Pesquisar este blog

Páginas

terça-feira, 17 de março de 2015

SENDO DOMINADORA - Parte 1

Boa tarde, como já postei anteriormente, a relação D/s envolve a troca mútua entre os participantes.
Uma boa Dominadora também tem suas responsabilidades e suas ações levarão seu submisso a disponibilizar o máximo de si.
Seguem, com todo o respeito, algumas  idéias, vindas à partir de minha vivência como submisso e à partir de coisas vivo e que também sinto falta ou aceitaria de bom grado como um "agrado" de minha dona.
Sempre leve-se em conta que deve-se reforçar os níveis de Dominação e submissão, pois a Dominadora gosta de ter o controle e o submisso de se submeter a Ela, e que se a ação, mimo ou similar reforçaram a Dominação e a submissão, mais prazer os dois terão:


1. COLEIRA:

A coleira é parte da cena, parte do simbolismo de uma relação D/s.
Não interessa coleira, pode ser sofisticada ou simples, o importante é o que representa.
Nada mais reforça mais o fato de ser dominado ou ser Dominadora que esse artefato.
Nada mais simbólico que a Dominadora montar uma cena de encoleiramento e realizar a cerimônia.
Pode ser apenas para os dois ou uma cerimônia com convidados e etc, mas a cerimônia demonstra a preocupação da Dominadora com a relação que possui e o respeito para com seu submisso, e ao contrário, representa a devoção e disponibilidade de entrega dele para sua DONA.

Faça uma cena, diga palavras sobre os dois, sobre a relação e realize o encoleiramento.
Será perfeito e marcará diferente a relação.





2. REGRAS E RITUAIS

Impor algumas regras e algumas rotinas são boas, mas tem que ser cobradas e exigidas sempre.
Deve-se sempre levar em conta, conforme expus anteriormente, o reforço das posições na relação D/s, ou seja dar a sensação de poder e Dominação à Dominadora e reforçar a subserviência e submissão do submisso.
Impor que tenha suas mãos (ou pés) beijados sempre que o submisso chega à presença da Dominadora é algo muito forte, bem como o ajoelhar-se e prostrar-se diante de sua Dominadora, traz uma sensação de superioridade à Dominadora e de submissão extrema ao submisso.
Vistoriar o submisso é algo também importante e orientar a correção (barbear, depilação, uso de roupas e acessórios, forma física) do que convier à Dominadora, traz uma rotina de obediência e cada vez mais deixa o submisso mais atento aos desejos de sua DONA.
Realize sempre e poderá se sentir rapidamente a relação mudar de patamar e se intensificar.















quinta-feira, 12 de março de 2015

AÇÃO E REAÇÃO - Parte 3 / 3

Continuando....

Para se manter o foco, o importante é a assiduidade e a meta.
Se for uma relação D/s recente, treine com mais afinco e rigidez no início e depois, estabeleça o ritmo ideal para seu relacionamento.

Se for uma relação D/s já estável, mantenha o ritmo que se mostrou mais adequado, mas periodicamente aplique um período de treinamento mais intensivo, para reciclar a ambos.


Sempre a DOMINADORA deve ter em mente algumas questões:
1.     O que quero de meu submisso? (pode ser uma, mais de uma ou todas as opções abaixo, quem determina é a Dominadora)

  a.     Escravo sexual
  b.     Escravo doméstico
  c.     Adorador (pés, etc)
  d.     Seu cuidador pessoal (te dar banho, trocar e cuidar de suas roupas, massagista, etc)
  e.     Seu Pet (gato, cachorro, etc)
f.      O que sua imaginação quiser

2.     Vou ter um escravo só ou mais de um? Todos com a mesma função ou cada um especialista em algo?

3.     Quero mantê-lo com cinto de castidade?
4.     Como vou agir com ele? Qual será meu tempo disponível para com ele?
5.     Se o quero para tal função (qualquer uma ou todas das opções do item 01), vou precisar treiná-lo, e condicionar seu corpo e vontade para que me atenda. Como farei isso?


6.     Qual as condições físicas e mentais de meu escravo para as funções que desejo para ele, quais suas limitações?
7.     Qual vai ser o grau de tolerância para erros ou displicências? Terei que me impor e mantê-lo “na rédea”.

8.     Após o período de treinamento, quando ele responder devidamente às minhas vontades, vou ou não afrouxar um pouco a rigidez (mas se necessário volto a força total)?


E assim vai... De acordo com as decisões da Dominadora, a lista pode aumentar. Mas acredito que esta seja a base.

Depois, é só iniciar/estabelecer as ações, mas não se esqueça:
Tenha foco, nada será conseguido se seu plano parar por qualquer motivo.

Por exemplo, como treinar o corpo de seu submisso a atendê-la convenientemente como seu escravo sexual, ou faxineira, ou massagista, se ele não se condicionou fisicamente e só aguenta fazer sexo uma vez a cada 2 dias? ou mesmo se suas mãos não aguentam uma massagem em seu corpo por mais de 10minutos? Ou se ele não sabe fazer uma faxina que satisfaça as expectativas suas?

Tudo é treino, tudo é rotina, se você se propõe a fazer algo, mantenha o foco. Durante o aprendizado, cansaços acontecerão, o corpo de seu escravo poderá doer, a vontade de aprender poderá ser diminuída por causa dos erros (naturais) cometidos (isso também desanima).


Se você Dominadora, se mantiver focada e insistir, e seu escravo realmente for devoto à sua Senhora, não há como não dar certo.
Lembre-se também, se a Dominadora o quer como escravo sexual, deve estimulá-lo sempre, direta, através de uma cena voltada ao sexo (propriamente dito ou masturbação) ou indiretamente, e o que mais o excitará será se sentir submisso à sua Dominadora, sentir que Ela tem poder sobre ele.


Deixe-o focado em fazer sexo, por exemplo, se ele estiver sem fazer nada, mande-o se masturbar para você (ações sem comando, por exemplo, se masturbe todo dia às 10hs, podem funcionar se o treinamento já estiver adiantado, mas de início dificilmente surtirá efeito, pois seu escravo ainda precisa de um comando direto e de sua presença autoritária).


Tenha em mente que seu escravo não é apenas o pinto para satisfazê-la, mas sim um corpo e mente.
Se o quer sempre pronto para atendê-la, condicione-o. Faça que realize atividades físicas para manter e melhorar seu condicionamento físico, emagrecer, etc. Faça-o frequentar uma academia, realizar caminhadas diárias mesmo que ele esteja dolorido ou sem vontade. E quando ele estiver sem nada o que fazer, comande algo para que não fique parado. Lógico, respeite, seus limites.

A mente se condicionará durante o treinamento e com maior efetividade se a Dominadora sempre se impor, ou seja, é sua Dona a todo momento e não só no ato sexual. Se estão sós, faça-o realizar sempre uma tarefa para você, qualquer que a seja, ou mesmo que fique em pé ao seu lado (pelado) ou de joelhos, ou se masturbando, ou lhe lambendo; não importa se você está fazendo algo, continue normalmente, mas comande algo para ele.

Combine um sinal (para situações sociais) e sempre o use para que ele lhe obedeça a uma vontade assim que o comandar (pegar água, usar um talher de outro modo, ceder o lugar a outro, etc). Assim a hierarquia se consolida. A obediência fica mais automática e apenas seu comando logo o fará atender ao que deseja, como ficar pronto para o sexo, realizar devidamente uma faxina sem lhe incomodar, massagear seu corpo por horas, etc.


Não é o que uma Dominadora quer? Pois então, mãos à obra.

AÇÃO E REAÇÃO - Parte 2 / 3

Continuando,

Mencionei que me lembrei de um post antigo! Esse post, conta ou simula uma situação em que o escravo não responde corretamente ao que sua DONA havia lhe ordenado, principalmente quando ELA não estava presente.
À partir desta situação pode-se ver alguns motivos e pensamentos sobre isso.

Suponhamos que durante um período de treinamento, o treinando fosse deixado a realizar as tarefas do modo que ele quisesse. O que aconteceria? Faria do seu jeito e o resultado poderia ser diferente ou menos intenso (correto) que o desejado.

Imagine que se é dada uma ordem para um funcionário de uma empresa para que ele cuidasse da limpeza da empresa enquanto todos estiverem ausentes. De início, ao chegar, o Supervisor direto do funcionário ficaria satisfeito, pois tudo correria bem. Mas ao longo do tempo o funcionário começa a se desleixar e ao invés de ocupar todo o tempo com a limpeza do local, focaria em alguns pontos por vez e ficaria descansando o resto do tempo. O Supervisor poderia achar algumas coisas erradas, mas no final das contas estava ok, e nada falava ou advertia seu funcionário.
Depois de um tempo, esse funcionário passaria mais tempo cuidando de outras coisas para si e deixaria cada vez menos tempo para a limpeza propriamente dita, pois de qualquer modo o Supervisor não reclama, então está bom.

Então o Supervisor começa a ver que o serviço realmente não está a contento e começa a exigir que o funcionário se corrija e lhe aplica advertências.
Qual será areação do funcionário? Passa a não saber ou entender qual é o ponto que divide o serviço bem feito do serviço mal feito, pois não se instituiu o correto modo de se trabalhar e limpar.

Assim somos com tudo em nossas vidas.
Assim somos com nossos relacionamentos também.

Se nosso parceiro não liga para algo, acabamos nos acomodando e não ligando também.
Se nossa Dona e Senhora não liga para a autoridade que possui, acabamos nos sentindo livres para agirmos como quiser e negar atender às suas vontades por não mais os reconhece-lo.
E então? É hora de deixar como está? De desistir?
"EU FALO, VOCÊ SÓ OBEDECE"

NÃO, é quando devemos nos analisar e tomar a rédea novamente. A Dominadora tem que se impor e o escravo passará a voltar a confiar em suas vontades e responderá adequadamente aos comandos.
Isso acontecerá de modo automático e rápido? NÃO, Depende de muita coisa, mas no geral, pode haver alguma resposta não positiva por parte do escravo, pois ele pode querer testar até onde a Dominadora está realmente no comando e qual o limite desse comando.

Somos humanos, todos nós, e isso pode servir de um alerta para que não se perca o foco e se enfatize a relação D/s nas duas direções.
A Dominadora deve SER DOMINANTE e o escravo deve ser servil...

E isso é uma constante rotina.


Algumas ideias para isso, posto na continuação...

sexta-feira, 6 de março de 2015

AÇÃO E REAÇÃO -Parte 1 / 3

Estive pensando e me lembrei de um post que há muito fiz, e que mencionava uma característica do Treino de um Submisso que é intrigante e  é comum eu e RAINHA M nos depararmos com isso.
Parece uma barreira que muitas vezes se interpõe. Vou desenvolver o assunto.
Em resumo, poderia tratar como uma AÇÃO que gera uma REAÇÃO.




Como tudo na vida, se realizarmos uma ação é esperada uma reação. Isto é natural!
Quando tratamos de uma relação D/s também vivemos esta experiência, ou seja, se há um comando da DONA, naturalmente Ela espera uma reação de seu submisso/escravo no sentido de atender à sua necessidade.
Porém, como em tudo na vida, nem sempre é assim. Especialmente em uma relação D/s 24x7, as reações podem vir adversas ou não acontecerem! Por que?
Pelo simples fato de sermos humanos. Isso é o cerne de tudo.




Quando desejamos algo de verdade, antecipamos sua vinda, seu acontecimento, seu sabor, o prazer que isso nos dará. Ao alcançarmos o desejado, saboreamos o prazer que nos deleita. Após um tempo, esse prazer é diminuído e ficamos menos focados naquilo que havíamos desejado.
Acho que já dá para perceber aonde quero chegar.

Uma relação entre homem e mulher (ou qualquer variação que ocorra, menciono assim pois eu e a RAINHA M somos homem e MULHER) se baseia em algo mais que o simples prazer momentâneo, logo, a busca e reciclagem dessa relação deve ser constante.




Mais ainda em uma relação D/s 24x7, temos que agir para que se torne sempre ativa e a chama nunca se apague. Isso me parece ser mais fácil de ocorrer numa relação baunilha (fora do mundo D/s), aonde a rotina se impõe com mais facilidade.




O que não pode ocorrer (nem em D/s nem em baunilha) é haver um lado que se entregue e o outro que fique à parte.
Nisso ocorrem os problemas, pois as reações se tornam inesperadas.
Nós, seres humanos temos a tendência de nos acomodar, de nos deixar seduzir pelo conforto. E quem não gosta disso?




Além do que, quando sentimos que algo não está na forma como queremos, questionamos, nos rebelamos (mesmo que sutil e inconscientemente)




Por isso, falei acima, que as reações nem sempre correspondem ao comandado pela DONA.
Uma vez que estabeleceu-se uma rotina mais confortável, uma ordem, pode parecer que o comando é algo sem importância e seu cumprimento é meio que desleixado ou deixado para depois, pois parece rotina, não mais um comando.




Se a própria Dominadora não se tocar disso, se não há cobrança, não há força que faça o submisso agir conforme deseja sua SENHORA.

No próximo post vou me estender mais sobre isso.




A Introdução está feita, rsrsrs...










SUB-MISSÃO = VIDA

Sou submisso e submisso sou em minha alma. Por pura opção.
 Ser submisso não é uma fraqueza, é antes de tudo desejar ser forte e superar a si mesmo através da dedicação ao ser que amo.
Não é ser diminuir seu valor. É ser tão seguro de si e de seu valor que lhe é dado o direito de se dedicar a uma missão maior que sua vida, a dedicação da vida a outra pessoa por amor.


Por desejo, quero servir minha Senhora, minha Dona, minha RAINHA M, eternamente,



 enquanto minhas forças permitirem...




quinta-feira, 5 de março de 2015

ANTES DE TUDO RESPEITO


Tal qual qualquer tipo de relação, a relação de uma Dominadora com seu submisso, não pode ser simplificada nem ao menos vista de um único ângulo.
Veja as fotos abaixo, e diga o que lhe vem à cabeça?










Todas envolvem relações, todas envolvem sentimentos, carinho e cuidados de um para com o outro.
Todas envolvem sentimentos e dedicação.

Se olhar bem, pode-se achar uma relação em que, de alguma forma, um parceiro está Dominando e o outro sendo submisso, sub-serviente.
Mas qual?
Um atando o nó da gravata, amarrando um cadarço, afivelando um sapato, recebendo um carinho sincero e acolhedor...
Esses são os submissos? Até podem ser...
Mas podem ser os Dominadores(as) cuidando do bem estar de seus submissos(as). Sendo acalentados por aqueles que lhes dedicam amor descompromissado.

A relação D/s também envolve isso. Cuidado, amor, dedicação. E não só em uma direção, mas também em dupla-mão.
Envolve carinho, envolve amor, envolve dar ao outro aquilo que o outro deseja ou necessita.
Envolve às vezes, deixar-se de lado para dedicar ao outro o que ele carece.

Envolve submissão e subserviência de um submisso? Lógico.
Envolver passar de seus limites para atender ao prazer de sua dominadora? Com certeza.
Mas também envolve dedicação e carinho da Dominadora para com o submisso? Por que não? Pois através do bem estar do submisso, ele poderá exercer sua submissão plena a Ela.
Envolve a Dominadora ceder em algo? Claro que sim, pois se ela nunca se dedicar ao submisso, nunca deixar de lado algo para treiná-lo constantemente, como ele poderá estar pronto para servi-la e superar seus limites pelo prazer de quem ele ama e se dedica?
um ato simples,  como cuidar da roupa de sua Dominadora, levar sei café na cama.  
Do outro lado, a Dominsdora pode combinar um sinal de comando quando o submisso estiver longe dela (no trabalho por ex. ) e realmente usá-lo e não esquecer,  dar e exigir que use uma coleira bonita em seu submisso.
Atos como estes,  simples podem significar muito e enriquecer essa relação, podem dizer: "me importo com você, sei nossas posições e te valorizo". 
Um ato como estes sempre, pode eternizar.

Temos que pensar e lembrar que como em qualquer relação, existe respeito,  existe dedicação.
e numa relação D/s 24x7, como a minha e da RAINHA M existe amor. ...