Desculpe minha pretensão, mas sempre falo pela parte do submisso, porém, hoje falarei do que sinto como necessário por comportamento da DOMINADORA diante da Castidade Masculina Controlada.Não tenho a intenção de dizer como uma DONA deve se comportar para com seu submisso, mas sim das sensações que envolve ser um submisso sob Castidade Masculina Controlada com sua DONA.
Para início, como em toda relação, a experiência deve ser comum entre os dois envolvidos, ou seja, deve ter a participação de ambos os envolvidos, ou seja, não adianta só o sub obedecer e se dedicar, a DONA também tem que estar presente, ou senão se parece com uma masturbação solitária, só um dá prazer a si mesmo.A DONA deve:
- Estabeleça um período de adaptação (uma semana ou duas é o suficiente), converse sempre com seu sub sobre o conforto, limpeza, e como ele está executando as tarefas que são dificultadas pelo uso do CINTO, se necessário, estenda o período por mais um tempo, até que tudo entre nos eixos. Nesse período pode deixar uma chave com ele para qualquer emergência, mas peça a chave quando ele estiver com você. Depois desse período tome a chave dele ou use lacres (comprei em uma papelaria uns lacres para malote e deram certinho), mas controle os números usados e mostre que você controla.
- Se você usar o cinto, pendure a chave em um lugar à vista em seu corpo, como um colar, pulseira, etc, mesmo que não seja a original, seja uma similar.
- Sempre checar o Cinto de Castidade de seu escravo, se está bem trancado, sem chance de ser tirado por ele, se está limpo, etc.
- Qualquer cena que você faça, realize-a, pelo menos inicialmente com o cinto colocado, depois, você pode retirá-lo.
- Outro detalhe importante, não esqueça dos acessórios quando ele for requisitado para realizar uma tarefa ou cena para VOCÊ, principalmente a COLEIRA, para que se enfatize sua DOMINAÇÃO e reforce a sensação de submissão de seu escravo. Pode-se acentuar essa sensação adotando algumas ações extras, como imobilizá-lo total ou parcialmente, deixando apenas o que lhe convier livre.
- No período de treino do uso, forçar o uso com objetivo em 24horas ininterruptas, dê um prazo inicial de 2 dias, depois vá aumentando gradualmente até atingir uma semana sem tirar nem para dormir nem para tomar banho. Lógico que esse treino é maior que o período de adaptação, pois uma coisa é você se acostumar a usar, outra é entender como seria não tirá-la mais, e portanto a chave e controle devem já estar na mão da DONA.
- Sempre esteja presente quando seu escravo tirar
ou colocar o Cinto. Você destranca, VOCÊ tranca, nunca a chave ou lacre devem ser manuseados pelo escravo. Mesmo quando ele for tomar banho, o ideal é que você esteja vigiando-o, para que ele não tente manipular a área genital por tempo maior que o necessário e aos poucos exija que ele faça sua higiene sem remover o Cinto. - Tenha o costume de excitá-lo sempre, principalmente com o Cinto colocado, deixe-o de pau bem duro e que ele aguente a dor por estar na gaiolinha. Nunca deixe-o confortável demais fazendo apenas a rotina diária, faça-o lembrar que ele também tem desejo e quem manda nesse desejo é a DONA dele e ninguém mais. Incremente mais a experiência com o uso exposto no item 5.
- Quando quiser que ele LHE sirva de algum modo, dê preferencia que seja pelado com a Coleira e o Cinto, pois assim reforça-se mais a relação de seu DOMÍNIO sobre a submissão dele.


































