Apaixonado é o meu ser pela RAINHA M. Entregar-me à todos os seus caprichos e desejos, minha sina. Ser seu escravo, seu serviçal, seu súdito pleno, minha meta. Tornar minhas vontades, sentidos e desejos os complementos dos da RAINHA M, meu esforço. Ver RAINHA M plena de felicidade e satisfação é meu prazer.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
RELAÇÃO D/s 24x7
Uma relação DOMINADORA/submisso tipo 24x7, significa que a
relação acontece o dia todo em todos os dias ininterruptamente, como um casamento.

Como casados, devotamos nosso tempo integralmente um ao
outro e a nossos filhos também.
Esse tipo de relação parte do princípio de que o
amor a ser dedicado seja incondicional entre as partes, como também o deveria ser em
um casamento baunilha.
Eu, como submisso/escravo da RAINHA M, lhe tenho tanto amor
que a pura devoção já é, por si só, um modo de demonstra-lo.
Como uma relação D/s deve ser consensual, isto é, ter o
consentimento de ambos para que aconteça e para que cada um torne sua parte
possível; minha dedicação e devoção são de minha pura vontade, e se algum dia deixar
de sê-lo, nada me impediria de sair desse tipo de relacionamento, uma vez que
intimamente deixaria de ser consensual. Assim também é com a RINHA M.
Por isso, ser seu escravo 24x7 é a maior declaração de amor
que posso oferecer à RAINHA M, e como tal, os escravos e suas Dominadoras
devem ter essa certeza e sentimento.
Por isso existe essa necessidade de ser usado, pois assim
sei que lhe sou útil e pertenço à sua satisfação e felicidade.

Sei que uma Dominadora não precisa de prova maior disso e
que ao, se perceber/conhecer como uma Dominadora, uma mulher antes baunilha, deve ter a
sensação de que algo lhe falta, que algo é estranho... Sentimento de algo novo.
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Deve ser apenas uma sensação passageira, pois o amor que
precisa de “provas” para ser demonstrado e vivido, torna-se através da
submissão de seu escravo o mais claro e puro amor a ser devotado a alguém e que
deve ser correspondido do mesmo modo que lhe é oferecido, ou seja, sendo
dominado e superior.

Por exemplo, como um submisso, fico ao dispor de minha
RAINHA M, a qual pode e deve me usar da maneira que lhe convier, mas nunca devo
impor um ato ou comportamento a ELA, pois isso não seria voltado ao desejo e
satisfação DELA, mas sim ao meu desejo e satisfação própria.
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Num momento em que se usa o escravo e ele não corresponde ao
solicitado ou esperado, deve (principalmente em 24x7) ser analisado pela
Dominadora, se foi atingido algum limite emocional ou físico que o impeça de
cumprir sua vontade. Nunca é da vontade do real escravo não atender a um desejo ou ordem de sua Dominadora.
Deve-se então, adotar medidas e ações que permitam o escravo se
desenvolver ou resolver o que lhe impede de cumprir sua tarefa, tornando-o
melhor para o serviço de sua Dominadora.

Nunca é falta de amor ou mesmo vontade de não executar o
serviço, isso deverá ser a ultima coisa a passar pela cabeça de uma Dominadora.
Lembre-se, e mais uma vez principalmente numa relação 24x7, o escravo é um ser
humano e como tal suscetível a falhas, doenças e problemas.

Comigo, por exemplo, quando tenho um período de dores de
cabeça (sofro de enxaqueca), consigo controlar as crises, às vezes com muito
remédio, porém fico meio mole e algumas vezes meu desempenho sexual fica
comprometido. Infelizmente é um limite meu e que espero que nunca seja
confundido pela RAINHA M como falta de interesse meu ou mesmo de tesão ou que eu a
ache pouco atraente. Tal é um limite que deve ser trabalhado ou adaptado
por ELA.


Como nossa relação é 24x7, essas e outras situações se apresentam e
devem ser conversadas, analisadas e se for o caso, adequadas à realidade de
sermos um casal.

Por fim, numa relação D/s 24x7, existem diversas situações de caráter social que exigem adaptações, pois nem sempre o ambiente permite que ajamos de acordo com as nossas vontades, para essas situações existem diversos modos que combinamos para nos comportar, sem ferir nossa hierarquia ou mesmo algo na relação D/s.
Assim também o será com nossos filhos, que não precisam saber de nossas intimidades, mas sim do amor que sentimos por eles.
Assim também o será com nossos filhos, que não precisam saber de nossas intimidades, mas sim do amor que sentimos por eles.
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
ANIVERSÁRIO DA RAINHA M
Minha DONA,
Como posso expressar minha felicidade em mais um aniversário seu, e o melhor de tudo, ao SEU lado.
Além de ser minha DONA, de meu corpo e alma, é também meu amor, minha esposa, minha vida.
Parabéns por esse dia que eu possa estar eternamente ao seu lado nessa data.
Te amo, te sivo,
Como posso expressar minha felicidade em mais um aniversário seu, e o melhor de tudo, ao SEU lado.
Além de ser minha DONA, de meu corpo e alma, é também meu amor, minha esposa, minha vida.
Parabéns por esse dia que eu possa estar eternamente ao seu lado nessa data.
Te amo, te sivo,
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
TORTURA E CASTIGO

É importante se distinguir a
diferença entre "tortura" e "castigo".

A tortura vai desde leve, com (Por incrível que possa parecer) cócegas até pesadas, com objetos que ferem o escravo.
Esse universo sofre variações com as características pessoais de cada Dominadora ou de cada escravo. Alguns com mais vontade de sofrer/infringir a dor outros com menos, e cada um com sua capacidade de aguentar a dor.
É importante que a Dominadora descubra essa medida ideal, pois caso ela exceda, pode causar dor além do suportável fisicamente pelo seu escravo, como também, se subestimar, pode fazer como que seu escravo procure essa dor que lhe falta cometendo deliberadamente erros que gerem castigos para sua satisfação seja alcançada.

Já o CASTIGO, tem com o uso da dor como um fator de correção por um erro/falta cometida pelo escravo e além da dor física tem algo mais que para o escravo me parece pior que a dor em si. Seria a vergonha da falha, pois para um escravo, a satisfação plena de sua Dona é seu objetivo e se ele for castigado, é por causa de uma falha de sua conduta que levou sua Dona a ser desapontada por ele.
A maior "dor" para um escravo, pode estar até mesmo na repreensão verbal dele por um erro cometido e que desapontou sua Dona.
A maior "dor" para um escravo, pode estar até mesmo na repreensão verbal dele por um erro cometido e que desapontou sua Dona.
Uma Dominadora, deve portanto, levar em conta tais nuances e saber adequar seu desejo de incutir dor na medida que seu escravo suporte e de castigá-lo da maneira que ele mais sentirá como um castigo e não com prazer.
Aliás, um castigo não é para ser prazeroso nem ao escravo, nem à Dominadora.

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