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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

SER DOMINADORA

Para ajudar a quem possa interessar, escrevo aqui minha visão para orientar uma mulher cujo desejo é tornar-se uma DOMINADORA de seu parceiro, ocasional ou mesmo fixo.


De início é bom lembrar de um dos dados mais importantes de tudo. Esse tipo de relação tem que ser por comum acordo entre a pessoa que DOMINA e a que é submissa. Tem que haver limites que respeitem a integridade física de ambos, aí entram as "Palavras de Segurança", que servem para sinalizar se algo está sendo feito que desagrada ou leva um dos parceiros (em geral o submisso) ao seu limite físico, seja por dor ou qualquer outra forma de incapacitação (mesmo que seja o fato de não ser um ato ou atitude que o mesmo não queira fazer, por princípios de vida ou morais. Estabeleça ao menos duas palavras (ou gestos, a serem feitos quando a ação exigir amordaçar o submisso), uma para dizer que a ação está ok, mas precisa diminuir o ritmo e outra para que ela pare, pois não é suportável pelo submisso.
Ambos, portanto, tem que tirar vantagens desse tipo de relacionamento, ou seja, tem que dar prazer de uma forma ou de outra, e nem sempre esse prazer tem que ser sexual.

A DOMINADORA tem que ter em mente que ela manda, cria situações e deve usar seu submisso para lhe dar prazer o máximo possível, e que ele está à sua disposição para o que desejar. Realize suas ideias, fantasias e etc, não deve-se ser acanhada ou ter medo. Se o que se deseja realizar não estiver entre os itens considerados impeditivos (isso, de inicio da relação deve-se ser conversado e acordado), experimente, lembre-se, seu submisso está aí para isso mesmo e está protegido pelas "Palavras de Segurança".

Quanto mais ela usar seu poder, melhor será, pois o objetivo de seu submisso estará sendo alcançado, ou seja ser útil à sua DOMINADORA.

Mais importante que o visual, são as atitudes e posturas entre os participantes. 

A DOMINADORA deve sempre ser superior ao seu submisso e cobrar dele uma postura de respeito e submissão sempre (pode-se usar exceções em momentos sociais, em que tal relacionamento deve ser posto de lado), mas sempre tendo-se em mente a posição de cada um, evitam-se termos, posições, e etc, mas o respeito e até mesmo a submissão devem estar presentes dentro dos parceiros. Nessas ocasiões podem ser combinados sinais, palavras chaves e etc que permitam de modo disfarçado, que sejam dados ordens e comandos ao submisso para agradar ou atender à necessidades de sua DOMINADORA.
Em particular ou mesmo em situações em que possa-se expor tal relacionamento, deve-se sempre seguir uma etiqueta formal, com posturas, posições, palavras e até mesmos gestos.

Lembre-se sempre, uma DOMINADORA deve moldar o submisso às suas vontades, caprichos e necessidades. Treine-o sempre e cobre dele posturas de acordo com sua posição. No inicio treine-o incessantemente e aos poucos será estabelecida uma rotina confortável para a DOMINADORA e feliz para o submisso, pois se sentirá útil em servir à felicidade de sua DOMINADORA.

Acredito que de início, estes conceitos bastam, logo abordarei algumas posturas e sugestões para serem usadas.

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