado: “O que não usa atrofia, o que se é usado se desenvolve”.





Se minha Dona, quiser, estou pronto a começar a experimentar.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dominação? Submissão?????

Algo engraçado ocorreu nesses dias e, sem mais nem menos, eu fiquei em dúvida e com a sensação de que a Dominação para a DONA de mim é uma rotina que exige ações constantes, mas que por Ela, desejaria que fosse mais leve. Explico:


Há alguns dias atrás (hoje é sábado 15/07/17), a RAINHA M estava com tesão, e, ao deitarmos, Ela me disse que quase fez uma entrega Dela com a coleira para que eu fosse o Dono dela.
Começamos a nos excitar, fazer preliminares, mas tive que me conter, pois, apesar de eu não estar mais aguentando de tesão e, mesmo Ela querendo, eu sabia que não poderia prosseguir, uma vez que Ela teve cólicas pós-menstruais fortes no dia anterior e um pouco ainda nesse dia, se eu continuasse, essas cólicas poderiam voltar com força. Isso sempre acontece nesses dias, depois que Ela goza forte, e a intensão, no final, é essa, gozar forte, rsrsrs. 
Mas, me deu um tesão enorme na hora. Esses momentos em que Ela se faz de submissa mexe comigo, rsrsrs, com minha libido. 

Em todas as últimas vezes que “brincamos” Ela tem me perguntado o que faria com Ela se voltasse a ser a Miau Morgana!
Na última vez me fez realizar que eu era seu Dono mesmo! Mal consegui me conter de tanto tesão. Mas, na hora final, Ela não se entregou de modo definitivo, pois respondia que Ela só se daria, quando Ela quisesse.
Só que, para mim, entrega de submissa é incondicional (dentro dos limites combinados), pois o Dono deve ter o comando de quando a usar e como.
A minha cabeça voa com as possibilidades de uso de uma submissa... mas, ficou na mesma, sem nada mudar.
Como já disse em um post anterior, para mim é difícil ficar variando entre Dono e submisso, pois acho que a entrega deve ser plena para que realmente se obtenha o resultado desejado. Não se limita apenas ao momento da cama, à uma cena, mas sim a um contexto, uma série de eventos e preparações para a cena e muito mais que isso, pois a entrega em si deve ser prazerosa, ou o controle, no caso contrário.

O que isso quer dizer? Na minha opinião é que Ela estar no comando a cansa e quer que eu, mesmo como submisso, tenha iniciativa sobre o tesão Dela, pois isso mostra que eu a quero!!!!!!!!!!?????

Aí, eu fico na dúvida, rsrsrs!!!!!!!!!??????????? Como assim??????!!!!!!????

Submisso tomando a iniciativa, é algo, no mínimo, meio complicado. Seria como uma prova de desejo por ela, uma prova que a amo, só que ao modo baunilha, dentro do modo Kink!!!!????
A demonstração de amor do submisso, está na própria submissão e da Dominadora no modo que dá a devida atenção ao submisso.
Então, tomar a iniciativa não é característica do dominado, o qual, na verdade deve se conter para poder atender às necessidades de sua Dona, Ela sim tem o comando e voz para tal e deve se sentir amada pela entrega submissa de alguém que a ama tão profundamente que se sacrifica a esse ponto.

De outro lado...

Ser Dono, de novo, da Miau Morgana, me dá o maior tesão. Mas isso não pode ser assim, de repente; pois, no meu caso, o Dominador tem que se superar ao submisso. Não me considero um Switcher, para fazer a troca sem maiores problemas.
Eu submisso amo a submissão. Eu Dominador, amo a Dominação.
Quando sou submisso, até adapto meu escrever a esta condição, sempre me refiro a Ela com letras maiúsculas e ao nome Dela com todas em maiúsculas, procuro o respeito e linguajar devido à minha condição. Ajo no dia-a-dia de modo recluso e subserviente, sempre ficando disponível e etc.
Quando estou Dominador, ao contrário, procuro sempre pensar na rotina de minha submissa para que essa submissa tenha utilidade e sempre reforce sua submissão, agindo de modo a ser direcionada para intensificar o meu prazer, assim como o dela, no momento oportuno.

E é assim que sinto quando sou um ou outro, não busco trocar a posição daqui um tempinho. Quando fiquei submisso nessa vez, após um bom período de Dominador, nos momentos de jogos entre nós, não consigo mais me sentir bem como Dominador e me esquivo de volta ao submisso. Parece que algo não encaixa.
Mas, nas últimas semanas, essa vontade de inverter, tem se tornado intensa pois sinto que a RAINHA M está hesitando e desejando realizar, só que tem receio. E isso, acredito se deve ao fato Dela estar se desmotivando para agir como KINK com maior intensidade e deseja tirar essa carga de responsabilidade de si. 


Só que, para se entregar, Ela também tem suas dúvidas, uma vez que envolve obedecer e sabe que vou exigir dela uma postura de disponibilidade e não rejeição. 
Dá trabalho também, rsrsrs. 
E muito!!!! Ela também sabe que a exploro muito e isso a mantem num tesão o tempo todo, fazendo-a ter os orgasmos mais fortes que normalmente, ou mesmo que quando Dominadora.
Sabe também que será punida e que levará umas chibatadas de vez em quando, ou mesmo vai ficar de castigo, quando desobedecer. Isso a incomoda, mas sinto que a excita também, por isso faço só de vez em quando e de leve, pois sinto que tem medo disso ser mais constante e forte, o que, na realidade não pretendo e nem é de mim, não sou agressivo! Gosto pois faz parte do jogo e da cena, assim como a comer depois de punir, pois Ela está em fogo para levar um cacete na bunda depois de apanhar um pouquinho.

Se fosse comigo, ou seja, eu apanhar, ser punido, eu gostaria que fosse mais intenso, não extremo, mas que houvesse a ação do punir de verdade, sem medo de machucar para que eu testasse e experimentasse isso, pois ser submisso é desejar saber seus limites de prazer e buscá-los. 
É algo, essa busca, que me dá tesão e que está difícil de rolar, rsrsrs.


Quero que se eu me tornar Dominador ou me mantiver submisso, seja intenso e forte.
Para ser Dono, quero que o tesão dela ao ser dominada, a fizesse implorar para gozar e eu só deixasse acontecer quando eu quisesse , tornando-o tão intenso e prazeroso para ela que me fizesse gozar forte também só em assistir seu prazer. E depois de horas, lembrar no corpo trêmulo e mole ainda, a força do amor de se entregar e de receber essa entrega para e por ambos. Isso ela já sentiu quando Miau Morgana e amava sentir.



Aliás, visto desse modo, parece até uma submissão de um Dominador, pois, querer o prazer da submissa como alvo principal de suas ações(!!!!), se isso não é uma forma de submissão, não sei o que mais seria, KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!

Imagino e desejo profundamente que, esta noite, quando eu chegar em casa, aconteça uma das duas possibilidades:


1) Ela, me chame no quarto, me olhe profundamente nos olhos e com propriedade me mande ajoelhar e lhe confessar amor e servidão, após mande me despir e olhe o que é seu, reviste, e exija o que lhe agrade, puna o que não lhe agradou, e mande-me servi-la em algo que deseje, pondo-me desse momento em diante como seu real escravo, subserviente e obediente para seu prazer e comodidade. Diariamente me ordene realizar o que Ela deseja, o que Ela está com preguiça de fazer e etc, e me puna, treine, com a devida intensidade e constância que eu mereça.

2) Esteja no quarto me esperando, quase nua, de joelhos e com a sua coleira em mãos, e dizendo palavras e juras de subserviência e obediência aos meus caprichos, desejos e comodidade. Jurando obedecer-me e servir-me como sua gatinha ou o que quer que eu deseje que Ela seja. Beija minha mão, me dá a coleira para me apossar dela e a chibata para quando eu precisar.

É um sonho, quem sabe se realiza.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MANUAL DA SENHORA - 10 MANDAMENTOS


Esse texto encontrei e adaptei do blog Castidade Controlada, segue o link:
http://castidadesubmissao.blogspot.com.br/2014/10/mistress-manual-2001-e-descreve-dez.html
Descreve alguns itens que podem ser úteis a uma RAINHA ao se tornar DONA de um submisso e torná-lo seu escravo particular, mas também a lembrá-la da essência de possuí-lo.
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Este texto foi traduzido e adaptado do Mistress Manual, 2001

1. Controle o orgasmo e você controla o homem.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu homem-egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel; não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele estará humildemente aos pés da mulher, suplicando… Um homem nessa situação fica completamente submisso, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirão forças para agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo voltará à estaca zero, levando tempo para voltar a ser submisso completo.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar o submisso em seu lugar.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário. A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, a apreensão e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e apreensão ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação para controlá-lo.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar… enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. 
Se os fizer gozar, saiba que retornarão ao estado displicente e de pouca submissão, necessitando de um novo período para se re-adequarem.

Excitação sem orgasmo, sem alívio… Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use sentimentalismo, chicote, contrato, cordas ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, porta objetos e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só aos masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais “espiritual” e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior…Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanso a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu submisso extremo, usar uniforme de serviço se for o caso, permanecer pelado sempre e dormir no chão… Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

DESEJOS DE UM SUBMISSO

Opa, Surpresos?
Lógicos que temos desejos, somos humanos, ora essa!!!!
!!!!AMO SER SUBMISSO!!!!


Só que, ao longo de nossa submissão, aprendemos a controlá-los em favor dos desejos e vontades de nossas DONAS e assim satisfazer nosso principal desejo: vê-la feliz, satisfeita e plena através do uso que ELA faz de nós.


Mas sim, temos desejos! E por causa do nosso principal desejo ser realizado, permitimos a deixar os nossos demais desejos de lado.
Muitos de nossos desejos são desejos dentro de nossa submissão, pois nem tudo que gostaríamos de realizar, nossas DONAS nos permitem ou desejam que realizemos desse modo.

Mas seguem os que tenho, e imagino que outros também o tenham, podem postar nos comentários, vai ser interessante:







1. Desejaria poder servir sempre à RAINHA M de coleira, como seu servo fiel, inclusive dormir com a coleira.










2. Quando chegasse em casa, ELA já me mandasse beijar seus pés e me cuidar para servi-la (tomar banho, depilar, barbear, colocar a coleira) e depois disso ficar pelado para ELA enquanto executo minhas tarefas.









3. Que quando ELA estivesse fazendo algo que não exigisse minha presença. ELA me mandasse esperar no quarto de joelhos ou amarrado, para quando ELA desejasse meu serviço. Adoraria que ELA me amarrasse às vezes, só por prazer ou para que eu esperasse seu comando, afinal não estou sendo necessário no momento, rsrsrs.







4. Quando estivéssemos a sós, e ELA estivesse fazendo seu trabalho, eu ficasse lambendo sua buceta, beijando seu corpo e/ou pés, ou mesmo massageando-os, até que ELA quisesse que eu parasse, fosse dormir, ou realizar outra tarefa para ELA.






5. Que eu usasse meu Cinto 24hs por dia (apenas retirando para o banho), pelo período que minha SENHORA não me usasse sexualmente, pois assim posso senti-la sempre me DOMINANDO, mesmo quando longe, e me sinto melhor se estou sob esse DOMÍNIO.






6. Gostaria que ELA me comandasse sempre para treino de orgasmo arruinado e Tease&Deny, mesmo que, se ELA não desejar fazer ELA mesmo, que me ordenasse, sem esquecer, que eu me masturbasse, só assim chegarei a ser seu BRINQUEDO SEXUAL perfeito, capaz de segurar o gozo ou mesmo não gozar.


7. Ser constantemente vigiado e controlado pela RAINHA M, que ELA me ligasse ou enviasse mensagem perguntando aonde estou, me vigiasse no banho para ter certeza de não tocar nada que é DELA além do tempo necessário, me vistoriasse sempre para controlar meu corpo (barba, depilação, etc), e aonde SUA vontade chegasse a pensar.

8. Que a RAINHA M me castigasse de vez em quando, ou quando eu não consigo realizar uma tarefa (esquecimento ou displicência), por bater-me, ou por-me para dormir no chão (só com um edredon para não passar tanto frio) e etc.




9.  E por fim que ela voltasse a me comer, isso mesmo, que às vezes ELA me pegasse e enfiasse um pênis na minha bunda. Faz tempo que ELA não o faz, ELA me ensinou isso e agora, parece que esqueceu de tomar a lição, rsrsrs

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

SUBMISSO REBELDE ??


Parece estranho falar nisso, ainda mais eu sendo um submisso dedicado à RAINHA M!
Eu sei, mas acontece!
E de várias maneiras.
Não vou falar daqueles submissos que na realidade não são submissos, apenas querem uma aventura passageira e não tem isso na alma. Esses não são submissos, são pessoas experimentando algo novo. Vale! Mas depois se tocam que não são para isso e buscam novas alternativas. E por favor, deixem de sê-lo, pois o que todos queremos é a felicidade e sendo algo que não é compatível com você é a porta da infelicidade!
Não vou falar, também, daqueles que são forçados a ser submissos, pois isso não é uma relação sadia, é uma relação doente, pois não é consensual.
Falo de submissos como eu, que desejam ser servis à sua DONA e serem usados e moldados pelas vontades e desejos DELA.
Sim, mesmo nós, temos nossas rebeldias, se podemos chamar assim.
Acredito que pela natureza do homem, temos algumas preguiças e tentações de liberdade, rsrsrs. Eu explico:
Sabe quando estamos sozinhos, desde adolescentes fazemos coisas que não são permitidas, ver um filme sozinho, jogar um vídeo game que a mãe proibiu, se masturbar, e etc. Todo mundo é assim, acredito! Portanto, quando não estamos sob a supervisão de nossas DONAS, fazemos o mesmo, atrasamos nossas obrigações, deixamos algo para depois e etc. Só que se somos verdadeiros submissos, tentamos compensar de outro modo nossas DONAS e nos esmeramos depois.

Quanto mais nossas DONAS nos vigiarem, conferirem o que fizemos e manterem, por assim dizer, a "rédea curta" (opa, só em pensar em coleira e puxão, me deu tesão) menos chance desses pequenos deslizes, poderão acontecer, e mais controle terão sobre nós, e assim mais submissos seremos.
Por esse raciocínio, acho que o pior para um submisso é quando esse controle afrouxa ou não acontece.
Posso citar, também, quando o submisso é deixado de lado em um período de treino dele ou mesmo de uso de seu Cinto de Castidade, ou mesmo nas rotinas que a DONA estabeleceu e que deixou de lado, sem motivo ou mesmo como que "abandonando" suas funções de DONA (sim ser DONA também tem suas atribuições).

Digo isso, pois, nessas condições, essas "rebeldias" podem ficar visíveis e se nossas DONAS não se derem conta, a sensação de inutilidade de um submisso pode afetá-lo e ele não se completar como ser.
Nesse tipo de rebeldia , estão não realizar as ordens da DONA ao pé-da-letra e deixar evidente o desleixo, como por exemplo:


  • Se é para você se manter barbeado diariamente e passar dias sem se barbear.
  • Se você deve se depilar a região do pênis e não o faz, deixando os pelos crescerem.
  • Não se dirigir mais à sua DONA pedindo permissão para realizar coisas da sua vontade.
  • Não perguntar mais para ELA se a roupa que está vestindo LHE agrada ou se quer que se vista diferente.
  • Demorar para fazer uma tarefa quando sua DONA mandar, como trazer seu café da manhã, por estar fazendo algo de agrado próprio do submisso.
  • Realizar as ordens de sua DONA de mal grado ou mesmo bufando.

Isso pode ser um sinal de que é preciso conversar e ver o que está levando a essas sensações ou mesmo "rédeas frouxas" (opa, coleira, quase gozei, rsrsrs).
Como um submisso deseja, é ávido por servir, sua DONA, deixá-lo de lado, ou não notar o que ele fez por ELA, é uma sensação das piores possíveis para ele. Atenção é tudo.
Use-o como quiser, molde-o como quiser, puna-o como e com a intensidade que desejar, ele é SUA propriedade, e como já disse num post anterior:


AMO SER SUBMISSO
"Um submisso é como um terreno vazio que você comprou. A DONA pode fazer o que quiser com ele, construir uma casa, um comércio, escritórios, criar um jardim ou horta, o que ela desejar. Mas se ELA deixar o terreno abandonado, o mato cresce, ele é foco de doenças, mosquitos, pode ser esconderijo para uso de drogas, ou mesmo ser invadido. Cuide do que lhe pertence, ele é SEU para SUA satisfação e prazer, com o que você torná-lo."

quarta-feira, 15 de julho de 2015

À SERVIÇO

Novamente,  após um período inverso,  estou à serviço de minha +RAINHA M . 

Seu servo que te ama,  sempre à sua disposição,  para sua satisfação. 
Feliz por merecer este privilégio.

terça-feira, 17 de março de 2015

SENDO DOMINADORA - Parte 1

Boa tarde, como já postei anteriormente, a relação D/s envolve a troca mútua entre os participantes.
Uma boa Dominadora também tem suas responsabilidades e suas ações levarão seu submisso a disponibilizar o máximo de si.
Seguem, com todo o respeito, algumas  idéias, vindas à partir de minha vivência como submisso e à partir de coisas vivo e que também sinto falta ou aceitaria de bom grado como um "agrado" de minha dona.
Sempre leve-se em conta que deve-se reforçar os níveis de Dominação e submissão, pois a Dominadora gosta de ter o controle e o submisso de se submeter a Ela, e que se a ação, mimo ou similar reforçaram a Dominação e a submissão, mais prazer os dois terão:


1. COLEIRA:

A coleira é parte da cena, parte do simbolismo de uma relação D/s.
Não interessa coleira, pode ser sofisticada ou simples, o importante é o que representa.
Nada mais reforça mais o fato de ser dominado ou ser Dominadora que esse artefato.
Nada mais simbólico que a Dominadora montar uma cena de encoleiramento e realizar a cerimônia.
Pode ser apenas para os dois ou uma cerimônia com convidados e etc, mas a cerimônia demonstra a preocupação da Dominadora com a relação que possui e o respeito para com seu submisso, e ao contrário, representa a devoção e disponibilidade de entrega dele para sua DONA.

Faça uma cena, diga palavras sobre os dois, sobre a relação e realize o encoleiramento.
Será perfeito e marcará diferente a relação.





2. REGRAS E RITUAIS

Impor algumas regras e algumas rotinas são boas, mas tem que ser cobradas e exigidas sempre.
Deve-se sempre levar em conta, conforme expus anteriormente, o reforço das posições na relação D/s, ou seja dar a sensação de poder e Dominação à Dominadora e reforçar a subserviência e submissão do submisso.
Impor que tenha suas mãos (ou pés) beijados sempre que o submisso chega à presença da Dominadora é algo muito forte, bem como o ajoelhar-se e prostrar-se diante de sua Dominadora, traz uma sensação de superioridade à Dominadora e de submissão extrema ao submisso.
Vistoriar o submisso é algo também importante e orientar a correção (barbear, depilação, uso de roupas e acessórios, forma física) do que convier à Dominadora, traz uma rotina de obediência e cada vez mais deixa o submisso mais atento aos desejos de sua DONA.
Realize sempre e poderá se sentir rapidamente a relação mudar de patamar e se intensificar.