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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

CASTIDADE - CUIDADOS da FEMDOM

Desculpe minha pretensão, mas sempre falo pela parte do submisso, porém, hoje falarei do que sinto como necessário por comportamento da DOMINADORA diante da Castidade Masculina Controlada.
Não tenho a intenção de dizer como uma DONA deve se comportar para com seu submisso, mas sim das sensações que envolve ser um submisso sob Castidade Masculina Controlada com sua DONA.

Para início, como em toda relação, a experiência deve ser comum entre os dois envolvidos, ou seja, deve ter a participação de ambos os envolvidos, ou seja, não adianta só o sub obedecer e se dedicar, a DONA também tem que estar presente, ou senão se parece com uma masturbação solitária, só um dá prazer a si mesmo.

A DONA deve:
  1. Estabeleça um período de adaptação (uma semana ou duas é o suficiente), converse sempre
    com seu sub sobre o conforto, limpeza, e como ele está executando as tarefas que são dificultadas pelo uso do CINTO, se necessário, estenda o período por mais um tempo, até que tudo entre nos eixos. Nesse período pode deixar uma chave com ele para qualquer emergência, mas peça a chave quando ele estiver com você. Depois desse período tome a chave dele ou use lacres (comprei em uma papelaria uns lacres para malote e deram certinho), mas controle os números usados e mostre que você controla.
  2. Se você usar o cinto, pendure a chave em um
    lugar à vista em seu corpo, como um colar, pulseira, etc, mesmo que não seja a original, seja uma similar.
  3. Sempre checar o Cinto de Castidade de seu escravo, se está bem trancado, sem chance de ser tirado por ele, se está limpo, etc.
  4. Qualquer cena que você faça, realize-a, pelo menos inicialmente com o cinto colocado, depois, você pode retirá-lo. 
  5. Outro detalhe importante, não esqueça dos acessórios quando ele for requisitado para realizar
    uma tarefa ou cena para VOCÊ, principalmente a COLEIRA, para que se enfatize sua DOMINAÇÃO e reforce a sensação de submissão de seu escravo. Pode-se acentuar essa sensação adotando algumas ações extras, como imobilizá-lo total ou parcialmente, deixando apenas o que lhe convier livre.
  6. No período de treino do uso, forçar o uso com objetivo em 24horas ininterruptas, dê um prazo inicial de 2 dias, depois vá aumentando gradualmente até atingir uma semana sem tirar nem para dormir nem para tomar banho. Lógico que esse treino é maior que o período de adaptação, pois uma coisa é você se acostumar a usar, outra é entender como seria não tirá-la mais, e portanto a chave e controle devem já estar na mão da DONA.
  7. Sempre esteja presente quando seu escravo tirarou colocar o Cinto. Você destranca, VOCÊ tranca, nunca a chave ou lacre devem ser manuseados pelo escravo. Mesmo quando ele for tomar banho, o ideal é que você esteja vigiando-o, para que ele não tente manipular a área genital por tempo maior que o necessário e aos poucos exija que ele faça sua higiene sem remover o Cinto.
  8. Tenha o costume de excitá-lo sempre, principalmente com o Cinto colocado, deixe-o de
    pau bem duro e que ele aguente a dor por estar na gaiolinha. Nunca deixe-o confortável demais fazendo apenas a rotina diária, faça-o lembrar que ele também tem desejo e quem manda nesse desejo é a DONA dele e ninguém mais. Incremente mais a experiência com o uso exposto no item 5.
  9. Quando quiser que ele LHE sirva de algum modo,
    dê preferencia que seja pelado com a Coleira e o Cinto, pois assim reforça-se mais a relação de seu DOMÍNIO sobre a submissão dele.








segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

CASTIDADE - DIÁRIO 2

BOM DIA A TODOS,
Hoje coloquei o cinto com o espaçador menor, parece ser o certo mesmo, sem folga, sem muito incomodar. Mas como li de alguém, não lembro aonde, se não suportar um pouco de incomodo melhor conversar com sua DONA e desistirem da Castidade e buscar outro meio.

Ontem a RAINHA M, tentou fazer Tease&Deny, mas acabei gozando! A cabeça do pinto fica bem sensível. Aí, não consegui me conter. 
Sugeri a ELA que fizesse mais massagem no corpo do Pênis e que não fosse tão forte e constante na cabeça, a fim de eu me acostumar com o tesão o maior tempo possível de contato, e não ir direto ao extremo da sensação com perigo de eu gozar sem controle (apesar de arruinado).

E sugeri também que ela massageasse o saco enquanto tento me conter de um orgasmo, para que eu me acostume com a constância do toque, sem que seja necessária a interrupção.
Se deu certo ainda não sei!, Assim que tentarmos conto para todos!
Se houver sugestões, por favor, me ajudem e comentem sua experiência!!!

Ah! queria dar boas vindas aos nossos amigos do Blog http://castidademasculinacontrolada.blogspot.com.br/ (o link permanecerá também, na coluna direita para quem quiser acesso a ele).
Espero que essa troca de idéias e experiências seja frutífera a todos.

sábado, 26 de dezembro de 2015

CASTIDADE - DIÁRIO 1

Estou no meu 4º dia de castidade controlada pela RAINHA M.


AS BOLAS QUE NÃO GOZAM, DOEM COM A NECESSIDADE.
OU MEREÇA SER APERTADO PELAS MÃOS DE SUA SENHORA.
Tem sido mais fácil, vamos dizer confortável, usar o Cinto.
Tenho usado o Óleo Corporal PAIXÃO e me pareceu a melhor opção, pois, como disse antes, mantem uma camada fina de óleo, apesar do tempo de uso.
Quando colocava o cinto, depois de um tempo, uns 20/30 minutos, precisava ajustar o mesmo, pois a parte inferior do saco começava a incomodar. Puxava um pouco mais a pele que ficava fora da argola para poder dar conforto. Hoje ao colocar o Cinto, logo após, com a ajuda de uma toalha, puxei essa pele e passei um pouco mais de Óleo com meu dedo nessa região.

Resultado: fazem quase 2 horas e nenhum desconforto.
(ATUALIZANDO: MAIS DE 4 HORAS SEM MAIORES DESCONFORTOS)
O problema que sinto é durante o dia, quando a gaiola "gira" para um lado e acaba pressionando uma das bolas, o que causa desconforto e dor. Percebi que, como fico muito sentado no trabalho, a gaiola também tende a abaixar e entrar no meio das pernas. Tenho tentado ficar com as pernas meio abertas quando sentado e busco um posição que evite ela se deslocar para baixo, conferindo e ajeitando eventualmente.
Acho que no mais, tem sido ok!

MAS ACHO QUE VOU MUDAR O ESPAÇADOR PARA UM MAIOR PARA TESTAR
A RAINHA M está me ajudando, mas o treino de Brinquedo Sexual parou, como se ELA quisesse que eu me acostumasse com a Gaiola, mas não sei, pois simplesmente nada acontece à noite ou quando estamos juntos. ELA tem sido mais Dominante, pois impõe mais suas vontades e ordens, lembrando-me sempre, mesmo com a presença de outros, quem manda e quem obedece. Mas sinto falta do treino. Só me resta aguardar.

A gaiola deixa sempre uma sensação de "roçar" no pinto, principalmente na cabeça, o que tem aumentado o tempo em que ele está sentido-se manipulado (por assim dizer), acho que isso é favorável para me acostumar como essa sensação de prazer, mas falta ainda a intensa.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

CASTIDADE Parte 2

Continuando...
Durante uma semana, por motivos alheios à nossa vontade, não usei o cinto, houveram muitas atribulações particulares e não dava para iniciar direito o treino do uso do cinto.
Mas retomamos a fase de adaptação ontem. Ainda estou com a chave do cadeado para alguma emergência.

O colocar o cinto está mais fácil com o Óleo Corporal. Ontem mudei o Óleo para ver se variava o conforto durante o dia. Usei um com amêndoas, mas não foi bom, pois ele "secou" rápido e o desconforto na parte de baixo do saco, parecendo apertar, resolvi com várias aplicações de sabonete líquido.

Hoje usei um outro Óleo corporal da marca Paixão e já passou metade do dia e está perfeito, a pele absorveu o excesso mas permanece uma fina camada lubrificada, está perfeito. Houve um desconforto no início, quando coloquei, pois pareceu que o anel pressionava uma das bolas, mas então tirei o cinto e re-coloquei-o e parou, rsrsrs. Isso tenho que tomar cuidado, senão será dor o dia inteiro, tadinha da minha bolinha...kkkkk. Dor, só se RAINHA M quiser que eu sinta. Aí sim eu aceito e aguento.

Uma coisa curiosa, a sensação do pinto na gaiola é boa a maior parte do tempo, como, em resumo, ele está dentro de um cilindro, parece que está sendo friccionado o tempo todo. Alguns momentos, isso até me excitou, pois o pulsar do meu pinto, roçava na gaiola e dava até tesão. O problema é que se ele endurecer, aí a sensação é meio ruim, pois ele empurra a gaiola e os anéis e pressiona o saco, causando desconforto. Imagino se a excitação for externa, com minha DONA me fazendo TEASE, vai ser algo incomum que deve ser interessante experimentar.
No mais, o òleo PAIXÃO pareceu ser bom e o conforto foi bem satisfatório. Lógico que algum incomodo existe, algumas vezes, prendo uma bola ou belisco a pele ao sentar, tenho que me acostumar a fazer xixi sentado e não deixar a bexiga enche muito para dar tempo de eu ajeitar o pinto sem começar a mijar, rsrsrs.

Mas para isso mesmo que serve este período, para que eu me acostume com meu novo acessório.
Vale a pena depois contar para RAINHA M e vê-la feliz por estar atendendo a um capricho seu, além de o dia todo me sentir mais como seu, mais seu submisso, como se ELA estivesse sempre presente me mandando aguentar por ELA.


JÁ PENSOU!!! AMARRADO, DE COLEIRA E CINTO, DANDO PRAZER À RAINHA M?
IMAGEM DE UM HOMEM FELIZ!!!



segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

SUBMISSO REBELDE ??


Parece estranho falar nisso, ainda mais eu sendo um submisso dedicado à RAINHA M!
Eu sei, mas acontece!
E de várias maneiras.
Não vou falar daqueles submissos que na realidade não são submissos, apenas querem uma aventura passageira e não tem isso na alma. Esses não são submissos, são pessoas experimentando algo novo. Vale! Mas depois se tocam que não são para isso e buscam novas alternativas. E por favor, deixem de sê-lo, pois o que todos queremos é a felicidade e sendo algo que não é compatível com você é a porta da infelicidade!
Não vou falar, também, daqueles que são forçados a ser submissos, pois isso não é uma relação sadia, é uma relação doente, pois não é consensual.
Falo de submissos como eu, que desejam ser servis à sua DONA e serem usados e moldados pelas vontades e desejos DELA.
Sim, mesmo nós, temos nossas rebeldias, se podemos chamar assim.
Acredito que pela natureza do homem, temos algumas preguiças e tentações de liberdade, rsrsrs. Eu explico:
Sabe quando estamos sozinhos, desde adolescentes fazemos coisas que não são permitidas, ver um filme sozinho, jogar um vídeo game que a mãe proibiu, se masturbar, e etc. Todo mundo é assim, acredito! Portanto, quando não estamos sob a supervisão de nossas DONAS, fazemos o mesmo, atrasamos nossas obrigações, deixamos algo para depois e etc. Só que se somos verdadeiros submissos, tentamos compensar de outro modo nossas DONAS e nos esmeramos depois.

Quanto mais nossas DONAS nos vigiarem, conferirem o que fizemos e manterem, por assim dizer, a "rédea curta" (opa, só em pensar em coleira e puxão, me deu tesão) menos chance desses pequenos deslizes, poderão acontecer, e mais controle terão sobre nós, e assim mais submissos seremos.
Por esse raciocínio, acho que o pior para um submisso é quando esse controle afrouxa ou não acontece.
Posso citar, também, quando o submisso é deixado de lado em um período de treino dele ou mesmo de uso de seu Cinto de Castidade, ou mesmo nas rotinas que a DONA estabeleceu e que deixou de lado, sem motivo ou mesmo como que "abandonando" suas funções de DONA (sim ser DONA também tem suas atribuições).

Digo isso, pois, nessas condições, essas "rebeldias" podem ficar visíveis e se nossas DONAS não se derem conta, a sensação de inutilidade de um submisso pode afetá-lo e ele não se completar como ser.
Nesse tipo de rebeldia , estão não realizar as ordens da DONA ao pé-da-letra e deixar evidente o desleixo, como por exemplo:


  • Se é para você se manter barbeado diariamente e passar dias sem se barbear.
  • Se você deve se depilar a região do pênis e não o faz, deixando os pelos crescerem.
  • Não se dirigir mais à sua DONA pedindo permissão para realizar coisas da sua vontade.
  • Não perguntar mais para ELA se a roupa que está vestindo LHE agrada ou se quer que se vista diferente.
  • Demorar para fazer uma tarefa quando sua DONA mandar, como trazer seu café da manhã, por estar fazendo algo de agrado próprio do submisso.
  • Realizar as ordens de sua DONA de mal grado ou mesmo bufando.

Isso pode ser um sinal de que é preciso conversar e ver o que está levando a essas sensações ou mesmo "rédeas frouxas" (opa, coleira, quase gozei, rsrsrs).
Como um submisso deseja, é ávido por servir, sua DONA, deixá-lo de lado, ou não notar o que ele fez por ELA, é uma sensação das piores possíveis para ele. Atenção é tudo.
Use-o como quiser, molde-o como quiser, puna-o como e com a intensidade que desejar, ele é SUA propriedade, e como já disse num post anterior:


AMO SER SUBMISSO
"Um submisso é como um terreno vazio que você comprou. A DONA pode fazer o que quiser com ele, construir uma casa, um comércio, escritórios, criar um jardim ou horta, o que ela desejar. Mas se ELA deixar o terreno abandonado, o mato cresce, ele é foco de doenças, mosquitos, pode ser esconderijo para uso de drogas, ou mesmo ser invadido. Cuide do que lhe pertence, ele é SEU para SUA satisfação e prazer, com o que você torná-lo."

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

TEASE & DENY

PRONTO, MEU AMORZINHO? VAMOS COMEÇAR!
Significa "Dar tesão e negá-lo" nessa ordem.
Esse tipo de ação é auto-explicativa, a DONA excita seu submisso da maneira que deseja, mas não deixa que ele chegue ao orgasmo, podendo-se estender por minutos, horas, fazer isso uma vez só, várias vezes por semana, todo dia, mais de uma vez por dia. Quem determina isso é a DONA e o submisso deve se conformar.
FIQUE CONFORTÁVEL, VOCÊ É MEU, COMO SEMPRE

Acredito, pelas reações da RAINHA M que essa deve ser a cena mais excitante para as DONAS, pois dão uma enorme sensação de poder sobre nós submissos, uma vez que nosso desejo passa a ser totalmente foco da vontade de nossas DONAS, que controlam quando, como, a intensidade que chegaremos e até mesmo se consumaremos um orgasmo ou não.
EU CONTROLO SEU CORPO E DESEJO.
Por outro lado, quanto mais constante e intenso isso se repetir, nossa sensação de submissão e de atenção que temos por parte de nossas DONAS, e quanto maior a sensação for, mais servis e atentos a ELAS nos tornamos. Isso no final é o objetivo de ambos.
COMO EU DESEJAR

Portanto, quanto maior o tempo de orgasmo negado e excitação constante, maior as sensações envolvidas, ou seja mais a DONA terá poder sobre o submisso e mais o submisso se porá aos pés de sua DONA.
E ONDE EU QUISER, VOCÊ É MEU!


VAI, DO JEITO QUE EU QUERO!!!!

CALMA AGORA! NÃO, NÃO NÃO!!! SÓ QUANDO EU QUISER...

SE TEASE&DENY JÁ É BOM, IMAGINA COMO É COM MEU SUBMISSO NA GAIOLA
TADINHO, ELE SOFRE, RSRSRSRS!!!!!!!!!!


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

CASTIDADE

Comprei e dei para a RAINHA M o que considero o maior presente que um submisso pode dar como prova de sua devoção: Um CINTO DE CASTIDADE.
Sim, o maior presente, pois mostra o quanto está disposto a deixar com ELA o controle de seu corpo, inclusive de sua sexualidade, que se torna exclusiva dela, pois o CINTO garante que só ELA poderá liberar o acesso ao seu membro. Nem o próprio submisso pode tocar-se e masturbar-se, só quando ELA o liberar.
Iniciei há poucos dias o uso do CINTO CB6000, e ainda estou me acostumando a ele.
RAINHA M mandou que o usasse em períodos curtos, e que tivesse a chave em mãos, caso qualquer problema, dor ou algo imprevisível, até que me acostumasse.
No primeiro dia foi um tanto desconfortável, pois inverti um espaçador, o que no final não interferiu no uso ou segurança, mas permitiu a pele do meu penis ser beliscada diversas vezes, rsrsrs.
O Principal problema foi quanto ao lubrificante que usei, Foi o K-MED, muito bom durante a masturbação e o sexo, pois facilita a penetração, mas vai "sumindo, secando" aos poucos, o que permite a sensação completa da penetração, mas no caso do CINTO, esse efeito foi ruim, pois o pênis e saco ficam mais secos, o que não permite a acomodação deles com o CINTO quando sento, levanto, ando e etc, forçando um pouco e causando desconforto e beliscadas na região de baixo do saco.
Como, apesar do combinado, a RAINHA M quis me por a prova, me mandou com o CINTO para o trabalho à tarde, e quando vi, estava sem a chave do cadeado, rsrsrsr. Tive que ir diversas vezes ao banheiro para ajeitar. No final, usei sabonete liquido no anel ambaixo, aonde mais pegava no saco e com a haste de meus óculos abri espaço sobre o penis para colocar um pouco de sabonete liquido na gaiola também. à partir de então, tudo melhorou e o conforto ficou aceitável, sem mais beliscadas ou sensações muito descômodas.
Nos seguintes usos, usei o CINTO comum óleo corporal da RAINHA M e a colocação do CINTO foi mais fácil, bem como não houve maior desconforto.
Fui tentar fazer xixi com ele, e é lógico que o alinhamento do buraco da uretra e do rasgo do dispositivo devem estar alinhados com precisão. Lógico que não acontece dessa maneira, rsrsrsrs.
Para que eu faça xixi sem causar uma inundação à minha volta como um chuveiro descontrolado, tive que fazer sentado. Mesmo assim, parecia um spray giratório descontrolado, rsrsrsr
Com a troca do Gel lubrificante K-Med pelo óleo de corpo, ao pressionar a gaiola contra a púbis, posso ajeitar com facilidade o pênis e melhorar o alinhamento, portanto, controlar melhor o jato e as suas consequencias, rsrsrs. Vamos ver com a prática.
O engraçado é o fato de sentir o CINTO me faz às vezes ficar como que apreensivo e prestando atenção em como ele está em mim, e vem sempre a presença da RAINHA M em minha mente, como se eu estivesse o tempo todo conectado a ELA, parece que fico mais quieto e concentrado.
Pode ser por causa do fato de ser algo novo em meu corpo, pode ser que com o tempo diminua, mas o CINTO tem certo peso e a presença dele não deverá se tornar algo desapercebido. Seria como um cinto de calça apertado, você se acostuma, mas sempre se lembrará que está lá.
A nossa meta é eu ir me acostumado aos poucos, usando-o em períodos cada dia maiores e no final, devolver a chave à RAINHA M e ELA vai passar a adotar os lacres.

Vou postando minhas sensações, experiencias e etc.