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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CASTIDADE - Diário 8

Hoje eu posso dizer que o cinto e eu voltamos a nos acostumar. Cada vez que um ajuste é necessário, o tempo de re-acostumação (rsrsr, isso existe?) fica menor e menos me incomoda. Ainda bem.
Hoje praticamente não me incomodo mais e as beliscadas e etc nem aconteceram.



Percebi duas coisas nesses dias, aliás na última semana:


1. Não dá para tomar banho direito com o cinto, só numa situação extrema mesmo e daquele jeito que contei antes, com cotonetes e sabonete líquido, usando a ducha do chuveiro com pressão. Acho que por morar no Brasil, o verão castiga a gente e o calor dificulta uma higiene perfeita, ainda mais em uma parte do corpo fechada em uma capsula de plástico. O suor e etc, mesmo que bem cuidado, com cuidado ao fazer xixi e etc, ficam lá dentro e mesmo que de leve fica um odor ácido dentro da gaiola. Lavo todo dia, então não fica ruim, mas já noto que se ficar mais tempo, dias, sem lavar a situação vai ser desagradável. Talvez na Europa aonde o clima é em média mais frio, seja possível. RAINHA M, quando moraremos em Estocolmo ou Reykjávik?

2.  Com a falta de gozar, e a contante estimulação do meu cacete, pela presença forte da dominação de minha SENHORA, parece que mesmo com ele mole, o seu volume médio aumentou, pois quando comecei a usar o cinto, meu pinto insistia em se recolher um pouco, ficando alojado a maior parte do tempo no trecho inicial da gaiola, aonde estão as frestas de ventilação e não ia até aonde se aloja a cabeça dele. Hoje, ele está quase constantemente indo ocupar o espaço da cabeça da gaiola e melhor se acomoda. Acredito que seja uma consequência boa para a RAINHA M. 

No mais a excitação continua e a vontade de gozar fica cada dia maior.
Espero cada dia mais que a minha DONA me comande coisas pois sinto que preciso cada vez mais servi-la, pois, do contrário, a falta que ELA me faz, me incomoda mais que o cinto de castidade.
Fico até mesmo chateado quando ELA não me deixa fazer as coisas por ELA ou quando ELA diz que precisa que eu faça algo nela (como fazer-lhe as unhas, como ELA pediu no final de semana) e depois quando vou fazer, ELA já fez.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Castidade - Diário 7 (uma nova sensação)

Nos treinos que a RAINHA M tem realizado, ela me mandou dar detalhes de um deles como exemplo e publicar no blog. Basicamente ela tem intensificado os tease&denial. Segue:

Nova noite, fui dormir mais uma vez sem esperanças de poder gozar. RAINHA M tem salientado que eu não gozaria tão cedo e sempre me encaixa em seu corpo para que eu lhe dê conforto para dormir. Ela sempre me agarra como um travesseiro de corpo, me abraçando com seus braços e pernas, e eu fico imóvel até que ELA durma confortavelmente.


Esta noite foi diferente:
No meio da noite, acordei com as mãos da RAINHA M em meu pinto, massageando-o. Quando acordei, eu já estava excitado e me mexendo de prazer. Ela continuou a massageá-lo, a alisar meu saco bem de levinho.


De repente ELA parou e se virou de lado, puxando meu pinto para acompanhá-la e o levou até sua buceta, já úmida. Ficou brincando com ele sem penetrar, mas forçando-o às vezes. Revesou com seu cú, e se esfregava toda em mim, mostrando seu pescoço (como adoro ELA de cabelo curto, fica com o cangote livre, me dá um tesão só de pensar) que logo fui beijar e chupar de levinho como minha DONA adora.
E ficou assim por um tempo, mas às vezes, deixava a ponta do cacete entrar na buceta bem de levinho.
Afff, fiquei a ponto de explodir, tamanha a vontade de gozar!
De repente ELA mudou e se virou ficando de quatro para que eu a comesse por trás. Pronto, fiquei de joelhos e enfiei na sua buceta bem gostoso. Comecei a bombar e ELA adorando. Só que estava muito excitado e quase gozando. Pedia para ELA me deixar gozar, mas ELA negava. Então eu tinha que ficar tirando meu pau de dentro DELA de repente e muitas vezes! Estava ficando difícil me controlar!!!
De novo ELA mudou e deitou de lado para eu penetrar seu cú, mas agora mais fundo. Logo desistiu e me mandou pegar seu vibrador (um tipo coelho), o fato de eu sair e ir pegar a chave da maletinha em que ELA guarda seus brinquedinhos, já me acalmou um pouco.
Então ELA pegou seu brinquedo e voltou à posição de antes, mandando que eu A penetrasse.

Enfiei gostoso em sua buceta, junto com o vibrador. ELA quase gozou de prazer. E logo eu tive que voltar a tirar meu cacete de dentro DELA, senão gozava.
ELA mudou de novo e me colocou de costas na cama para que ELA sentasse no meu cacete. E enfiou tudo na buceta DELA deixando de lado o vibrador.
Me dava os seios para chupar e lamber, enquanto mexia seu quadril com o meu cacete lá dentro!!! Quase gozei umas 4 vezes, mas avisei a tempo e ELA tirava sua buceta e ficava de lado esperando eu me "acalmar". 
De repente, ELA me mando parar e se deitou de lado, dizendo que chegava. Para eu dormir e descansar. Se deitou, me puxou e ficamos frente a frente com as pernas entrelaçadas. Foi difícil, mas fui me tranquilizando, até, depois de muito tempo, meu cacete voltar a ficar mole. 

Mas logo, meu cacete voltou a ficar duro e ficou cutucando perto da buceta DELA, aí tentei ver se ELA queria mais um pouco, forçando ele contra a buceta DELA, o que foi bem aceito, rsrsrs.
Voltamos a fazer amor!, só que desta vez foi mais rápido!
Ela me deixou brincar com a buceta DELA por um tempo, se virou de costas para mim, e quando eu comecei a querer gozar, ELA me mandou ficar quieto de novo e que eu dormisse.

Assim se fechou aquela noite. As outras tem sido parecidas e fico esperando pela próxima que virá!!!!

Castidade - Diário 6

Como disse antes, retornei à Castidade.

Uma coisa eu notei, apesar de não ter havido grande dificuldade no uso do cinto, notei que ele parecia mais um pouco frouxo. Não sei se é simples acomodação para com o cinto ou se uma questão de a pele do saco estar se adaptando e aos poucos fica um pouco mais flexível ou coisa parecida.
O fato é que ontem retirei um espaçador para ver se com a maior pressão evitasse a saída involuntária do cinto (não que isso estivesse acontecendo, mas senti que poderia). Resultado, NUNCA FAÇAM ISSO, o movimento normal nosso (senta, levanta, etc) , e o deslocamento natural do cinto, beliscam a lateral do saco no encontro da gaiola com um dos arcos de fixação, e dói muito, rsrsrs.
Em consequência, hoje voltei o espaçador, mas trocei o anel de base por um menor. Por enquanto ta tudo ok, apenas o processo natural de adaptação.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

DIÁRIO DE UM CASTO - O RETORNO

Ontem voltei à castidade. Minha RAINHA disse q 10 dias sem a me fizeram displicente e cheio de vontades (ou, conto ELA diz: inxiridinho). Então disse q voltar a usar o cinto e só tirasse quando eu estivesse com ELA.
Não tive problema em me readaptar, foi sem incomodos, como se já fosse parte de minha roupa, sinto, mas é como se fosse natural o seu uso. A única diferença é  que voltou a sensação de ser dominado o tempo todo e a presença da RAINHA M é constante.
Já havia me esquecido da sensação que o Pinto tem dentro da gaiola, a de, quando me mexo, estar sendo manipulado. Não chega a uma punheta, mas é gostoso de sentir.
Só estou sentindo falta dos teases que a RAINHA M me fazia, pois pareço em uma situação que deve ser vivida a dois, só que apenas eu vivendo. Ela está mais dominadora.que antes, não liga pro que eu quero e sempre me ordena coisas. Mas havíamos combinado que meu uso também seria para sei prazer sexual e eu terminaria até me tornar seu brinquedo sexual. Isso me faz falta!!! Me sinto deixado de lado, como ser as RAINHA M não ser interessasse mais por mim sexualmente.
Fico e estou mais feliz por ser útil a ELA de outras formas. Mas sinto falta!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MANUAL DA SENHORA - 10 MANDAMENTOS


Esse texto encontrei e adaptei do blog Castidade Controlada, segue o link:
http://castidadesubmissao.blogspot.com.br/2014/10/mistress-manual-2001-e-descreve-dez.html
Descreve alguns itens que podem ser úteis a uma RAINHA ao se tornar DONA de um submisso e torná-lo seu escravo particular, mas também a lembrá-la da essência de possuí-lo.
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Este texto foi traduzido e adaptado do Mistress Manual, 2001

1. Controle o orgasmo e você controla o homem.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu homem-egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel; não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele estará humildemente aos pés da mulher, suplicando… Um homem nessa situação fica completamente submisso, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirão forças para agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo voltará à estaca zero, levando tempo para voltar a ser submisso completo.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar o submisso em seu lugar.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário. A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, a apreensão e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e apreensão ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação para controlá-lo.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar… enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. 
Se os fizer gozar, saiba que retornarão ao estado displicente e de pouca submissão, necessitando de um novo período para se re-adequarem.

Excitação sem orgasmo, sem alívio… Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use sentimentalismo, chicote, contrato, cordas ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, porta objetos e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só aos masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais “espiritual” e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior…Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanso a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu submisso extremo, usar uniforme de serviço se for o caso, permanecer pelado sempre e dormir no chão… Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

sábado, 23 de janeiro de 2016

UM CASTO EM SUAS FASES - Pensamentos

Conforme postei em FASES DA CASTIDADE MASCULINA, ao sermos colocados em castidade por nossas DONAS, temos realmente um mix de emoções e sensações até antes não exploradas.
A principal causa, por mais que o façamos por livre e espontânea vontade, se dá pela agora certeza de que não temos mais controle sobre uma de nossas funções naturais, nossa libido, nosso desejo sexual.
Realmente posso dizer que, de certo modo as 3 fases (Tormenta, Nirvana e Orgasmo) acontecem, pois, de modo particular a cada casto, senti as mesmas.
É bem verdade que a maior parte foi a Tormenta (o acostumar-se com o novo fato e aceitar a completa dominação) e que o Nirvana foi meio que misturado com a Tormenta em certos momentos, acredito que por dois motivos:
1. O tempo de uso ainda foi pequeno, por volta de um mês
2. o uso não foi contínuo, mas sim apenas quando eu saia de casa, ou seja durante o dia da semana e no sábado pela manhã. O resto do tempo permaneci sem o cinto.

Essas fases e momentos de mudança no meu status de liberdade me fizeram recordar uma coisa: quando comecei a relação BDSM, pensei em experimentar algo que sempre foi uma fantasia e também em criar um foco para aprimorarmos a nós mesmos. Eu precisava aprender a aceitar ordens e me submeter a condições para as quais eu não concordava. A RAINHA M a ter foco em ações que dependiam de atos repetitivos para que algo acontecesse no final.
Não era para ser uma terapia, mas um meio de treino para nós mesmos aprendermos com esse tipo de relação em algo que nos desse prazer, não só como felicidade, como sexual também.

O "mundo ideal" no meu ver e sentir, seria a RAINHA M treinar-me com afinco no início de uma fase para que todas as sensações fossem exploradas e assim decidir o que seria de melhor adotado por ELA, com minha opinião e consentimento (lembrem-se é tudo SSC). Por exemplo, o cinto deveria ser colocado dia e noite, só tirando para o banho, o qual ELA deveria inspecionar, ou entrar no banheiro sem aviso, pois ELA tem esse direito. Assim todas as sensações seriam exploradas e realmente sentidas. De quando em quando o cinto deveria ser retirado, mas apenas para que eu fosse usado e abusado por minha DONA e logo depois recolocado. Sempre trocando as sensações e acontecimentos do dia-a-dia que vivenciamos, após as fazes iniciais, poderíamos inserir as nossas características e modos de uso.
O mesmo poderia servir para amarrar-me, bater em mim, deixar que eu fique em uso ou em um canto (como de castigo) enquanto ELA faz outras atividades e etc.
Explorar e sentir é o que todos nós buscamos e o prazer é o fim.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Fases da Castidade Masculina

Achei esse texto no site do meu amigo Willian, vejam :
Texto copiado do blog submisso real (visitem!)
http://submissoreal.blogspot.com.br/

Modelo TNO
Estudo sobre as etapas da castidade e seus efeitos no homem.

1. Tormenta
2. Nirvana castidade
  – Ápice Nirvana
  – Platô Nirvana
3. Orgasmo

Este modelo foi desenvolvido com intuito de explicar conceitualmente as etapas a que um homem é submetido quando forçado à castidade por uma keyholder (Mulher detentora da chave que bloqueia o dispositivo). Neste modelo foram definidas três fases, Tormenta, Nirvana Castidade e Orgasmo, sendo a segunda delas dividida em duas sub-fases (Ápice Nirvana e Platô Nirvana).

Este é um modelo cíclico, onde as etapas vivenciadas pelo homem casto tem como reinício, após o alívio sexual e a retomada da castidade. Mesmo contendo uma ordem cronológica e algumas projeções de tempo, os efeitos da castidade sobre o homem, no processo aqui descrito, se da em um caráter individualizado, o que significa que o ciclo pode apresentar variáveis divergentes do modelo em algumas pessoas. Existe também uma variação quanto à duração das etapas, que pode ser de minutos, horas, dias, semanas ou até mesmo meses, dependendo de como é a adaptação de cada homem quando é submetido ao regime de castidade, seja em cada etapa separadamente ou no ciclo completo. Os potencializadores da evolução dos efeitos da castidade dentro deste modelo estão ligados diretamente aos níveis de libido, a questões psicológicas e aos aspectos sexuais de cada pessoa. Por isso os indicadores do modelo são projeções e estimativas aproximadas.

O modelo TNO começa com o trancamento do cinto de castidade, onde tem início a primeira etapa denominadaTormenta.

Tormenta - A primeira fase deste modelo tem início depois que o dispositivo de castidade é bloqueado. Os reais efeitos psicológicos da castidade tem como sugestão de tempo inicial um período pós 7/10 dias. (Variável) Sendo a partir desse momento que os efeitos da castidade começam a mexer com o emocional masculino. No entanto, fisiologicamente a partir do terceiro dia o homem já esta sobre o efeito do aumento do libido, o que já acarreta leves alterações no comportamento. Mas somente após o sétimo dia é que efetivamente podemos considerar que ele inicia e já se encontra sobre os primeiros efeitos da castidade.

Durante a Tormenta o homem experimenta uma variedade de sentimentos, entre eles estão: excitação, surpresa, euforia, vaidade (Isto porque para muitos homens que fantasiavam sobre castidade, constatar que está vivenciando isso é a realização de um sonho e motivo de orgulho), e obviamente o tesão . Nesta fase sentimentos negativos também acabam vindo à tona: irritabilidade e frustração. (Que normalmente transparecem em vários momentos de conflitos emocionais que o homem passa durante esta etapa) Isso tudo se da devido ao fato de o homem inconscientemente resistir à essa experiência de transferência de poder e também por perceber que efetivamente está abrindo mão do controle dos aspectos sexuais de sua vida. Digo “abrindo mão”, pois mesmo já estando trancado no dispositivo de castidade, a transferência de poder é um processo que não se dá no simples ato de trancar o dispositivo. Ela se da no decorrer do tempo na medida de o tempo passa e que esse período de evolução da condição sexual aumenta a abstinência e as fases avançam. Podemos destacar como sendo a principal característica da Tormenta a necessidade do homem em resolver os sentimentos conflitantes e aceitar que a keyholder está no controle. Estudos indicam que após 30/45 dias, em média, uma boa parcela dos homens tendem a lidar de uma forma bem positiva com a condição de castidade. Por isso podemos dizer que essa fase, que tem como início pré-maturo no terceiro dia de abstinência e o início de fato após o sétimo dia de castidade, tem como duração o todo o tempo que o homem levar na adaptação da sua nova condição, até a resolução dos seus conflitos internos. É fato que mesmo após o fim da Tormenta alguns aspectos característicos desta fase podem eventualmente se manifestar, só que em menos intensidade, frequência e duração.

A segunda fase tem início após a superação da Tormenta, sendo esta etapa seguinte denominada Nirvana castidade.
Nirvana castidade - A paz. Este é o estado de libertação do sofrimento que segue acompanhado por um desejo de permanecer preso. Durante esta fase, o homem deixa de imaginar outra condição para si. Notoriamente demonstrando uma ligação forte com sua nova condição. Em alguns casos uma preocupação em demasia acompanhada de uma ansiedade eventual, e de certa, forma uma preocupação decorrente da idéia de não permanecer mais preso.

Isso acontece devido ao fim dos conflitos vivenciados pelo homem que passa a se sentir plenamente capaz de relaxar e desfrutar das sensações de excitação sexual e das tensões causadas pela abstinência. Todo esse desejo, doravante contido, passa a interferir no corpo e na mente do homem, que encontra como saída apropriada para estes sentimentos se concentrar no objeto de seu desejo, que normalmente passa a ser a keyholder. Toda a energia antes gasta nos orgasmos agora passa a ser direcionada para a parceira detentora do controle desta nova condição. Sem o foco no alívio sexual esses sentimentos se manifestam de outras maneiras, tornando o homem mais atencioso, dedicado e carinhoso. Isto pode traduzir-se em uma atenção comportamental que torna o homem mais útil, oferecendo-se para fazer as mais diversas tarefas. Nesta etapa do ciclo o homem abandona as promessas de ser um parceiro melhor, transformando as promessas subjetivas em ações práticas, concretas e visíveis. Outra mudança importante vem na transferência da prioridade na satisfação pessoal. Devido a essa busca constante pelo bem estar da parceira keyholder o homem assume para si a premissa: "Seu prazer é o meu prazer", que por muitos é considerado o mantra do Nirvana castidade.

Um dos entraves dessa etapa é a resistência da keyholder em efetivamente acreditar, aceitar e assumir para si estes novos hábitos comportamentais do homem. Sendo assim, a continuidade da castidade é de fato um desafio, não somente para o homem, mas sim para ambos. Tanto o homem casto e mulher keyholder precisam manter o seu interesse e atenção voltados para a experiência da castidade. Por isso, tornar a experiência algo divertido e alegre nesta fase é melhor que viver de forma séria e austera.

Sub-fases Nirvana Castidade (Ápice – Platô)

Ápice Nirvana - Normalmente a maioria dos homens tem alguma noção de quando vão ser libertados da sua condição de castidade. Algumas vezes eles sabem a data que é pré-estabelecida anteriormente, em outras, suas keyholders acabam por dar dicas de quando vai acontecer, e em outros, eles tem por si só um instinto natural que indica a possibilidade de alívio, muitas vezes inerentes do ambiente e momento propícios para que isto aconteça. Fato é que independente do que leva a ter essa consciência, a aproximação do momento onde ele poderá ter o orgasmo resulta em um quadro de ansiedade intensa.

Por isso mesmo apesar do Ápice ser uma sub-fase daNirvana Castidade, contrapondo a essência tranquila da fase, ela é repleta de ansiedade. Condição essa que acarreta um aumento significativo na excitação sexual. Quando falamos de ansiedade aqui, não estamos falando de stress e de rompimento com a condição de conformismo estabelecida, e sim de uma expectativa crescente e que potencializa todas as sensações decorrentes da abstinência. Nesta sub-fase o homem fica potencialmente mais dedicado e atenciosao para com sua keyholders. Ao mesmo tempo, existe também uma ansiedade, inerente do seu subconsciente que reconhece que após ser liberado, será preciso recomeçar todo o processo novamente.

Platô Nirvana - Esta sub fase nem sempre é atingida por todos os homens submetidos à castidade, no entanto, em alguns casos, após um período relativamente longo (Tempo superior a 45 dias) , alguns homens estabelecem um declínio na tensão sexual e que possibilita a condição de permanecerem indefinidamente castos. Esse é o ponto onde a energia sexual e o organismo se acostumam com a restrição. Para isso essas funções são elevadas (Sub-fase Ápice) e em seguida, na medida que o organismo se adapta, ele começa a declinar até que a necessidade de aliviar sexualmente finde. O declínio e o fim da tensão são conhecidos como Platô. Neste estágio o homem experimenta também um alto nível de conformismo. E muitas vezes isso acaba por dificultar o direcionamento comportamental do homem por uma alta dose de passividade. Mas fato é que nesse estágio ele não oferece resistência ao controle, sendo cada vez menos impetuoso, mais retraído e extremamente dócil. Mesmo depois de iniciado o Platô é fácil se restabelecer as condições iniciais do ciclo da castidade, bastando a retomada dos estímulos sexuais, resgatando os orgasmos e elevando os níveis de libido.

A terceira fase se estabelece como sendo a etapa que finaliza e que antecede o reinicio do ciclo do Modelo TNO, sendo esta etapa denominada Orgasmo.

Orgasmo - Esta é a fase final. Onde o prazer volta a ser do homem. O egocentrismo se reestabelece, mesmo quando o alívio é feito em condições controladas. Nessa fase o poder volta para o homem e os sentimentos de expectativa e tensão desaparecem completamente. No entanto após o orgasmo, caso seja reiniciado o ciclo de castidade, essa continuidade faz com que gradativamente os limites físicos e o controle emocional do homem fiquem cada vez mais efetivos e consistentes. O reinício do modelo, com a instalação do dispositivo de castidade bloqueado reestabelece novamente o controle para a Keyholders e recomeça novamente todas as etapas da castidade do modelo TNO.

Algumas observações gerais:

1. A frustração sexual e tensão na Tormenta inicialmente levam para a resolução através do orgasmo. Isso explica por que muitas pessoas têm curtos períodos de travamentos no início. Quando os sentimentos de tensão e frustração se tornar mais familiares, eles são capazes de prorrogar o tempo de abstinência.
2. Este modelo é construído fundamentado em estudos e modelos similares sobre o princípio da troca de poder consensual. O que leva, eventualmente, a diferentes perspectivas conceituais, e que pode cria conflitos quando tentam discutir se uma pessoa casta é submissa ou não.