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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

DESEJOS DE UM SUBMISSO

Opa, Surpresos?
Lógicos que temos desejos, somos humanos, ora essa!!!!
!!!!AMO SER SUBMISSO!!!!


Só que, ao longo de nossa submissão, aprendemos a controlá-los em favor dos desejos e vontades de nossas DONAS e assim satisfazer nosso principal desejo: vê-la feliz, satisfeita e plena através do uso que ELA faz de nós.


Mas sim, temos desejos! E por causa do nosso principal desejo ser realizado, permitimos a deixar os nossos demais desejos de lado.
Muitos de nossos desejos são desejos dentro de nossa submissão, pois nem tudo que gostaríamos de realizar, nossas DONAS nos permitem ou desejam que realizemos desse modo.

Mas seguem os que tenho, e imagino que outros também o tenham, podem postar nos comentários, vai ser interessante:







1. Desejaria poder servir sempre à RAINHA M de coleira, como seu servo fiel, inclusive dormir com a coleira.










2. Quando chegasse em casa, ELA já me mandasse beijar seus pés e me cuidar para servi-la (tomar banho, depilar, barbear, colocar a coleira) e depois disso ficar pelado para ELA enquanto executo minhas tarefas.









3. Que quando ELA estivesse fazendo algo que não exigisse minha presença. ELA me mandasse esperar no quarto de joelhos ou amarrado, para quando ELA desejasse meu serviço. Adoraria que ELA me amarrasse às vezes, só por prazer ou para que eu esperasse seu comando, afinal não estou sendo necessário no momento, rsrsrs.







4. Quando estivéssemos a sós, e ELA estivesse fazendo seu trabalho, eu ficasse lambendo sua buceta, beijando seu corpo e/ou pés, ou mesmo massageando-os, até que ELA quisesse que eu parasse, fosse dormir, ou realizar outra tarefa para ELA.






5. Que eu usasse meu Cinto 24hs por dia (apenas retirando para o banho), pelo período que minha SENHORA não me usasse sexualmente, pois assim posso senti-la sempre me DOMINANDO, mesmo quando longe, e me sinto melhor se estou sob esse DOMÍNIO.






6. Gostaria que ELA me comandasse sempre para treino de orgasmo arruinado e Tease&Deny, mesmo que, se ELA não desejar fazer ELA mesmo, que me ordenasse, sem esquecer, que eu me masturbasse, só assim chegarei a ser seu BRINQUEDO SEXUAL perfeito, capaz de segurar o gozo ou mesmo não gozar.


7. Ser constantemente vigiado e controlado pela RAINHA M, que ELA me ligasse ou enviasse mensagem perguntando aonde estou, me vigiasse no banho para ter certeza de não tocar nada que é DELA além do tempo necessário, me vistoriasse sempre para controlar meu corpo (barba, depilação, etc), e aonde SUA vontade chegasse a pensar.

8. Que a RAINHA M me castigasse de vez em quando, ou quando eu não consigo realizar uma tarefa (esquecimento ou displicência), por bater-me, ou por-me para dormir no chão (só com um edredon para não passar tanto frio) e etc.




9.  E por fim que ela voltasse a me comer, isso mesmo, que às vezes ELA me pegasse e enfiasse um pênis na minha bunda. Faz tempo que ELA não o faz, ELA me ensinou isso e agora, parece que esqueceu de tomar a lição, rsrsrs

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ORGASMO ARRUINADO

É engraçado quando depois de um tempo usando um Cinto de Castidade, algumas coisas parecem diferentes, fora o fato de você estar sem o Cinto.
Ontem e hoje senti vontade de me masturbar, conforme a RAINHA M já havia me ordenado fazer para o treinamento como seu Brinquedo Sexual, e o fiz. Não havia cinto, se há cinto, só se consegue ficar excitado e dói quando a ereção vem.
A excitação está mais fácil, pois o meu pinto ainda parece sentir vontade do Cinto e parece estar sensível, rsrsrs, acho que é mais uma sensação que realidade.
Bom, fui ao banheiro do escritório e pus no celular um filme erótico rápido, aqueles que você vê na xvideos por exemplo, com conteúdo de Manage à Trois. Repeti hoje também.
Em ambos os dias cheguei a ponto de gozar, e parava. Repeti mais duas vezes, cada vez chegando mais perto, com a sensação de que ia gozar parava. Quando essa sensação terminava com a de que algo estava fluindo dentro do meu pinto, eu parava e dava um tempo, maior, e voltava a masturbar de leve, para a sensação voltar, mas não deixar chegar no ponto de gozar. É um limite bem estreito, mas dá para ser sentido.
De repente, quando eu vejo, saíram algumas gotas de sêmen. Isso já tinha acontecido várias vezes antes e a RAINHA M adora quando isso acontece, mas dessa vez, parece que deu para sentir direito o que acontece.
O gozo não vem, mas o sêmen sai. Não há sensação de orgasmo, nem de euforia, nem de nada, é como se faltasse algo, e umas gotas de sêmen escorrem (não são lançadas, nem jorradas) pelo pinto.
Fica depois a sensação de que algo faltou. Fazem já umas 2 horas que isso aconteceu e o meu pinto parece cada vez mais sensível e a vontade de gozar não passou.

Das vezes anteriores que isso aconteceu, eu acredito que foi por mero acaso ou, apesar da vontade de acontecer, foi no sorteio, rsrsrsr. Na maioria das vezes, o limite é ultrapassado e então eu gozo.
O que pude perceber, analisando tudo é que o  fato de eu estar em abstinência por mais de uma semana e com o cinto me dando a sensação constante do domínio de minha DONA sobre mim, mantendo-me constantemente focado nela, talvéz essa conjugação de coisas tenha me acumulado tesão, sem que eu fosse necessária e diretamente estimulado. Acredito que isso me fez mais disponível sexual e fisicamente para minha SENHORA, sem a sensação de estar sendo constantemente estimulado, não me deixando com vontade o tempo todo, mas sempre pronto para saciar a RAINHA M.
Portanto, acredito que a manutenção da excitação mas no sentido de disponibilização para atender a quem me DOMINA, e o fato de total abstinência, nem de toque, permitiram que eu estivesse pré-disposto ao prazer, mas sem estar constantemente no limite para o gozo.

Não sei se isso é um sinal para que eu controle mais facilmente meu gozo e retarde-o, ou mesmo não o deixe acontecer, como deseja RAINHA M para que eu me torne seu BRINQUEDO SEXUAL perfeito, como eu desejo também.
Talvez a conjugação do uso constante do Cinto, permitindo que eu esteja sempre com a DOMINAÇÃO da RAINHA M presente em mim, mantendo o desejo de atendê-la forte, e a intercalação, quando retiro o cinto de uma masturbação a cada período longo, seja a solução

Vamos continuar nessa busca, rsrsrsrs....

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

CASTIDADE - DIÁRIO 5 (SEM CINTO)

Hoje é um dia diferente!!!
Estou sem o Cinto de Castidade. Chega a ser estranho, rsrsrs.
Ontem à noite a RAINHA M quis revistar meu pinto e encontrou uma mancha de pele na cabeça dele mais escura e sismou que era de sangue.
Só que não era! Era uma diferença na minha pele de nascença. Nada de mais, e tenho nos dois lados da cabeça do pênis.
Aí ELA me mandou não usar o cinto e que ELA estava mandando eu obedecer. Até aí tudo bem, ELA manda, e eu obedeço...
O que me deixou chateado é que ELA não tenha notado isso antes. Aliás, notou e já falou sobre essa mancha, mas ELA achou que estava diferente. Acredito que sim, deve estar diferente, mas pelo passar do tempo, pela idade vindo, acredito que tudo no nosso corpo vai passando por essas mudanças. A pela fica mais flácida, as pintas e manchas variam o tom e mesmo o formato (como naquela piada da tatuagem da morena bonita no braço, que com a idade se transforma numa coisa amorfa e parecida com uma bruxa velha, rsrsrs) é a vida.

O mais engraçado é que parece que hoje falta algo em mim. Me pego nem lembrando de nada, de ser submisso ou qualquer outra coisa, e chego a passar a mão no pinto e saco para procurar, rsrsrs.
É estranho, rsrsrs, parece que falta algo mesmo!!!!

Essa não achei foto para ilustrar, rsrsrs, desculpem.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Castidade - Necessidades e Sensações

Como em todo relacionamento, a relação D/s trás sensações e emoções que devem ser compartilhadas, senão não seriam CSS (Concensual, São e Seguro) e sim um simples e criminoso abuso.
As sensações envolvidas numa relação D/s com um dos parceiro em Castidade Controlada mais ainda, pois envolve uma constante privação e controle de uma parte do Casto, a sua sexualidade.
A DOMINADORA precisa ter em mente que o casto deve compartilhar suas emoções e sensações e que ELA deve dar muita atenção a isto, não apenas mandar executar algo e/ou às vezes se lembrar que ele está com um Cinto de Castidade.

A devoção do submisso nesse tipo de situação/relação chega a um dos limites de sua devoção, ou seja, ele não só em palavras, mas em um ato concreto, se devota completamente à sua DONA, por um ato de intenso amor e permite que ELA o controle total e constantemente.
Para um submisso casto a sensação principal é a de total submissão para sua DONA, pois ao permitir o uso do cinto, ele mostra que pertence totalmente e sem restrições à sua DONA e ao usá-lo permite que a sensação de DOMINAÇÃO de sua DONA esteja presente o tempo todo, seja no momento de banhar-se, de urinar, de uma ereção involuntária (a qual incomoda e às vezes dói), ou mesmo ao se mexer, fazendo com que seu pinto roce no interior da gaiola e o anel às vezes torça o saco.

A sensação inicial ao se iniciar o uso do cinto é de total apreensão e surpresa, pois temos algo novo em nosso corpo e que incomoda, mas devotos que somos, relevamos isso pela submissão às nossas DONAS. 
Aos poucos a sensação muda para um real incomodo, e tende a busca de soluções para adaptar o seu uso o melhor possível, para que o incomodo passe e não interfira no seu dia a dia.
A CB6000 tem algo que eu classificaria como um defeito de projeto, pois o anel que suporta o saco, tem uma reentrância que, ao longo do tempo, parece beliscar a base do saco, mas na verdade faz pressão nele e machuca pela pressão nas arestas da reentrância. Aumenta se a pele do saco dobrar, pois aí sim é um beliscão. 
Para amenizar isso, a solução é um lubrificante, tipo óleo corporal (deve ter gente que prefira os lubrificantes à base de silicone, isso é pessoal) passado no saco e o ato de esticar o saco logo após a colocação do cinto, pois assim evitasse que a pele fique tensa e permita a adaptação dela nas reentrâncias do anel. Também dou uma esticada nele, pegando com cuidado os dois dados (esquerdo e direito) do saco e puxando de leve para cima (repito isso algumas vezes por dia), pois assim, evita da pele ficar dobrada sob o anel. 
Essas sensações acabaram para mim em 3 dias aproximadamente (o mesmo aconteceu depois de ter trocado o anel por um menor), e ficou apenas a sensação da presença do cinto e do roçar. Mas eventualmente incomoda de forma leve quando sento meio desajeitado, ou mesmo ando sem ajeitar o cinto antes de iniciar.
Esses incômodos agora são facilmente resolvidos quando, de modo discreto pego na ponta do cinto e movo-o contra minha virilha e dou uma pequena girada nele em ambas as direções.
O problema ainda existe no urinar. Na maioria da vezes não tenho problemas com o ato de urinar, consigo, fazendo o mesmo movimento para aliviar o incômodo, ajeitar o pinto e alinhá-lo na fenda do cinto, o que permite uma ação perfeita e direcionada, sem maires problemas, podendo inclusive urinar em pé. O problema é quando a vontade vem forte, rsrsrs, aí às vezes não dá tempo de alinhar direito, o que forçosamente obriga a urinar sentado mesmo, pois o jato sai sem direção e respinga fora de controle.
Acredito que teria que ter um cotonete ou algo similar (tipo uma haste rígida) para poder introduzir na fenda e alinhar melhor o pinto quando ele fica "rebelde" e não quer alinhar direito, pois é puxado por um dos lados da gaiola.
Outro detalhe é a sensação que fica no pinto e no saco, quando tiramos o cinto (no meu caso, conforme a RAINHA M determinou) quando vou para a cama com ela, mesmo que só para dormir). Ao tirarmos, e por um bom tempo depois, a região fica mais sensível e estimulável. Acredito que essa seria a hora propícia para um Tease&Deny, mesmo que se for por masturbação própria (comandada e inspecionada pela DONA - mesmo se ELA estiver realizando outra coisa, como ao celular, comendo, etc), ajudando inclusive no treino para Brinquedo Sexual da RAINHA M, que já abordei em outros posts.

Como já disse, a presença e autoridade da DOMINADORA é essencial, não só nos comandos e usos do escravo, mas também no efetivo controle do uso do cinto por ele, não dando ao escravo a sensação de abandono dessa parte importante de sua submissão. Deixar o colocar, e operações básicas sob a responsabilidade do escravo é até compreensível, mas a conferencia, e conversa sobre as sensações que o estão envolvendo, mostra o respeito que a DONA tem sobre sua propriedade. De outro modo, como já disse antes, é como uma punheta solitária, tem uma hora que a adolescência passa e fica sem graça fazer sempre, facilitando a negligência por parte do escravo.

A constante presença da sensação da DOMINAÇÃO da DONA pelo uso do cinto, me dá a sensação de submissão constante. A tendência tem sido, tanto da RAINHA M me usar mais, como também de eu estar mais pronto a atendê-la, mesmo quando cansado ou sem vontade, ou mesmo depois de uma relação em que eu gozei.
Falando nisso, penso que o treino de BRINQUEDO SEXUAL DA RAINHA M deve ser realizado do mesmo modo que antes, apenas adaptando-o ao uso do cinto, pois, como a sensibilidade aumenta na região do pinto, o controle sobre o gozo pode ficar prejudicado. 
Da ultima vez que gozei, nem deu tempo de falar para a RAINHA M que estava ficando no limite. Simplesmente gozei de repente. Foi meio que involuntário.
Por isso o treinamento é importante, para que se compense essa fase e imponha-se o DOMÍNIO da DONA sobre seu desejo também, não apenas sobre a disponibilidade sexual de seu escravo.
Enfase no Tease&Deny e nas relações sem gozo permitido. 
Com e sem cinto pode-se realizar essas estimulações, pois afinal, há algo novo nessa relação.

sábado, 9 de janeiro de 2016

CASTIDADE - Diário 4

Bom dia a todos,
Ontem foi um dia meio complicado, rsrsrs, mas sobrevivi.
Agora as sensações ruins, como a que me incomodava na base do saco, melhorou muito.
Acho que qualquer mudança no anel, ou no espaçado, ou qualquer que seja, vai me custar uns dias de adaptação, rsrsrs. Mas pela RAINHA M vale o sacrifício.




Sinto que a RAINHA M tem me usado mais como seu serviçal, escravo, depois que coloquei o cinto.
Ainda tiro quando estou em casa, mas é por ordem dela mesma.
Não tem mais pedido para que eu realize uma tarefa, mas sim MANDADO que eu a realize, sem mais palavras ou mesmo formalidades. Me usa sexualmente, mesmo fora de hora, rsrsrs.
Isso me faz sentir mais útil e sinto-me pleno e feliz com isso, pois quanto mais, mais perto do meu objetivo estou, ou seja, servir a ELA do jeito, modo e quando ELA quiser.

A presença do Cinto tem me mantido com minha DONA em mente, pois, apesar de não mais incomodar, sinto, com certeza, sua presença e peso, mantendo, a cada movimento, a força do domínio da RAINHA M sobre mim.







Como uma consequência, obedecê-la já sinto que está se tornando mais automático, nem penso em reclamar ou mesmo sinto preguiça para realizar o que ELA manda eu realizar. Com isso, me completo como seu submisso / escravo que sou.
É muito bom servir à minha DONA e SENHORA.

CASTIDADE - Diário 3

Nesses últimos dias, experimentei a troca do anel (aquele, que vai prendendo o saco), por um menor, pois percebi que o anterior permitia, se fosse com jeitinho, remover o cinto, pois ele passou a ficar meio folgado.

No início acho que colocamos o anel maior que o necessário, mas com o tempo, tenho a sensação de que a pele do saco acomoda e para de incomodar o fato de que estamos usando esse cinto.
Na troca, a única coisa que me deparei, foi com a volta do incômodo na base do saco, pois parece que o anel voltou a beliscar.
Essa sensação é muito ruim, principalmente de manhã, nas primeiras horas que coloco o cinto e ao longo do dia vai meio que sumindo.
Pensando nisso, tiver uma ideia luminosa, rsrsrs:
Não passei Óleo Corporal no saco, pois se ao longo do dia melhora, talvez seja a lubrificação que permitia mais beliscões na base do saco. Bom, de luminosa, só vi a luz das estrelas, mesmo. De início, pareceu ter funcionado, mas logo a sensação aumentou, até ficar insuportável. 
Resultado: lubrifiquei com o sabonete liquido que tinha à mão, e renovo de vez em quando. Bom, pelo menos meu saco ta limpinho e cheiroso, kkkkkk.
Ontem tentei tomar banho com ele, mas realmente, é muito complicado. Não usei nada, só dedos, chuveirinho e sabão líquido. Hoje vou tentar com cotonetes e etc para ver se fica melhor.
Além disso tem a dificuldade de lubrificar com a gaiola posta. Tomara que os cotonetes ajudem, rsrsrs. No final tive que tirar para ver se realmente ficou limpo!!!!???? Ficou, rsrsrs!!!!!!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

CASTIDADE - CUIDADOS da FEMDOM

Desculpe minha pretensão, mas sempre falo pela parte do submisso, porém, hoje falarei do que sinto como necessário por comportamento da DOMINADORA diante da Castidade Masculina Controlada.
Não tenho a intenção de dizer como uma DONA deve se comportar para com seu submisso, mas sim das sensações que envolve ser um submisso sob Castidade Masculina Controlada com sua DONA.

Para início, como em toda relação, a experiência deve ser comum entre os dois envolvidos, ou seja, deve ter a participação de ambos os envolvidos, ou seja, não adianta só o sub obedecer e se dedicar, a DONA também tem que estar presente, ou senão se parece com uma masturbação solitária, só um dá prazer a si mesmo.

A DONA deve:
  1. Estabeleça um período de adaptação (uma semana ou duas é o suficiente), converse sempre
    com seu sub sobre o conforto, limpeza, e como ele está executando as tarefas que são dificultadas pelo uso do CINTO, se necessário, estenda o período por mais um tempo, até que tudo entre nos eixos. Nesse período pode deixar uma chave com ele para qualquer emergência, mas peça a chave quando ele estiver com você. Depois desse período tome a chave dele ou use lacres (comprei em uma papelaria uns lacres para malote e deram certinho), mas controle os números usados e mostre que você controla.
  2. Se você usar o cinto, pendure a chave em um
    lugar à vista em seu corpo, como um colar, pulseira, etc, mesmo que não seja a original, seja uma similar.
  3. Sempre checar o Cinto de Castidade de seu escravo, se está bem trancado, sem chance de ser tirado por ele, se está limpo, etc.
  4. Qualquer cena que você faça, realize-a, pelo menos inicialmente com o cinto colocado, depois, você pode retirá-lo. 
  5. Outro detalhe importante, não esqueça dos acessórios quando ele for requisitado para realizar
    uma tarefa ou cena para VOCÊ, principalmente a COLEIRA, para que se enfatize sua DOMINAÇÃO e reforce a sensação de submissão de seu escravo. Pode-se acentuar essa sensação adotando algumas ações extras, como imobilizá-lo total ou parcialmente, deixando apenas o que lhe convier livre.
  6. No período de treino do uso, forçar o uso com objetivo em 24horas ininterruptas, dê um prazo inicial de 2 dias, depois vá aumentando gradualmente até atingir uma semana sem tirar nem para dormir nem para tomar banho. Lógico que esse treino é maior que o período de adaptação, pois uma coisa é você se acostumar a usar, outra é entender como seria não tirá-la mais, e portanto a chave e controle devem já estar na mão da DONA.
  7. Sempre esteja presente quando seu escravo tirarou colocar o Cinto. Você destranca, VOCÊ tranca, nunca a chave ou lacre devem ser manuseados pelo escravo. Mesmo quando ele for tomar banho, o ideal é que você esteja vigiando-o, para que ele não tente manipular a área genital por tempo maior que o necessário e aos poucos exija que ele faça sua higiene sem remover o Cinto.
  8. Tenha o costume de excitá-lo sempre, principalmente com o Cinto colocado, deixe-o de
    pau bem duro e que ele aguente a dor por estar na gaiolinha. Nunca deixe-o confortável demais fazendo apenas a rotina diária, faça-o lembrar que ele também tem desejo e quem manda nesse desejo é a DONA dele e ninguém mais. Incremente mais a experiência com o uso exposto no item 5.
  9. Quando quiser que ele LHE sirva de algum modo,
    dê preferencia que seja pelado com a Coleira e o Cinto, pois assim reforça-se mais a relação de seu DOMÍNIO sobre a submissão dele.